terça-feira, agosto 27, 2013

EM CONSTRUÇÃO - JESUS »» O MITO OU NÃO MITO DO JESUS HISTÓRICO E OUTRAS LENDAS OU NÃO LENDAS CRISTÃS OU DO JUDAÍSMO DA UNIDADE | DE VOLTA AO ÉDEN | LILITH - O MISTÉRIO | DEUS ELA ELE - O NOME DO ETERNO PARA UM RABINO REFORMISTA - Parte III



EM CONSTRUÇÃO - JESUS »» O MITO OU NÃO MITO DO JESUS HISTÓRICO E OUTRAS LENDAS OU NÃO LENDAS CRISTÃS OU DO JUDAÍSMO DA UNIDADE | DE VOLTA AO ÉDEN | LILITH - O MISTÉRIO | DEUS ELA ELE - O NOME DO ETERNO PARA UM RABINO REFORMISTA


»» E quem disse que era a maçã? Era a uva, a fruta da videira o fruto proibido, afirmam os Sábios judeus.

Magalhães Luís
"O que são as histórias da Bíblia? Fábulas, contos de fadas?", pergunta a professora do 3º ano do ensino fundamental. "Não", respondem os alunos. "São reais!"
A cena, que teve lugar numa escola pública de Samambaia, cidade-satélite de Brasília, abre a reportagem de Angela Pinho sobre o ensino religioso no Brasil, publicada no último domingo na Folha. É um retrato perfeito da encrenca em que essa disciplina, que vem crescendo e hoje abarca mais ou menos a metade das escolas do país, nos lança.

Se as historietas bíblicas são reais, como quer a professora, então nós temos vários problemas. Procedamos por ramos do saber, a começar da física. De acordo, com Josué 10:12, Deus parou o Sol para que os israelitas pudessem massacrar os amorreus. Mesmo que eu não duvidasse da onipotência do Senhor, pelo que sabemos hoje de mecânica, nada na Terra sobreviveria a uma súbita interrupção de seu movimento de rotação. Em quem o aluno deve acreditar, no professor de religião ou no de ciência?

A física não o comoveu? Que tal a geologia? Pela Bíblia, a Terra tem cerca de 6.000 anos --5.774, a confiar nas contas dos rabinos. Pela geologia, são 4,5 bilhões. É difícil, para não dizer impossível, conciliar a literalidade das Escrituras com a existência de fósseis com as idades substancialmente maiores que os seis milénios. Do lado de qual professor o aluno deve perfilar-se?

Talvez o problema esteja nas ciências "duras". Passemos às humanidades. A Bíblia, como todo mundo sabe ou deveria saber, é a fonte da moral, e os ensinamentos que ela traz nessa área são incontestáveis. Será? Em várias passagens, o "bom livro" autoriza ou mesmo manda fazer coisas que hoje consideraríamos horríveis, como vender nossas filhas como escravas (Êxodo 21:7) e assassinar parentes que abracem outras religiões (Deuteronômio 13:7). Se julgamos que a ética se aprende através de exemplos livrescos, sugiro trocar as Escrituras pelo mais benigno Marquês de Sade.

OK. Alguém pode argumentar que esta professora é uma excepção. Afinal, ela parece estar sustentando a inerrância da Bíblia, conceito que, no Brasil, é defendido por poucas religiões, notadamente os católicos da Opus Deis e os dos Legionários para Cristo, os fundamentalistas evangelicais, os adventistas, os mórmons (SUD) e as testemunhas de Jeová. Para as demais, as Escrituras não precisam e nem podem ser tomadas ao pé da letra.

Admito que esta mudança de discurso nos livra de algumas das dificuldades mais vexatórias --já não precisamos conciliar o criacionismo da Terra jovem com as aulas de ciência--, mas nem de longe acaba com elas.
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Magalhães Luís
Embora seja em teoria possível juntar uma teologia um bocadinho mais sofisticada com a selecção natural neodarwinista, essa conciliação acaba resultando num Deus menos actuante, que cria as leis do universo e se retira. Ocorre que este é o Deus de Newton e de Leibniz, mas não o das pessoas que vão a cultos. Para elas, um Deus que não ouve preces e não interfere nos destinos dos humanos é inútil. E esse Deus que elas querem --e que os sacerdotes pretendem colocar nas aulas de religião-- é, pelo menos no plano psicológico, incompatível com a ciência contemporânea que deveria ser ensinada nas escolas.

Não estou evidentemente sugerindo que as pessoas devam rifar Deus para ficar com a ciência. Essa é a minha opção, mas não acho que deva impô-la a ninguém. O simples fato de uns 90% da humanidade manifestar preferências religiosas é um bom indício de que essa é uma característica da espécie, como a tendência a gostar de música ou aquela quedinha por substâncias psicoativas. A verdade é que o ser humano tem algo de esquizofrênico. Só conseguimos conchavar crenças religiosas, que de algum modo acabam apelando ao impossível ou improvável, com o rigor lógico exigido pelo método científico, porque nosso cérebro está dividido em módulos. "Grosso modo", quando a parte responsável pelo pensamento lógico está ativa, inibe a área da religião, e vice-versa. Com esse mecanismo, as contradições, quando não passam despercebidas, tornam-se digeríveis.

Até para facilitar esse processo, não convém que religião e ciência sejam ensinadas no mesmo espaço. Para que a criançada aprenda desde cedo a distinguir o discurso do "lógos" (científico) do do "mythos" (religioso), é melhor que a escola trate apenas da ciência e que a religião fique a cargo dos templos.

Cuidado, não estou afirmando que não seja possível estudar a religião com ferramentas científicas. Em princípio, a sociologia, a antropologia, a psicologia e a neurociência estão aí para isso. Mas convém lembrar que estamos falando aqui de crianças de 6 a 15 anos, muitas das quais mal conseguem aprender português e as operações aritméticas básicas. Não me parece que a abordagem científica da religião deva ocupar um lugar muito alto na lista de prioridades. De resto, duvido que o lobby que advoga pelo ensino religioso esteja ansioso para ver a fé submetida a exame crítico.

Para além da cabeça da garotada, o ensino religioso na rede oficial também gera uma série de problemas institucionais. Como eu escrevi em texto que acompanhou a reportagem principal, a existência dessa disciplina em escolas públicas fere a separação entre Estado e igreja.

Pelo menos em teoria, o Brasil é um Estado laico. Não há religião oficial e o artigo 19 da Constituição proíbe expressamente o poder público de estabelecer cultos religiosos, subvencioná-los ou manter com eles relações de dependência ou aliança. É claro que a teoria soçobra antes mesmo de chegarmos ao artigo 19. O próprio preâmbulo da Carta invoca a "proteção de Deus", e o artigo 210 prevê o ensino religioso nas escolas públicas de ensino fundamental.

Vale aqui observar que a única Constituição verdadeiramente laica que tivemos foi a de 1891, que rompeu com a Igreja Católica e eliminou quase todos os seus privilégios. As que a sucederam reintroduziram o ensino religioso.

Embora doutrinadores gostem de dizer que não há contradição entre os artigos 19 e 210, é forçoso reconhecer que colocá-los lado a lado gera pelo menos um mal-estar. Não é o único. A diferença é que, ao contrário de outros estrépitos constitucionais, que conseguem passar relativamente despercebidos, esse está produzindo consequências.

Por considerar que o Estado não pode regular matéria religiosa sem romper sua neutralidade diante delas (que caracteriza o laicismo), o CNE (Conselho Nacional de Educação) optou por não fixar parâmetros curriculares nacionais para a disciplina. A decisão é institucionalmente correta (e constitui uma prova indireta do erro que foi colocar o ensino religioso na escola pública), mas gerou um deus nos acuda, onde cada Estado definiu ao sabor da conjuntura política local como a matéria seria ministrada.

As pesquisadoras Debora Diniz, Tatiana Lionço e Vanessa Carrião, em "Laicidade e Ensino Religioso no Brasil", traçam um panorama desse pequeno caos.

Pelo que elas puderam levantar, Acre, Bahia, Ceará e Rio de Janeiro optaram por um sistema confessional, que não se distingue da educação religiosa oferecida em escolas ligadas a igrejas. Não é preciso PhD em Direito para constatar que esse tipo de ensino afronta o dispositivo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação que veda o proselitismo no ensino religioso.

Os demais Estados menos São Paulo escolheram o modo interconfessional, no qual as religiões hegemônicas se unem contra as mais fracas e contra ateus e agnósticos para definir um núcleo de valores a ser ensinado aos alunos. Tampouco é um exemplo de defesa dos direitos das minorias.

Apenas São Paulo fez uma leitura um pouco mais crítica dos mandamentos constitucionais e se definiu pelo ensino não confessional. Pelo menos no papel, aqui as crianças têm aulas de história das religiões, no que é provavelmente a única forma de juntar sem produzir muitas fagulhas o ensino religioso com o princípio da separação entre Estado e religião.

Resta apenas responder porque a laicidade é assim tão importante. O problema com as religiões reveladas é que elas trazem absolutos morais. Se a lei foi baixada pelo Altíssimo, apenas querer discuti-la já representaria uma segunda ofensa contra o Criador. E utilizar absolutos na política --religiosos ou ideológicos-- é ruim porque eles a descaracterizam como instância de mediação de conflitos. O remédio contra isso, como já intuíram no século 18 os "philosophes" do Iluminismo francês e os "founding fathers" dos EUA, é a separação Estado-igreja. Ela facilita o advento da política como arte da negociação e, mais importante, favorece a noção de que minorias têm direitos que devem ser protegidos mesmo contra a maioria. Aqui, paradoxalmente, o laicismo se torna a principal força a proteger as religiões umas das outras.

Judeu ateu Hélio Schwartsman »»
Hélio Schwartsman, 44 anos, é articulista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve para a Folha.com.
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Magalhães Luís
Original Sin, an Overview

by Lewis Loflin

The words "Original Sin" don't exist in the Bible or Jewish writings. The "fall" of Adam was an interpretation formed sometime after the Exile and return of the Jews to Judea. This is the heart of Christian theology as taught by Paul. Jesus was some kind of human/deity sacrifice to make up for the alleged "sin" of Adam where mankind became mortal as punishment for Adam. »» Pecado Original, uma visão geral

por Lewis Loflin

As palavras "pecado original" não existem nos escritos bíblicos conhecidos como a Torah ou mais amplamente em todo o Tanack ou na Tradição judaica. A "queda" de Adão foi uma interpretação formada em algum momento após o Exílio e no retorno dos judeus para a Judéia. Este é o coração da teologia cristã ensinada mais ou menos por Paulo e truncada e ampliada por Agostinho. Jesus foi um tipo de sacrifício humano ou da divindade para compensar o suposto "pecado" de Adão, que fez com que a humanidade se tornasse mortal como castigo colectivo por associação de serem "filhos" ou semente de Adão.
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Magalhães Luís
Judaism's Rejection Of Original Sin

Saint Augustine (354-430) was the first theologian to teach that man is born into this world in a state of sin. The basis of his belief is from the Bible (Genesis 3:17-19) where Adam is described as having disobeyed G-d by eating the forbidden fruit of the tree of knowledge in the Garden of Eden. This, the first sin of man, became known as original sin.

Many Christians maintain that the sin of Adam was transferred to all future generations, tainting even the unborn. This view is found in the New Testament (Romans 5:12) where Paul says, "Wherefore as by one man sin entered into the world, and death by sin; and so death passed upon all men, for that all have sinned. By one man's disobedience many were made sinners." Paul (thus Christianity) claims that only through the acceptance of Jesus that the "grace" of God can return to man. A Christian need only believe in Jesus to be saved; nothing else is required of her.

Judaism is emphatic that a person is born innocent - not evil, not good either, but innocent. Jews believe that man enters the world free of sin, with a soul that is pure and innocent and untainted. We are given a clean slate. But we are not born into an innocent world. The world we are born into is one of challenge, difficulty, pain and evil. But all these are merely means to an end: it is through facing challenges that we grow as human beings, through going through difficulty we bring out deeper resources from within, through pain we become stronger and by combating evil we create a world of good. In the beginning Adam and Eve were pure beings who entered a perfect world. There was no pain, death, etc. in their world. The "knowledge of good and evil" was a tree that they were told to stay away from in order to maintain this perfect world. "On the day you eat from the tree you will become mortal" (Not just die as the KJV says.)

God is gave us a choice to either remain perfect in a perfect (spiritual) world, or we can ingest the knowledge of good and evil and become imperfect, mortal. God created us with a purpose. But what purpose could there be in remaining perfect? Why be just another animal in zoo? Mortality was isn't punishment, but only natural consequence.

To quote, "So too the other "curses" - pain in childbirth and difficulty in making a living are the natural consequences of Eve's choice, because from now on, all achievement has to be earned, which means that nothing can be "born" without hardship. As descendants of Adam and Eve we have inherited this path - the path of facing challenges, fighting evil and trying to bring the world back to its previous perfection."

To summarize:
1) The "sin" of Adam and Eve was in fact a conscious choice, a necessary step in the development of humanity's purpose. It was the introduction of imperfection into creation - something only humans can do.
2) We are not born evil, but we are born in a world of apparent evil and hidden goodness. Our mission is to reveal that goodness.

Thus the doctrine of original sin is totally unacceptable to Jews. While there were some Jewish teachers in Talmudic times who believed that death was a punishment brought upon mankind on account of Adam's sin, the dominant view by far was that man sins because he is not a perfect being, and not, as Christianity teaches, because he is inherently sinful.

Source: Kolatch, Alfred J. The Jewish Book of Why/The Second Jewish Book of Why. NY: Jonathan David Publishers, 1989 and Rabbi Moss at About.com.
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Magalhães Luís
This from the Encarta Multimedia Encyclopedia on Original Sin,

Original Sin, in Christian theology, the universal sinfulness of the human race, traditionally ascribed to the first sin committed by Adam. Theologians advocating original sin argue that the concept is strongly implied by the apostle Paul, the apostle John, and even by Jesus himself. Late Jewish apocalyptic writings attribute the world's corruption to a prehistoric fall of Satan, the temptation of Adam and Eve, and the resulting disorder, disobedience, and pain of human history.

Saint Augustine appealed to the Pauline-apocalyptic understanding of the forgiveness of sin, but he also included the notion that sin is transmitted from generation to generation by the act of procreation. He took this idea from 2nd-century theologian Tertullian, who actually coined the phrase original sin. Medieval theologians retained the idea of original sin, and it was asserted by 16th-century Protestant reformers, primarily Martin Luther and John Calvin. Liberal Protestant theologians later developed an optimistic view of human nature incompatible with the idea of original sin.
Many Christian theologians regard the Garden of Eden story in Genesis as describing the first sin, and the consequent "ruin" or, the "Fall" of man. The doctrine of original sin attempts to explain how that sin affects humanity today.

Adam and Eve disobeyed the command of God, "Of the fruit of the tree of the knowledge of good and evil you shall not eat, for in the day that you eat of it you shall die." (Genesis 2:17). Eve was tempted by a serpent to eat the fruit of the tree ("you will not die, you will be just like God"). After she did, she convinced Adam to eat of it as well. Adam and Eve then made aprons of fig leaves to cover their lower parts. After this God expelled them from the Garden of Eden.

In some traditions, the covering of the lower parts means they became aware of their nudity for the first time, and hid from each other in shame.

According to many Jewish and Christian interpretations of this story, the consequence of this action was to both make man mortal, and also aware of the consequences of his/her actions (i.e. humanity gained free will).

Other interpretations exist as well. In Orthodox Christianity, this was an exercise of a free will that already existed, which also made man mortal. In Calvinism, Man has freely chosen his own ruin, by neglecting the gifts he was given by means of which he would have remained in close communion with God (which is life), by failing to trust in the faithfulness of God, and exchanged all that belonged to him and his posterity for an equality with God that can never be his.

Some Christian interpreters include the judgments of God in Genesis 3, in their explanation of the hopelessness into which creation had been brought through Adam's disobedience. Others view these judgments as the beginning of the history of the redemption from sin.

It is of particular concern to these latter interpreters to emphasize that the serpent is cursed, as is the ground on account of man, but the woman and the man are given promises and blessings which however mixed with mystery and misery because of sin, and however limited by the tyranny of death, are the basis of hope and of justice in the earth.
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Magalhães Luís
As a Jew reading the Gospel narrative, it seems to me that Jesus explicitly disapproved of any idea that man suffers from an inherited sin. By extension, every human fault we are born with serves a spiritual purpose so that we may glorify the Creator despite our natural shortcomings. Nowhere does Jesus ever speak of anything resembling the idea of a prenatal sin.
Now the idea of pre-natal sin is discussed in a number of places in rabbinical literature. In one case, Esau is described as possessing a sinful nature even though he was not yet born. “When Rebecca passed by the pagan shrines, Esau would run and struggle to come out (Gen. Rab. 63:[39c]; Rashi cites this midrash in his commentary on Genesis 25:2). The Talmud in Sanhedrin 91b also discusses the question. “Antoninus also enquired of Rabbi, ‘From what time does the Evil Tempter hold sway over man; from the formation [of the embryo], or from [its] issuing forth [into the light of the world]?! — ‘From the formation,’ he replied. ‘If so,’ he objected, ‘it would rebel in its mother’s womb and go forth. But it is from when it issues.’ Rabbi said: This thing Antoninus taught me, and Scripture supports him, for it is said, At the door [i.e., where the babe emerges] sin lieth in wait” (Gen 4:7). Outside of rabbinical literature, in the apocryphal Wisdom of Solomon, we find that the author writing, “Now I was a child good by nature, and a good soul fell to my lot” (Wisdom 8:19).
In some latter midrashic texts, there is a story told of Elisha Ben Abujah, the famous teacher of Rabbi Meir, who departed from the faith, and became a horrible apostate; and, amongst other reasons of his apostasy, this is rendered for one: “ There are which say, that his mother, when she was big with child of him, passing through a temple of the Gentiles, smelt something very strong, and they gave to her of what she smelt, and she did eat; והרה מפעפע בכריסה כבכריסה של חכינה and the child in the womb grew hot, and swelled blisters, as in the womb of a serpent’ ? Elisha’s apostasy is evidently due to a sin of her mother (Midrash Koheleth and Midrash Ruth, chap. iii. 13).
On the other hand,the belief that a parent’s sins could be visited upon the children is not an altogether foreign notion in the Tanakh. Consider, “I the Lord your God am a jealous God, visiting the iniquity of the fathers upon the children to the third and the fourth generation” (Exod. 20:5: 34:7, Num. 14:18). Of the wicked man the psalmist says: “May the iniquity of his fathers be remembered before the Lord; and let not the sin of his mother be blotted out” (Psalm 109:14).
Still and all, Jesus takes an altogether different approach from the views expressed by the Sages in both the Talmud and in the Midrash. Jesus in this case rejects the common view that God may have punished the child because of the mother’s sins, even though such an attitude was undoubtedly common among Jesus’ contemporaries.
As a sidebar, it is worth adding that many Christian scholars have considerable doubt as to what Jesus actually said, or didn’t said; the work of the Jesus Seminar is most instructive in this manner. Clearly, the notion that man is born in sin has more to do with the theological teachings of Augustine, who perhaps—with the exception of Paul—developed the Christian doctrine of man and sin probably because of his own inner conflict. »»http://rabbimichaelsamuel.com/
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Magalhães Luís
Sages insights on the connection between Man and fruit trees. »»» Fruits are man’s soul food. In the original plan of Creation, fruit was the exclusive food for man. Every time a person eats of the fruit tree, says the Vilna Gaon, he absorbs a power that lies in potential within the fruit and is capable of being realized by man.

The Torah specifically tells us that there is a connection between man and a fruit tree, and it is this connection that makes fruits uniquely suited to sustain man. When laying siege to a city, we are forbidden to destroy the fruit trees surrounding the city: "Is the tree of the field a man that it should fall before you during a siege?" the Torah asks rhetorically. But the words were read by our Sages as a statement of fact as well: Man is like the fruit tree.

The Vilna Gaon explains the intrinsic connection between man and a fruit tree with a gematria: the numerical value of the Hebrew word for tree, eitz, is the same as that of tzellem, image. The fruit tree symbolizes that aspect of man in which he can be said to be "G-d like," to have been created in the Divine image. The Creator imbued Man with the power to himself be a creator, to be a partner with Hashem in creation, and it is that power of creativity, which is represented by the fruit tree.

Fruits bear a relation to the tree that produces them which is different from everything else produced by living plants or animals. Animals do not create anything new: rather they replicate themselves. Every cow is created ``according to its kind," not as a unique individual. The birth of a calf does not represent something truly new: it does no more than add to the total number of cows in the world. And in the vegetable world, new plants grow from seeds, which are transformed and disappear in the process of growth. The seed and that which come from it do not coexist. There is no creator together with its creation.

The fruit tree on the other hand, brings forth fruits that do not resemble the tree itself. The fruits and the tree remain distinct entities: one does not replicate the other. At the same time, the tree is not transformed to produce the fruit; the tree and the fruit coexist. The fruit vis-à-vis the tree thus appears as a creation from nothing. The tree is not depleted by the production of its fruits.

Man, too, produces fruits that are distinct from him and coexist with him. They, too, are a form of creation from nothing, as man is not depleted by the production of his "fruits". These "fruits" take two forms: a man’s offspring and his good deeds. Unlike the offspring of animals, a human being is not just one of a species: he is not interchangeable with any other person. Adam was created alone to teach us that each human being is a world unto himself; each person is born with his unique role in the Divine plan, which he alone can fulfill.

But even more central than the creation of offspring to a man’s role as a producer of "fruits" are his good deeds. The verse, "These are the generations of Noach- Noach was a righteous man" (Bereishis 6,9), teaches us, says Rashi, that the primary offspring of a righteous man are his own good deeds.

Most of us live our lives oblivious to the tremendous power G-d granted us when He created us in His image. We lead our lives as if we had no greater purpose than to move the furniture from one side of the room to the other.
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Magalhães Luís
A hipótese mais comum entre o judaísmo é que era o figo...
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Semija Homurokai
Vc mesmo posta, vc mesmo comenta e vc mesmo curti...
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Magalhães Luís
Já o Ramban afirma que era o limão (etrog [citron]).
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Magalhães Luís
Eu gosto de ser assim. Quer dizer que eu li os textos. E os aprovo.
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Magalhães Luís
Não tem nada a ver com o meu ego. É uma técnica.
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Magalhães Luís
Desculpe se isso o incomoda, Semija Homurokai.
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Semija Homurokai
De forma alguma, fique avontade.
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Magalhães Luís
Uma espécie de Nihil obstat. Vícios da faculdade.
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Magalhães Luís
O Nihil obstat ("nada impede") é a minha aprovação oficial do que publiquei.
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Semija Homurokai
Hahahahaha Magalhães Luís obg por mi proporcionar boas risadas.
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Magalhães Luís
Gosto de que ria!
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Semija Homurokai
Escreve mais por favor...vai que teu salvador leia
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Marlene Santos
o fruto não era frutas Magalhães Luís,era um simbolismo do livre arbítrio,onde Deus mostra através do texto referindo se a serpente como a tentação que é nossa vontade e o fruto como o livre arbítrio....
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Magalhães Luís

Imagine a mais deliciosa sobremesa que suas papilas gustativas podem conceber. Acrescente uma camada extra de cobertura de chocolate. Agora imagine o garçom lhe estendendo uma generosa porção desta iguaria. Você consegue recusar?

Se, como a maioria dos seres humanos, não resiste à tentação, pode perguntar-se onde diabos está o livre-arbítrio de que tanto falam filósofos, rabinos e padres. A questão é debatida há pelo menos dois milénios e não estamos nem perto de uma resposta definitiva. Esse conceito reúne numa só trama alguns dos mais cabeludos problemas filosóficos, como a natureza do universo (se ele é ou não determinado), a causalidade e se o homem é ou não um agente moral.
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Magalhães Luís
O tal do livre-arbítrio talvez seja menor do que exigiriam as noções mais comuns de justiça.

A pergunta fundamental é: somos livres para agir como desejamos? Suas implicações não são triviais. Se nossas ações são determinadas, seja pela biologia, pela física ou por Deus, como responsabilizar alguém por seus atos?

Assim, a primeira parte do problema é física. Importa saber se tudo o que ocorre no mundo é uma fatalidade ou se há espaço para decisões autônomas. Quem melhor colocou a questão foi o célebre matemático francês Pierre-Simon de Laplace (1749-1827), ao propor, na introdução ao seu "Essai philosophique sur les probabilités", um experimento mental que mais tarde ficou conhecido como "o demônio de Laplace": "Podemos ver o estado presente do universo como o efeito de seu passado e a causa de seu futuro. Um intelecto que em dado momento conhecesse todas as forças que colocam a natureza em movimento, e as posições de tudo aquilo de que a natureza é composta, se tal intelecto também fosse capaz de submeter esses dados a análise, ele abarcaria numa única fórmula tanto os movimentos dos maiores corpos do universo como os do menor átomo; para este intelecto nada seria incerto e o futuro assim como o passado estariam presentes diante de seus olhos".

Bem, se acreditamos como Laplace que todos os eventos presentes e futuros são o resultado do passado do universo em combinação com as leis da natureza, então somos deterministas. É uma posição especialmente confortável para os que não querem carregar em suas costas o peso de decisões morais. Se tudo o que se passa no mundo é o resultado de uma fórmula matemática, culpar alguém por um assassinato faz tanto sentido quanto responsabilizar o leão por devorar a gazela ou um asteróide por ter dizimado os dinossauros.

Na mesma situação se encontram aqueles que postulam a existência de um Deus perfeitamente onisciente e onipotente. Tal entidade atrairia para si todas as culpas do universo.

Deixemos, porém, a teologia de lado e voltemos à física. Ainda que numa versão mais nuançada, Albert Einstein pensava mais ou menos como Laplace. É por isso que tinha horror à mecânica quântica (na qual as previsões estão limitadas a mera probabilidade), sobre a qual sentenciou: "Deus não joga dados".

A "solução" de Einstein para sustentar um universo determinista sem não atirar a noção de responsabilidade num buraco negro foi rebaixá-la um bocadinho: "Um ser humano pode perfeitamente fazer o que quiser, mas não pode desejar o que quer". Aqui, o físico alemão acompanha o bom e velho Schopenhauer. Somos todos filhos da necessidade.

Só que a mecânica quântica se firmou. E não apenas como uma ignorância provisória, como desejava Einstein. Cada vez mais o "mainstream" da física vai se convencendo de que a impossibilidade de determinar ao mesmo tempo a posição e a velocidade de uma partícula está na natureza da matéria, sendo um dado da realidade e não uma simples incompletude da teoria. Com isso, o demônio de Laplace, se não sai de cena, ao menos passa para um segundo plano. O mesmo, suspeito, ocorre com o Deus das religiões monoteístas, daí que escolas dominicais não ensinem física quântica.

Mas será que a consolidação de um universo não inteiramente determinado basta para salvar a responsabilidade moral de seus demônios? Talvez não. Achados no campo na neurociência nos fazem ficar com a pulga atrás da orelha.
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Magalhães Luís
Num experimento seminal dos anos 80, Benjamin Libet, da Universidade da Califórnia, ligou seus alunos a aparelhos de eletroencefalograma e demonstrou que a atividade cerebral inconsciente que faz alguém mover o braço, por exemplo, precede em pelo menos meio segundo a "decisão consciente" de mexer o braço.

A partir daí, neurocientistas desenvolveram vários experimentos semelhantes, obtendo a corroboração dos resultados. Hoje são mais ou menos unânimes em afirmar que o livre arbítrio não é mais do que uma ilusão, mais ou menos como a consciência, que, embora não passe de um efeito colateral de vários sistemas cerebrais ligados em rede, nos leva sinceramente a crer que somos algo diverso da matéria que nos compõe. A maioria da humanidade é dualista (se vê como uma mistura de corpo e alma), só uns poucos materialistas ateus somos devidamente monistas (não somos mais do que o amontoado de impulsos eletroquímicos produzidos por nosso corpo).

Nosso livre arbítrio seria mais ou menos como um tique nervoso ou a necessidade que um viciado tem de conseguir sua droga, movimentos que ficam a meio caminho entre o voluntário e involuntário. Temos aí uma boa seara para advogados de defesa, a exemplo dos alquimistas em busca da pedra filosofal, tentarem extrair o habeas corpus universal.

Será que estamos assim condenados a descartar toda idéia de justiça possível? Talvez não. Afinal, existem viciados que conseguem superar sua compulsão. A resposta não chega a ser um segredo. Se, por um lado, ele quer a droga (desejo de primeiro grau); por outro, ele sabe que o vício lhe faz mal e pretende livrar-se dele (desejo de segundo grau). O livre arbítrio talvez exista como um poder de veto dos desejos de segundo grau sobre os de primeiro. Não é à toa que os mais relevantes dos dez mandamentos assumem a forma "não + verbo", como em "não matarás", "não cobiçarás a mulher do próximo".

Os filósofos norte-americanos Harry Frankfurt e Daniel Dennett desenvolvem algumas idéias interessantes de como reconciliar um universo em grande parte determinista (nossas ações sociais, até prova em contrário não são regidas por leis quânticas) com uma versão ainda que mitigada do livre arbítrio. É o salvamento do compatibilismo.

Segundo Dennett, nós temos o poder de veto e o poder de veto sobre o veto, além de boas noções de causalidade, que nos permitem imaginar cenários futuros e projetar-lhes conseqüências de decisões passadas. Não é necessário um milagre para ter responsabilidade.

Como eu disse no início deste texto (que, por sinal, já está ficando mais longo do que eu teria desejado), não disponho de uma resposta definitiva para o problema do livre arbítrio. Só o que procurei aqui foi lançar, de forma infelizmente meio caótica, algumas luzes sobre sua complexidade e alcance. Mal resvalei em todas implicações e pressupostos. Acho, entretanto, que as idéias esboçadas já bastam para que reavaliemos as bases da noção mais comum de justiça que circula por aí.

Nossas inseguranças em relação ao livre arbítrio, que não são poucas, já deveriam nos fazer abandonar o conceito de justiça retributiva. Se não estamos muito certos do nível de controle que temos sobre nossas ações e se é até mesmo possível que cada uma de nossas decisões já esteja escrita desde o início dos tempos, então não faz sentido punir alguém como retribuição à falta cometida. Mesmo que houvesse um Deus a nos dizer insofismavelmente o que é certo e o que é errado, seria preciso não torná-Lo demasiado poderoso, ou Ele se tornaria o responsável último por todos os nossos pecados.

Além da contradição interna à idéia de um deus onipotente e bondoso, temos como subproduto que a justiça, mais do que para expiar culpas, se presta a evitar que o próprio criminoso e outras pessoas voltem a delinqüir. A meta deixa de ser "fazer justiça" (uma completa inutilidade) e passa a ser organizar melhor a sociedade.

Se, por um lado, essa noção utilitarista salva algo da nossa posição de agentes morais, ela não nos eleva para muito além dos cãezinhos pavlovianos, que fazem o que deles se espera sob a compulsão de eletrochoques e outras artimanhas da necessidade.

Assim, antes de sair por aí linchando suspeitos de crimes hediondos ou de pedir uma segunda porção daquela sobremesa deliciosa que entope artérias, pense nas conseqüências. A diferença importante entre nós e os cãezinhos de Pavlov é que projetamos o futuro mais longe.

Hélio Schwartsman
Hélio Schwartsman é bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve na versão impressa da Página A2 às terças, quartas, sextas, sábados e domingos e às quintas no site.
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Marlene Santos
Jesus usou parábolas para falar com os homens para explicar seus ensinos ,e muita coisa tem símbolos para demonstrar seus ensinos.
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Magalhães Luís
Nem em Adam e Javá admito livre arbítrio. Só uma primitiva livre agência.
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Magalhães Luís
A história bíblica do casal primordial ainda suscita dificuldades à teologia, à catequese e à pastoral cristãs. Conhecida como «história de Adão e Eva», falaria do «paraíso terreal» e do «pecado original». Fala mesmo? Ou é possível entendê-la de forma positiva, sem atolar o leitor em interrogações dispensáveis? O sentido último da condição humana terá algo a ver com a aventura de «Adão e Eva» enquanto primeiro casal histórico? A narrativa da criação terá alguma relação com um pecado? A «analogia da fé» não aceita que Deus tivesse castigado a humanidade inteira pelo pecado do suposto primeiro casal humano. A fé cristã não pode estar em choque com a razão. Jesus – que nunca falou de «Adão e Eva» - diz que a raiz do mal moral está no “coração do homem”, na liberdade e responsabilidade pessoal[1] (Mc 7,14-23; Mt 15,10-20). Aliás, o «paraíso terreal» nunca existiu. » http://fatima.carmelitas.pt/armindovaz/default.htm | Nota 1: Livre agência e não livre arbítrio.
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Marlene Santos
Magalhães Luís.....tu já esta ficando lelé.......do jeito que você fala é tudo uma farsa nem Deus existe.
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Marlene Santos
daqui a pouco você vai me dizer que os judeus criaram Deus por questões politicas e os católicos criaram Jesus por questões politicas......e os dois são cumplices na enganação pois cada um quer vencer melhor os tolos.
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Eric Koenigkam
Magalhães Luís. Já pude acompanhar a expectativa de algumas Mulheres Estéreis. Uma coisa é a mulher ser fértil e optar por não ter filhos [sabendo que poderia tê-los a qualquer momento] / outra completamente diferente é ela saber que nasceu infértil. Ainda que Em ambos os casos não existam filhos. É só uma alegoria, mas pense: O Livre arbítrio existe ou somos os seres mais infelizes desse universo e sem ele O ETERNO não poderia fugir da acusação de tirania e sadismo.
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Magalhães Luís
Meu caro a ciência diz que não existe. E D'us tem lugar no conceito do Teísmo Aberto. Estude esse conceito teológico.
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Magalhães Luís
O Caio Fábio não gosta desta concepção: http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=02487
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Magalhães Luís
O teísmo aberto pode ser resumido em quatro proposições:
1. O conhecimento que Deus tem de todas as coisas não é estabelecido na eternidade;
2. Sua presciência não é exaustiva, porque ele se auto-limita;
3. Seu relacionamento providencial com o mundo não é meticuloso;
4. O futuro não está totalmente seguro.
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Magalhães Luís
According to Sages of blessed memory, the forbidden fruit was wheat. This is one of the most surprising claims since wheat is not a tree, but rather a short plant, and wheat kernels, which one needs to grind before use in baking, cannot be easily described as "the fruit of the tree", but despite this we find this opinion in the Midrash.
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Magalhães Luís
In the Book Of Genesis there is no mention of what fruit was it. However, in the Latin vulgate, the word malum (an apple or evil in Latin) appeared in the translation of Genesis in the phrase ‘the tree of knowledge of good and evil’. From that time on people began to associate the apple with the fruit which Eve ate.
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Magalhães Luís
De acordo com os Sábios, de abençoada memória, o fruto proibido foi o trigo. Esta é uma das reivindicações mais surpreendentes uma vez que o trigo não é uma árvore, mas sim uma planta pequena, e o que é necessário para os triturar antes da sua utilização no cozimento... Realmente os grãos de trigo não podem facilmente ser descritos como "o fruto da árvore", mas, apesar disto, encontra-se este parecer no Midrash.
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Magalhães Luís
No livro de Génesis não há nenhuma menção de qual era a fruta ou fruto. No entanto, na Vulgata Latina, a palavra malum (uma maçã ou mal em latim) apareceu na tradução de Génesis, na frase "a árvore do conhecimento do bem e do mal". A partir deste momento as pessoas começaram a associar a maçã com o fruto que Eva comeu.
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Marcio Machado Dos Santos
Eu já lí que éra a Romã...mas a Teologia cristã, paulina não prega contra a "discórdia" cuja deusa é Érida e se o pomo da discórdia nesse mito é a maçã...
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Magalhães Luís
Muita diversidade. Como se estória mítica não estivesse fechada. Metáfora para o Open Theism (Teologia Processual): http://cavrt.blogspot.pt/2013/08/o-teismo-aberto-ou-teologia-do-processo_27.html
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Magalhães Luís
Essentially, Open Theism allows the belief that the future is partly open and not exhaustively settled.
“Open Theism refers to the belief that G-d created a world in which possibilities are real. It contrasts with Classical Theism which holds that all the facts of world history are eternally settled, either by G-d willing them so (as in Calvinism) or simply in God’s knowledge (as in Arminianism). Open Theists believe G-d created humans and angels with free will and that these agents are empowered to have “say so” in what comes to pass. In Open Theism, therefore, what people decide to do genuinely affects G-d and affects what comes to pass. In particular, by G-d’s own sovereign design, things really hang on whether or not God’s people pray.” (Greg Boyd).

AT THE GARAGE

Moving on…
Open Theism, at least for me, is a work in progress. I am coming to understand what has been stirring inside of me for some time.
Why do I fall in line with Open Theism?
* It places more significance on our prayer life. If the future is at least partly open, it impassions my prayer life to actually play a role in helping determine the future.
* It makes sense in regards to evil. I can come to grips with why God created Hitler. If God already knew Hitler was going to murder 6 million Jews, why would have he created him? UNLESS ~ He didn’t know exactly what the free creature of Hitler was going to choose.
* It isn’t PROCESS THEOLOGY. Process theology, which sometimes gets wrongly correlated with Open Theism, holds to the belief that God can’t foreknow anything because everything is in process. I don’t believe this. Scripture appears to maintain several instances where God KNEW ahead of time something was going to happen, and other times, he appears to be testing, thinking, or changing His mind. Ultimately, God is powerful and sovereign enough to know when and when not to foreknow the exact outcome of something.
* The Heart of It All. I mention Greg Boyd because he is, without question, one of my favorite leaders in the Christian world today. After reading Clark Pinnock, I would say the same about him. They both possess genuine hearts for Jesus (not saying others don’t — except Reformed guys — they are usually just mean…Lol 
In no way do I want to present a biblical exegesis of reasons why I believe in Open Theism (You can read a book for that). Further, I believe it would be like arguing who should play what position and all the while the coach yelling, “You are ALL ON THE SAME TEAM!!”
Instead, I wanted to begin to flesh out some thoughts in my mind and stir some thoughts in yours and start to really ask the question, “Is this exactly as God planned?”
Maybe that question (and the answer that follows) has done more damage than good?
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Magalhães Luís
Dentre os vários aspectos da doutrina Open Theism destaco os seguintes:
1.D'us escolheu criar os seres humanos com ‘incompatibilística’ liberdade, sobre a qual ele não pode exercer total controle.

2.D'us valoriza tal liberdade a ponto de não interferir sobre ela, mesmo que esta produza resultados indesejáveis.
3.D'us não possui conhecimento exaustivo a respeito de como utilizaremos nossa liberdade, ainda que algumas vezes possa predizer com exactidão as decisões que tomaremos livremente.

Sanders, John – The God Who Risks: A Theology Of Providence, 52,53, Intervarsity Press, 1998

Gregory Boyd, John Sanders, Clarck Pinnock, teólogos do TR mostram-nos o que pensam ao comentarem Génesis 22:11,12: “Mas o Mal'ak do ETERNO bradou-lhe desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então disse: Não estendas a tua mão sobre o rapaz, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a D'us, e não me negaste o teu filho, o teu único filho.” Dizem eles:
Boyd: “O versículo claramente afirma que porquanto Abraão fez o que fez, assim o Senhor agora sabe que ele era um parceiro fiel na aliança. O versículo não teria sentido claro se Deus estivesse certo que Abraão o temia mesmo antes de ter oferecido seu filho. [Boyd, Gregory – God Of The Possible, p. 64, Baker Books, 2000]”
Pinnock afirma: “Esta era uma parte de informação que Deus desejava assegurar-se. [Pinnock, Clark– The Openness Of God: A Biblical Challenge To The Traditional Understanding Of God, Intervarsity Press, 1994]”
Sanders: “Deus precisava saber se Abraão era o tipo de pessoa com quem Deus poderia contar como colaborador no cumprimento de seu divino projeto. Seria ele fiel? Ou teria Deus de encontrar algum outro através do qual pudesse cumprir seu propósito? [Sanders, John – The God Who Risks: A Theology Of Providence, 52,53, Intervarsity Press, 1998]”

Noutras palavras, D'us estava, por assim dizer, "a roer as unhas" para saber se o Patriarca Abraão seria fiel ou não.
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Marcio Machado Dos Santos
Creio que sim ! Muitos ainda crerão no Mito da Sabedoria Universal..as vezes quado emprestamos iguais significados à conteúdos semelhantes corremos esse risco.
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Magalhães Luís
Teologia Relacional – Que bicho é esse?
Ricardo Gondim.
(Advertência - O texto é longo e pode fazer mal à sua religião! – quer enfrentar?)
Um Tsunami inundou as praias asiáticas e eu, angustiado com aquela tragédia, escrevi um texto. Erradamente, vazei minhas dúvidas, deixando transparecer em público a minha dor.
Acontece que isso não se faz entre evangélicos, que convivem com certezas. Quase fui linchado em praça pública, já que os protestantes brasileiros se habituaram a “convicções fortes” a uma “fé inabalável” e a “afirmações irredutíveis”.
Outro erro meu: tolamente não cogitei, naquela altura dos acontecimentos, que os teólogos e os pastores já tivessem as respostas com argumentos teológicos muito melhores do que os meus – tenho mais dúvidas do que certezas – para explicar a morte de algumas centenas de milhares de pessoas – a maioria pobre.
De lá para cá, espalha-se um amontoado de coscuvilhices pelos corredores evangélicos sobre a minha adesão à Teologia Aberta – “Open Theism” em inglês. Como as pessoas ouvem o galo cantar, mas não sabem onde, recebo cartas quase diariamente me perguntando que bicho é este chamado de Teologia Relacional.
Alguns queridos também escrevem preocupados com a minha vida diante desta “nova heresia”. Teismo Aberto e Teologia Relacional não são a mesma coisa. Vou tentar explicar a diferença.
Começo por afirmar que não gosto de rótulos ou cercas que buscam circunscrever as pessoas dentro de categorias. Considero pobre e reducionista taxar alguém de calvinista, arminiano, liberal, relativista ou de qualquer outra coisa. Digo isto porque busco não deixar-me restringir a uma “nova” teologia ou a repetir pensamentos enlatados, vindos de fora.
Lamento que os professores de seminário continuem a achar que aderi a uma única escola vinda dos Estados Unidos denominada “Teologia Relacional”. Eles nem sabem que este termo é totalmente desconhecido lá.
Aliás, o termo “Teologia Relacional” foi cunhado por mim e pelo Stanlei Belan, um engenheiro muito amigo, membro da congregação Betesda [Igreja Batista Betesda em São Paulo]. Nos nossos “papos-cabeça”, notamos que carecíamos de uma expressão que nos ajudasse a conceituar os nossos arrazoamentos.
Realmente não dá para imaginar que dois tupiniquins o inventaram nos arredores de São Paulo durante um retiro de carnaval.
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Magalhães Luís
Mas ao que Stanlei e eu nos referíamos quando criamos a expressão Teologia Relacional? Vamos por parte.
1. D'us relaciona-se com mulheres e homens em Amor.
Entendemos que a declaração joanina de que D'us é amor não visa conceituar ou definir filosófica ou teologicamente como um atributo divino, mas descrever a maneira como Ele decidiu soberanamente relacionar-se com a humanidade.
Entretanto, vimos que, ao dizer que D'us é amor, complexas implicações se levantavam. Decidimos levá-las às últimas consequências, foi aí que acabamos confrontando algumas práticas e percepções religiosas.
Senão, vejamos:
a) Um dos atributos do amor é liberdade. Entendemos que não seria possível falar sobre amor e, ao mesmo tempo, aceitar que ele aconteça com algum tipo de coerção.
Sim, D'us pode arrastar (no calvinismo: “Graça Irresistível”) para si quem quiser. Mas, não é assim que a Bíblia revela o seu amor. Se agisse desta forma, D'us teria subordinados, vassalos, marionetes, jamais amigos, filhos maduros ou parceiros.
b) A liberdade como um atributo do amor, complicou ainda mais. Perguntamos: Como D'us pode conceder real liberdade, se a sua presença, o seu fulgor, a sua glória preenchem tudo? Como mulheres e homens poderiam desenvolver virtudes, atitudes maduras e comportamentos responsáveis com a presença de D'us transbordando no mundo, na realidade espacial e nos espaços existenciais?
D'us ausentou-se por amor!
O capítulo sobre o amor, escrito por André Comte-Sponville em “Pequeno Tratado das Grandes Virtudes” (Ed. Martins Fontes), pode ajudar a compreender melhor o significado desta ausência divina:
“O que é este mundo… senão a ausência de D'us, a sua retirada, a sua distância (a que chamamos espaço), a sua espera (a que chamamos tempo), a sua marca (a que chamamos beleza)?
D'us só pôde criar o mundo retirando-se dele (senão só haveria D'us); ou, se nele se mantém (de outro modo não haveria absolutamente nada, nem mesmo o mundo), é sob a forma da ausência, do segredo, da retirada, como a pegada deixada na areia, na maré baixa, por um passeante desaparecido, única a atestar, mas por um vazio, a sua existência e o seu desaparecimento
Temos aí uma espécie de panteísmo em negativo, que é a recusa de qualquer panteísmo verdadeiro ou pleno, de qualquer idolatria do mundo ou do real.
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Magalhães Luís
“Este mundo enquanto totalmente vazio de D'us é D'us mesmo”, e é por isso que “D'us está ausente, sempre ausente, como indica de resto a famosa prece: “Paizinho nosso que estás no Céu…”
Simone Weil leva a expressão a sério, e tira dela todas as consequências: “É o Pai/Mãe que está no Céu. Não em outra parte. Se acreditamos ter um Pai/Mãe aqui na terra, não é ele, é um falso D'us.” Espiritualidade do deserto, que não encontra ou não prega mais que “a formidável ausência, por toda a parte presente”, como dizia Alain, a que responde, na sua aluna, esta fórmula surpreendente: “É preciso estar num deserto".
Pois aquele que é preciso amar está ausente.” Mas é razoável esta ausência? Esta criação-desaparecimento? Este “bem feito em pedaços e espalhado através do mal”, estando entendido que bem possível já existia (em Deus) e que o mal só existe por esta dispersão do bem, pela ausência de D'us – pelo mundo? “Só se pode aceitar a existência da infelicidade considerando-a como uma distância”, escreve ainda Simone Weil. Que seja.
Mas qual a razão desta distância? E, já que esta distância é o próprio mundo, enquanto ele não é D'us (e ele só pode ser o mundo, evidentemente, desde que não seja D'us), que razões para "criar" o mundo? Para a criação?
Simone Weil responde: “D'us criou por amor, para o amor. Deus não criou outra coisa que não o próprio amor e os meios do amor.” Mas es'e amor não é um mais de ser, de alegria ou de potência. É exactamente o contrário: é uma diminuição, uma fraqueza, uma renúncia. O texto mais claro, mais decisivo, é sem dúvida este:
A criação é da parte de D'us um acto não de expansão de si, mas de retirada, de renúncia. Deus e todas as criaturas é menos que D'us sozinho. D'us aceitou esta diminuição. Esvaziou de si uma parte do ser.
Esvaziou-se já nesse ato de sua divindade. É por isso que João diz que o Cordeiro foi degolado já na constituição do mundo. Deus permitiu que existissem coisas diferentes Dele e valendo infinitamente menos que Ele. Pelo acto criador negou a si mesmo, como Cristo nos prescreveu nos negarmos a nós mesmos.
D'us negou-se em nosso favor, para nos dar a possibilidade de nos negar por Ele. Esta resposta, este eco que depende de nós recusar é a única justificativa possível à loucura de amor do ato criador.
As religiões que conceberam esta renúncia, esta distância voluntária, este apagamento voluntário de D'us, a sua ausência aparente e a sua presença secreta aqui embaixo, estas religiões são a verdadeira religião, a tradução em diferentes línguas da grande Revelação.
As religiões que representam a divindade como comandando em toda parte onde tenha o poder de fazê-lo são falsas. Mesmo que monoteístas, são idólatras…”.
Embora ateu, Comte-Sponville parece compreender bem que realmente só temos de D'us neste mundo, as suas “pegadas”, a sua “impressão digital” – “Os céus declaram a glória de D'us”.
Também concordo com John Hick (“Evil and the God of Love” – New York, Harper & Row; London, Mcmillan, 1966, p. 317) – quando elabora esta ausência divina do universo como um gesto do seu amor e não do seu abandono – como os deístas supunham:
“Ao criar pessoas finitas para amar e serem amadas por ele, D'us precisa dotá-las com certa autonomia relativa quanto a si mesmo”. Mas como pode uma criatura finita, dependente do Criador infinito quanto à sua própria existência e a cada poder e qualidade do seu ser, possuir qualquer autonomia significativa em relação a este Criador?
A única maneira que podemos imaginar é aquela sugerida pela nossa situação efectiva. D'us precisa colocar o homem à distância de si mesmo, de onde ele então pode vir voluntariamente a D'us. Mas como algo pode ser colocado à distância de alguém que é infinito e omnipresente? É óbvio que a distância espacial não significa nada neste caso.
O tipo de distância entre D'us e a humanidade que criaria certo espaço para certo grau de autonomia humana é a distância epistêmica. Em outras palavras, a realidade e a presença de D'us não devem se impor ao homem de forma coercitiva como o ambiente natural se impõe à atenção deles. O mundo deve ser para os homens, pelo menos até certo ponto, etsi deus non daretur, ‘como se D'us não existisse’.
Ele precisa ser cognoscível, mas apenas por um modo de conhecimento que implique uma resposta livre da parte do homem, consistindo essa resposta em uma atividade interpretativa não-compelida através da qual experimentamos o mundo como realidade que media a presença divina”.
c) Augustus Nicodemus, teólogo presbiteriano, escreveu um texto (http://www.teologiabrasileira.com.br/Materia.asp?MateriaID=140) em que procura analisar a Teologia Relacional (a partir de agora, tratada por TR).
No primeiro ponto do seu arrazoado, Nicodemus tenta explicar quais seriam pressupostos da TR:
“O atributo mais importante de D'us é o Amor. Todos os demais estão subordinados a este. Isto significa que D'us é sensível e se comove com os dramas das suas criaturas”.
Tentemos compreender, frase por frase, o primeiro ponto de sua argumentação:
I) “O atributo mais importante de D'us é o Amor” –
Infelizmente, pela fragilidade dos seus argumentos, parece que ele nunca leu as obras originais de Clark Pinnock, John Sanders ou Gregory Boyd, apenas o que os seus críticos publicaram na internet.
Não conheço ninguém que, ao tentar descrever uma pessoa, consiga catalogá-la, como dona de um “atributo mais importante”, como: honestidade, justiça, bondade ou amor.
Se nas relações entre os humanos as complexidades são enormes, imagine a criatura tentando relacionar-se com o Divino. Deus não é uma “coisa” para destacar-se uma característica sua, mais importante ou mais singular.
Portanto, Nicodemus fez uma afirmação inconsistente com a revelação judaico-cristã de D'us como Pessoa, nunca defendida pelos escritores do teismo aberto ou por qualquer outro teólogo que eu já tenha lido.
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Magalhães Luís
II) “Todos os demais [atributos] estão subordinados a este” –
De novo, Nicodemus afirma sem poder situar a fonte da sua declaração. Entretanto, agora fica nítido que está arando terreno para o que vai dizer logo depois, quando exporá uma premissa fundacional do ultra-calvinismo – a apatia divina.
Nicodemus quer, com uma só tacada, demolir as premissas do teísmo aberto e minar o senso comum da tradição evangélica que reconhece a ternura de Deus.
A sua próxima frase vai negar noções intuitivamente percebidas pela grande maioria dos evangélicos: D'us é afectuoso, sim.
III) “Isto significa que Deus é sensível e comove-se com os dramas humanos” –
Espere! Mas não é precisamente isto que as Escrituras repetidamente expressam sobre o Senhor? Por que a TR seria uma heresia por acreditar nos acfetos divinos? A não ser que Nicodemus leia as Escrituras com as lentes aristotélicas do “Motor Imóvel” ou da “Apatia Divina”, não há como entender o D'us da Bíblia, senão como uma Pessoa que se sensibiliza e se comove com o drama humano.
Considero desnecessário mencionar centenas e centenas de versículos tanto da Bíblia hebraica como da cristã em que o Todo-Poderoso lamenta e espera; sofre e ri; chora e tem paciência; pune e perdoa. Podem existir conceitos do Divino em que D'us não seja tocado pelo sofrimento humano, mas, seguramente, ele não se parecerá com o D'us Encarnado dos cristãos.
Finalizando, entendo que a Bíblia revela um D'us amoroso usando a metáfora do Pai/Mãe para significar a intensidade como Ele nos quer bem:
“Como a ternura de um pai para com seus filhos, assim terno é Ela-Ele [Nome andrógino, que mescla em equidade "todas as energias masculinas e femininas", rabino reformista Mark Sameth] para aqueles que o temem; pois ele sabe de que somos feitos, lembra-se de que somos pó” – Sl 103.13-14.
Magalhães Luís
Soli D-o Gloria.
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Marcio Machado Dos Santos
Magalhães presciência eu não creio, se houvesse seria um jogo de cartas marcadas, anularia o livre-arbítrio e por aí...eu não imagino um tempo linear passado-presente-futuro, mas um tempo circular, em uma visão "eterna", assim há "n' possibilidades de que isto ou aquilo ocorram, mas o nosso "subjetivo" determina o que , o como e o quando ocorre...então D'us não é um "vidente" nem um feitor de "escravos" torna-se tão expectante quanto nós em relação a nós mesmos e aos outros..
Não gosto  1  há 14 minutos

Magalhães Luís
Eu acredito em livre agência... Somos muito condicionados pelos mídia, cores, aditivos na comida, etc...
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Magalhães Luís
Eu procuro ser do contra... Resistência.
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Magalhães Luís
kkkkkkkkkkkkkkkk
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Magalhães Luís
O meu lema - A QUEM MUITO TEM TUDO LHE SERÁ ACRESCIDO, MAS AO QUE POUCO TEM ATÉ O POUCO LHE SERÁ TIRADO...
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Magalhães Luís
Sinto-me um eleito, um predestinado, mas pode ser tudo uma ilusão....
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Magalhães Luís
É o meu leitmotiv... D'us age em mim o poder e o querer.... mas pode ser algo somente de carácter lúdico... Mas sou teimoso.
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Magalhães Luís
O que é leitmotiv? É um termo composto alemão usado para significar o “motivo condutor’, a lógica da ligação entre dois ou mais entes quaisquer. » https://www.facebook.com/leitmotivblog

Magalhães Luís
Miguel Neves:
A humildade é a verdade, ensina Santa Teresa de Ávila. E dou-lhe inteira razão. Ser verdadeiramente humilde não consiste em fingir uma modéstia que nada mais é do que balofa; consiste, sim, em ser genuíno e autêntico, convicto do que se é e do que se sabe e também do que não se é e do que não se sabe. Pela minha parte, posso afirmar com segurança que, não obstante os defeitos que tenho, não tenho inveja de quem quer que seja. Pelo contrário. Admiro quem merece a minha admiração e alegro-me com o sucesso de quem merece essa minha alegria. Porque haveria de invejar? Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados.
Caminhemos...

Miguel Neves

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1411030742451989&set=a.1384508655104198.1073741829.100006352299976&type=1&theater&notif_t=like

Magalhães Luís:
http://cavrt.blogspot.pt/2013/08/em-construcao-jesus-o-mito-ou-nao-mito.html

Magalhães Luís:
O fato é que Deus é Deus. E o homem é o homem. E o que Deus faz como soberania não é nem mesmo detectável pelo homem. E o que o homem desejaria saber de liberdade só é por ele conhecido como rebelião e capricho.

Deus é. O homem está sendo. Deus é; sendo Alguém para além da própria Existência. O homem, todavia, não é, mas apenas passa a ser sendo; portanto, existindo. Deus preexiste à existência. O homem, todavia, só existe por causa da existência.

Magalhães Luís:
Mas admiro a tua "audácia" baseada em dados empíricos bem recolhidos: "[...] Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados. Caminhemos..."



Miguel Neves:
Bem observado, Luís. E o facto dos factos é que, como ensina Teresa de Lisie
Miguel Neves:
A humildade é a verdade, ensina Santa Teresa de Ávila. E dou-lhe inteira razão. Ser verdadeiramente humilde não consiste em fingir uma modéstia que nada mais é do que balofa; consiste, sim, em ser genuíno e autêntico, convicto do que se é e do que se sabe e também do que não se é e do que não se sabe. Pela minha parte, posso afirmar com segurança que, não obstante os defeitos que tenho, não tenho inveja de quem quer que seja. Pelo contrário. Admiro quem merece a minha admiração e alegro-me com o sucesso de quem merece essa minha alegria. Porque haveria de invejar? Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados.
Caminhemos...

Miguel Neves


Magalhães Luís:

Magalhães Luís:
O fato é que Deus é Deus. E o homem é o homem. E o que Deus faz como soberania não é nem mesmo detectável pelo homem. E o que o homem desejaria saber de liberdade só é por ele conhecido como rebelião e capricho.

Deus é. O homem está sendo. Deus é; sendo Alguém para além da própria Existência. O homem, todavia, não é, mas apenas passa a ser sendo; portanto, existindo. Deus preexiste à existência. O homem, todavia, só existe por causa da existência.

Magalhães Luís:
Mas admiro a tua "audácia" baseada em dados empíricos bem recolhidos: "[...] Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados. Caminhemos..."
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Miguel Neves:
Bem observado, Luís. E o facto dos factos é que, como ensina Teresa de Lisie
Miguel Neves:
A humildade é a verdade, ensina Santa Teresa de Ávila. E dou-lhe inteira razão. Ser verdadeiramente humilde não consiste em fingir uma modéstia que nada mais é do que balofa; consiste, sim, em ser genuíno e autêntico, convicto do que se é e do que se sabe e também do que não se é e do que não se sabe. Pela minha parte, posso afirmar com segurança que, não obstante os defeitos que tenho, não tenho inveja de quem quer que seja. Pelo contrário. Admiro quem merece a minha admiração e alegro-me com o sucesso de quem merece essa minha alegria. Porque haveria de invejar? Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados.
Caminhemos...

Miguel Neves


Magalhães Luís:

Magalhães Luís:
O fato é que Deus é Deus. E o homem é o homem. E o que Deus faz como soberania não é nem mesmo detectável pelo homem. E o que o homem desejaria saber de liberdade só é por ele conhecido como rebelião e capricho.

Deus é. O homem está sendo. Deus é; sendo Alguém para além da própria Existência. O homem, todavia, não é, mas apenas passa a ser sendo; portanto, existindo. Deus preexiste à existência. O homem, todavia, só existe por causa da existência.

Magalhães Luís:
Mas admiro a tua "audácia" baseada em dados empíricos bem recolhidos: "[...] Deus entendeu dotar-me com um quociente de inteligência acima do normal e com faculdades parapsicológicas que me permitem "ver" para além das aparências. Isto, unido a um "background" formativo e cultural sólido e a princípios e valores universais inalienáveis que assumo, inspirados no humanismo cristão, não me permite rastejar pelo lodo da inveja. Felizmente, sintonizo outra frequência vibratória. E como não sou nenhum privilegiado, pois qualquer pessoa pode caminhar neste sentido (basta querer), anseio por que os meus irmãos e irmãs, nesta aventura que é a existência, se elevem acima do que as bestializa e comunguem desta PAZ incomparável que provém de uma mente e de um coração bem resolvidos e integrados. Caminhemos..."


Bem observado, Luís. E o facto dos factos é que, como ensina Teresa de Lisieux, "é só o AMOR que importa". Só no Amor e pelo Amor podemos roçar na Essência das essências, na Causa Incausada de todas as causas, no Mistério Supremo cuja substância é, precisamente, o Amor.
Soli D-o Gloria.

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Uma identificação última com a essência fundamental das igrejas ou espiritualidades não significa, de modo nenhum, que estejamos de acordo com todas e cada uma das coisas que se fazem nelas.

O teólogo K. Rahner escreve: 
"O autêntico dogma nas Igrejas constitui algo que me obriga absolutamente. Como cristão e como teólogo, com certa ansiedade de espírito e coração, devo perguntar-me - com não pouca frequência - qual é o verdadeiro sentido de uma afirmação que o magistério das Igrejas mantêm como dogma, para lhe dar o meu assentimento de modo honesto e tranquilo. 

"Ao longo da minha vida nunca senti que isso fosse impossível. Em relação a esses dogmas, dei-me conta, claramente, que só podem ser bem entendidos quando se torna patente o seu sentido na linha da abertura ao mistério de D-us, sabendo, por outro lado, que foram formulados em condicionamentos históricos determinados. Esses dogmas encontram-se inevitavelmente numa espécie de amálgama que, de facto, não pertence ao conteúdo da declaração dogmática e que pode mesmo levar a que esse conteúdo seja mal interpretado. Isto acontece também porque esses dogmas estão formulados como regulações linguísticas que, para serem fiéis à realidade a que aludem, não deveriam permanecer sempre iguais, nem com as mesmas palavras com que foram formulados. 

"As coisas são diferentes quando se trata deste ou daquele ensino mantido pelo magistério como oficial, apresentado como vinculante, mesmo que não tenha sido 'definido'. Julgo que, por exemplo, nem a argumentação básica nem a autoridade de ensino das Igrejas a que, de facto, se recorre oferecem um fundamento convincente e obrigatório para aceitar a discutida doutrina católica de Paulo VI na 'Humanas Vitae'. O mesmo se diga acerca da declaração feita pela Congregação Católica da Doutrina da Fé que pretende excluir, por princípio, a ordenação de mulheres, como algo a aplicar em todos os tempos e culturas" (cf. "Scriften" XIV, 1980).

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Robespierre Cardoso da Cunha
Simples o dominio que esta por trás dela é de um anjo caído ...HA'Satan


Francisco Sales Gonzaga
só isto e prq eles seguem anjo caido?será que o sujeito ñ esta vendo o anjo caido não? gente acorda!!!!!


Regina Da Silva Farias
ñ é nda por causa de anjo nenhum é por causa de poder só isto e riquezas ela sabe que se começa falar a vdd tera que devolver oque tomou dos inocentes a 2mil anos e tera que pga pelos crimes que cometeu nestes 20 seculos!


Regina Da Silva Farias
ela ainda é muito poderosa esta na epoca do barro mas ainda é muito forte!


Alcides Jose de Castro
Mas como posso ser conhecedor da vdd e ensinar a mentira?pode patecer ingenuo de minha parte mas quantas pessoas nas trevas.e JESUS CRISTO,O NAZARENO sempre diz que a vdd liberta.como posso cultuar imagens de gesso uma vez que D+us busca adoradores que o adorem em Espirito,pela fé.


Francisco Sales Gonzaga
A idolatria e depravação dos homens>A ira de DEUS se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça; romanos cap;1;vers;18porquanto o que de DEUS


Francisco Sales Gonzaga
se pode conhecer é manifesto entre eles,porque DEUS lhe manifestou.vers;19!


Magalhães Luís
Eu ainda não percebi porque razão se afirma que a Igreja Católica leva à idolatria. Como é que uma teologia apoiada em Santos e teólogos de primeira qualidade ainda leva a uma questão do século XVI?! Quando as Igrejas da Reforma que tinham essa disputa já chegou a um entendimento da postura Católica. Para chegar a uma posição consensual nas cerimónias litúrgicas ecuménicas recorre-se a ícones.


Magalhães Luís
Continua-se a pensar a partir da mentalidade sectariana evangelical, unicista, unitariana, judia-muçulmana...


Magalhães Luís
E aos crentes em Yeshua vão estudar mariologia. Passo 1: http://pt.scribd.com/doc/99504667/MARIOLOGIA



X
Alcides Jose de Castro......a igreja católicas criou muitos costumes para se diferenciar entre as religião....para aderir mais adeptos.....criou costumes quem nem existe na Biblia,o de padre não poder casar,isto não existe, é apenas uma forma que igreja católicas achou de não dividir seus bens.....do vaticano não dividir seus bens com estas famílias....mais podemos ver muitos filhos bastardos jogados ao leu.....muitos jovens sendo usados pelos padres....não existe a crisma....entre muitos outros costumes ....o de idolatria....pois o Papa é o maior criador de imagens....mais pela posição social .....e politica ....pela força de poder politico.....ela consegue continuar a enganar......um pastor disse em uma de suas pregações que a África sofre até hoje as consequências das escravidão.....do Egito.....pois lá foi o lugar que Cristo foi crucificado.....e pela nação do Egito ser um povo negro.....entendeu-se que é racismo.....mais na verdade é só as consequências de pecado do passado.....Deus acabou com Sodoma e Gomorra pelo pecado do luxuria.....do imagens ....e idolatria ..e do homossexualismo que existia na época.....e este mesmo pastor disse que Deus ama os homossexuais....mais condena seus pecados.....foi criticado por isso ...e o Papa para defender a família católica disse a mesma frase.....que Deus ama os homossexuais mais condena seus pecados....ama as pessoas mais não seus erros.....e ninguém se importou....nada houve contra ele......tudo que a igreja católica aprova ....fala......por causa da politica...economia......do poder......tudo é aceito......e se de qualquer religião disser.....é condenado......a justiça do homem é cega......a justiça do homem é conveniente......só a Deus....é justa e fiel......por isso nunca vamos enteder ninguém nem o mundo pois os homens são corruptos e todo mundo tem um preço.....e cada um mostra seu valor na hora da verdade.......o mundo jás do maligno......e o que vale....entre muitos é sobreviver......enquanto deveria ser saber viver.....pois sem YHWH não somos nada......ou podemos até ser por um tempo.....mais não podemos ser o tempo todo...assim é a verdade e a mentira......tudo pode durar por um tempo mais nunca o tempo todo.....Deus tira as mascaras.....desnuda os soberbos....rebeldes...desobedientes.....arrogantes......


Magalhães Luís
A questão do Padre ser casado ou não, não tem a haver com argumentos materialistas. Que estão presentes, é claro, ninguém contesta isso. Mas o Padre casa misticamente com Jesus. Que é superior a qualquer casamento humano.


X
PAZ DE ESPÍRITO, MELHOR CALMANTE!
Às vezes as tribulações da vida nos deixam abalados e perdemos a paz e o sono. Sentimo-nos acuados e encurralados por sentimentos turbulentos que assombram nossa alma. O melhor remédio para um sono reparador é a paz de espírito, fruto da confiança em Deus. o rei Davi, quando estava passando o momento mais amargo de sua vida, fugindo de seu próprio filho Absalão, que queria tirar-lhe a vida e tomar-lhe o trono, disse: "Deito e logo pego no sono, porque só tu, Senhor, me fazes repousar seguro".


Magalhães Luís
Eu sou um cristão que está casado misticamente com Jesus; não o troco por mulher alguma.


Magalhães Luís
Sou celibatário com toda a liberdade.


Magalhães Luís
Todo o sacerdote apaixonado por Jesus devia ser celibatário.


Magalhães Luís
Estou com São Paulo.


Magalhães Luís
1 Coríntios 7: 32 Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor,

33 mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher,

34 e está dividido. A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.

35 E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma.
João Ferreira de Almeida Atualizada (AA)


Magalhães Luís
"O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
"A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."

X
Se o padre tem a ideia que casa com Jesus Magalhães Luís.....ainda é pecado maior ainda...de ignorância pois todos os padres tem suas amantes.....e o vaticano incoberta oculta tudo isso....sempre que aparece na mídia algo sobre isso de um padre ele fica um tempo fora e depois volta......lá tudo é acobertado....esse negocio de celitabo....é falso.....veja o Francisco renunciou.....ficou um tempo acobertado....e hoje já mora quietinho nos palácios do vaticano.....lá tudo funciona na mesma politica.....tudo se acoberta.....todos os estupros......toda luxuria......todo fruto da carne é acobertado e oculto pelo vaticano.....se você cre que existe mesmo celibato na igreja católica você é muito ingênuo.....


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Pois eu não tenho amante alguma. Só Jesus na minha vida. E comigo tenho muitos santos.


Magalhães Luís
E não vivo na lúxuria.

X
Algum crente.....já foi casado com uma mulher por caridade?


Magalhães Luís
Sim. Por caridade. Existem crentes assim. Para as tirarem da prostituição. Com autorização eclesiástica. Nada às escuras. 


X
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk......quanta hipocrisia Magalhães Luís


Magalhães Luís
Agora essas mulheres estão casadas com pessoas que realmente as amam no aspecto unitivo e procriativo. Cristãos praticantes. E nessas congregações toda a gente participa nesses eventos reconstructivos da nova biografia dessas almas.

X
Você está vendo que você só confirmou tudo o que eu disse Magalhães Luís.....o Vaticano aprova....tudo......e os padres enganam a si mesmos....pois a sociedade já sabe ....sem essa de caridade.


Magalhães Luís
Com certeza, mas não é da ICAR. Não menciono denominações. E foi um pedido de uma outra Igreja a outra Igreja. Que pediu ajuda. Pois não sabiam mais como ajudar. Foi algo interconfessional. Contaram-me. Gente de credibilidade.


X
Você não precisa casar com uma mulher para ajudar ela Magalhães Luís.........Para de se enganar com esses da clerezia.....Fica dizendo essas heresias absurdas de caridade e outros besteirol.


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência.


Magalhães Luís
Sabia disso?! Para não ser apedrejada.


X
Magalhães Luís......me desculpe...mais com a hipocrisia deslavada não dá da para falar.....e voce ainda fica argumentando se achando o bom......me poupe...desta.....todo o padre tem amante sim e é acobertado pelo Vaticano.......ele sabe que não vive o pecado pois casar e ter família não é pecado.....o pecado é a hipocrisia....sua de disser que era só caridade......


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência. Sabia disso?! Para não ser apedrejada. Sabia. Estou apenas a imitar o santo.


Magalhães Luís
E mais: "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."

Magalhães Luís "A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."

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Magalhães Luís.....ou voce é muito safado.....ou é ignorante.....Jose amava a Maria....já estava para se casar com ela......e por ser um homem temente a Deus....e por um anjo ter falado com ele....e por ele ver que ali se fazia a gloria de Deus.....se fazia cumprir as promessas.....e depois eles tiveram muitos outros filhos.....ele respeitou Maria no tempo que Deus deu a ele....mais a mulher que voce casou não precisava de sua caridade desta forma......me engana que eu gosto.....isso tem outro nome......que vergonha usar as Palavras Bíblicas para justificar esta heresia blasfêmia...hipocrisia....



Magalhães Luís
José amava Maria?! E por um Anjo ter falado com ele?! Isso é em Mateus 1:20. Em "19José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber."


Magalhães Luís
Veja: "José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber.""


Magalhães Luís
Não fala de amor. Fala de fazer tudo direito.


Magalhães Luís
E mais » Escreve São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."


Magalhães Luís
 E centre-se no que diz São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."

X
Magalhães Luís.....as pessoas usam versículos da Biblia...e querem usar em sua vida achando que estão fazendo as mesmas coisas igual da Palavra....se voce se casou com alguém seu celibato se foi no casamento.....hoje voce pode ser uma pessoa resguardada......mais não no celeibato...na pureza.....


Magalhães Luís
O celibato, no meu caso é retomado quando eu quiser. Eu quando fiz o voto de celibato não era perpétuo. Pois era um religioso calvinista, não era um religioso católico. Tinha alguns privilégios especiais. Eu queria crescer no conhecimento do Senhor. Sem distracções.


Magalhães Luís
E durante anos não me distraí do Senhor.


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Eu já fui da Igreja Católica e tenho muitos da família na igreja católica e sei como funciona estas coisas lá....


Magalhães Luís
Se sei algo hoje devo-o a esse tempo. "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
Eu fui monge a tempo inteiro e sei como funcionam estas coisas lá...


Magalhães Luís
Não ouvi dizer.


Magalhães Luís.....quando voce perde a virgindade.....perdeu amigo....quando perdemos algo....esta perdido principalmente num caso como esse......a pureza.....é assim ou se é ou se não é.....deixa de hipocrisia.....voce já de certeza se deitou ou coabitou com alguém e quer me dizer qaue é puro sexualmente.....me poupe......


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Celibato não é virgindade.


Magalhães Luís
Celibato não tem a ver com ser puro sexualmente. Isso é ser monge budista.


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HIPOCRISIA....Magalhães Luís..........voce não vive de celibato assim como nenhum padre vive isso é só enganação.....enganam vocês mesmos e tentam enganar os outros.........besteirol.........o celibato é um costume só no papel.....de igreja católica.....mais na pratica não funciona.....de forma nenhuma........HIPOCRESIA>>>>>>>>>>
No dicionário Magalhes esta escrito assim: Celibato estado de uma pessoa que se manteve solteira...celeibatario que ou aquele que nunca se casou.......portanto.......para de HIPOCRESIA.....

Magalhães Luís
Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.


Magalhães Luís
Mas dentro da Igreja Católica um padre pode casar-se. Basta ser padre católico da Igreja Católica de rito oriental.


Magalhães Luís
Só o padre de rito latino é que não pode casar.


Magalhães Luís
No rito ocidental se você quiser casar pode casar-se na Comunhão Anglicana e depois pedir para ser integrado na Igreja Católica.


Magalhães Luís
Por isso qualquer padre pode casar-se. Só tem é que escolher.


Magalhães Luís
Repito. Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.

X
Magalhães Luís
Se não quiser invocar a santíssima Trindade na sua vida sacerdotal, tem o rito oriental e a Comunhão Anglicana.

Magalhães Luís........HIPOCRESIA ...e EGOCENTRISMO.......essa é sua religião esse é seu deus.......chega......sem definição..........................................................................................................................e o pior de tudo fica tentando se argumentar...............................................................seja seu sim. sim............seu não não o que vier além disso é maligno....................cada vez se compromete mais...quanto mais fala.....mais azeda tudo....


Magalhães Luís
Não quer entender é consigo. Mas pergunte a um padre se no rito oriental não se pode casar.


Magalhães Luís
Passar bem.

X
Tem muita sujeira em muitas lugares Magalhães Luís.......não em tudo mais em muita coisa em muita religião.....e escondem tudo debaixo do tapete.....conhecedores da Palavra ........é cheio de hipocrisia......enganação......só Deus para por terra toda sujeira......enganação.


Magalhães Luís
Que a afectividade e a sexualidade não são uma fatalidade, imposta pelas leis da natureza e da sociedade, mas são o campo de uma escolha livre, é o próprio Jesus quem o proclama, antes de mais sendo Ele próprio celibatário e proclamando que há aqueles que escolhem a via da continência por amor do Reino dos Céus (cf. Mt 19, 12). Ao proclamar a possibilidade desta escolha livre, o Senhor restitui ao casamento a sua dignidade de escolha livre. Sobretudo a mulher, que tinha a sua dignidade restringida à procriação, sente-se liberta e reconhecida na sua dignidade como pessoa. Não é por acaso que, na Igreja nascente, são as mulheres que escolhem a virgindade como caminho para seguir a Cristo, que suscitam o ideal da virgindade como caminho cristão de amor.


Magalhães Luís
Eu hoje retomo esse caminho. Por isso fico mais livre para estudar e poder depois partilhar.


Magalhães Luís
O celibato não é uma renúncia ao amor; é a escolha de um amor novo e este converge com o amor do Bom Pastor. A própria complementaridade homem-mulher encontra expressão de profundidade e de intimidade mística, onde o melhor de cada um exprime a comunhão dos santos. São Bento e Santa Escolástica, São Francisco e Santa Clara não são os únicos exemplos.

Magalhães Luís.......voce vive na carne......do seu próprio egocentrismo........faz um churrasco da própria carne e não consegue nem sentir dor.......nem ver nada......vive num arco íris......


Magalhães Luís
Eu escolhi este amor novo. Imitador de São Paulo. E das suas palavras: "Sem distracção".


Magalhães Luís
Você parece que quer me incentivar negativamente.


Magalhães Luís
Em vez de me ajudar. Eis um poema que descreve o que queremos ser. O que a nossa alma quer ser. »»»»»»»»»

Seja a alma humana leve, branca e pura como a neve, 
A fim de que a sua lisura seja tudo menos breve. 
Essa pureza química na verdade sã consiste; 
A mentira, triste mímica, lá não cabe, lá não existe. 
E assim, no refrigério dessa alva simplicidade, 
Encontra-se viva e salva a irmã humanidade!...

Miguel Neves