segunda-feira, maio 28, 2012

TREVAS




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    "Não quero perfeição, não quero o amor mais perfeito, não quero a amizade sem defeitos, a convivência sem erros, uma vida sem críticas ou um comportamento impecável. Mas não posso deixar de querer que as relações sejam sinceras, nem que esta sinceridade seja doída. Se ela se faz necessária, ela precisa existir. Uma verdade dói, eu sei, mas dói menos que a mentira pois a mentira evolui pra desvios bem mais graves, e a sinceridade... Bom ela é sempre muito mais digna!!!!!"




    Alice ♥





    • Tu, Maria Ines Siracusa e Solange Ayres Borges gostam disto.

      • Maria Ines Siracusa Amor Meu, Eterno Amor!
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      • Luís Magalhães Fico arrepiado e fortificado com as suas palavras, ó poderosa Siracusa (Maria Ines Siracusa), ficam colocadas entre o Ágape e o Eros. Mas eu quero uni-las! Cabe-me a mim aglutina-las. Bem disse France Quéré: "Cristo teve muitos inimigos; não teve inimigas."
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      • Luís Magalhães Os filósofos gregos nos tempos de Platão e outros autores antigos usaram o termo para denotar o amor a membros da família, de um grupo com afinidades, ou uma afeição para uma atividade particular em grupo, em contraste com philia, uma afeição que poderia ser encontrada entre amigos que praticavam tarefas assim, em conjunto e de forma assexuada, diferente do amor romântico eros, uma afeição de natureza sexual e romântica.
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      • Luís Magalhães Quero sugerir outro Amor Eterno. O seu nome é Tomás de Aquino, que era um cristão duma ordem católica mendicante. Ele conhecia muito bem e descreveu as múltiplas artes e géneros literários que vestem a Revelação divina ao longo dos tempos e o seu acolhimento na inteligência humana pela graça da fé, privilegiando sempre as formas simbólicas, parabólicas, narrativas e imperativas. Baseou-se no Novo Testamento para justificar o seu recurso à teologia argumentativa indispensável para testemunhar a verdade da fé cristã no novo contexto cultural.

        Na exposição da Sagrada Escritura, que muito cultivou, sabia que estavam consagrados quatro sentidos dos textos: o sentido histórico, o sentido moral, o sentido alegórico e o sentido místico (anagógico). Mas Tomás de Aquino destacava sempre o sentido literal para que a maravilhosa teologia simbólica não fosse utilizada para encobrir uma floresta de enganos.

        Para quem desejar seguir o percurso fascinante deste dominicano apaixonado da verdade de Deus e da verdade do mundo - que se despediu, aos 49 anos, do interior da sua noite mística, dizendo "depois do que vi, é só palha o que escrevi" - recomendo a obra de maior rigor histórico: Jean Pierre Torrel, "Iniciação a Santo Tomás de Aquino. Pessoa e obra", Ed. Loyola, São Paulo 1999.

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  • Aqui não vim em busca de alguém para satisfazer prazeres mundanos, mas para realizar meu grande sonho e encontrei a besta bruta, rude, suja e insultante, que a ninguém ouve e respeita, pois tem a alma surda e prefere o barulho dos ratos ao silêncio dos gatos, compara as aspirações de mulheres nas artes dos homens ao andar desengonçado do cão sobre suas quatro patas defeituosas que mal dá para crer que ele consegue andar, mas esta besta foi uma oportunidade que Deus colocou em minha vida, enviando-me a um semideus a quem, nas palavras do grande e maldito filósofo, todos deveriam ouvir, todos que conseguem perceber que sem o alimento da alma a vida seria um grande engano, e, ainda que a besta zombe dos meus primeiros ensaios, rendo-me à sua indulgência e à sua súplica de perdão...


    • Gostas disto.

      • Luís Magalhães ...e sinto-me uma privilegiada por guiar seus braços sob a vibração no ar da respiração de Deus que fala à sua alma e a Ele o aproxima mais do que todos os outros homens que não escutam Sua voz, não leem Seus lábios, não dão à luz aos Seus filhos, não cantam Suas preces e jamais entenderão que o velho tolo e demente mudou Sua língua para sempre, concedendo-me a honra de secretariar seu entendimento com o todo poderoso como dois ursos e um pote de mel, rugindo e bramindo, com garras afiadas, atacando-se pelas costas de modo que ninguém nem se atreveria a chegar tão perto, tornando-os os dois únicos adeptos de uma religião solitária onde um vive em silêncio, não vivendo a verdade, enquanto o Outro infesta a cabeça do primeiro constantemente com sons que por ele precisam ser escritos para que ele continue vivendo, ainda castigado por ser-lhe negado o prazer de ouvir o que todos ouvem, o prazer de ouvir sua obra inspirada por um Deus inimigo e desamoroso, e agora que a tempestade da manhã veio para levá-lo, alegre, formosa centelha divina, filho do Elísio, ébrio de fogo, para dentro de Seu santuário celeste, sua magia volta a unir, o que o costume rigorosamente dividiu, irmana todos os homens e teu doce voo lança-me numa grande fuga, feia e bonita, desafiando a noção de beleza, visceral, partindo do estômago para se chegar a Deus porque é lá que ele mora, não na cabeça e nem mesmo na alma, e onde Ele mora é onde as pessoas sentem a intensidade revirando suas entranhas até o céu, tão forte que causa uma iluminação no cérebro, mas não me faz perder a minha cabeça em meio às nuvens, faz meus sapatos enlamearam-se de fezes, e assim vivencio a língua inventada pela besta para falar das experiências dos homens com Deus, e foi por isso que Ele enviou-me aqui, para escrever esta língua, ser o anjo de sua alma, para ouvir a voz que fala dentro de mim, para encontrar o silêncio dentro de mim mesma, para tirá-lo da solidão, da prisão, para despertar suas notas adormecidas, para viver pela natureza, para atravessar a ponte da libertação e do lado de lá encontrar o maior tesouro, o tesouro de ser sua Elise, sua jovem mulher perdida, de rejubilar-se com Deus por ter conquistado esta besta adorável, esta única alma amiga e autêntica em todo o mundo, que jamais falhará, jamais chorará sozinha, jamais fará da solidão apenas uma religião, mas inspiração para todas as gerações.
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      • Maria Ines Siracusa Meu amor... Isto são palavras muito pesadas. São tiradas do livro do Apocalipse?
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      • Luís Magalhães: [Maria Ines SiracusaMeu Amor Maior desculpa por ser tão forte e agressivo. Mas é só um texto forte e gótico (gosto de cenas góticas; é o meu lado medieval; não quero que fique apavorada e impressionada - é uma ficção "pura e dura") que eu tirei daqui: http://alceunatali.blogspot.pt/2012_05_01_archive.html

        alceunatali.blogspot.com
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      • Luís Magalhães É uma cena meio hardcore e que não desperta a dimensão ética inerente a toda a dimensão humana. Como se costuma dizer, moral a mais torna a moral odiosa.
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      • Foi algo pensado e intuitivo. Como a moral tradicional, depois de todos os desconstrutivismos a que foi submetida, já não assusta muita gente e parecem ineficazes os reflexos e apelos restauracionistas. Inseridos, claro está, no espaço do pluralismo respeitoso e respeitador em que vivem as sociedades democráticas.


        Preocupante é o imenso vazio revelado na obsessiva invocação da ética e das suas comissões. Vazio que continua a ser mal preenchido por fragmentos, estilhaços de uma memória que servem apenas para dizer a que ponto estamos nus e envergonhados diante dos crimes monstruosos cometidos neste século de magníficas descobertas científicas e requintes tecnológicos. estilhaços de que se alimenta a chamada “ética dos mínimos”, a ética cívica, a ética de todos os cidadãos, repescada nos direitos humanos. Neles tenta recuperar alguns valores absolutos, universais, e transmiti-los às novas gerações (Cf. Adela Cortina, “Ética Civil e Religião”, Paulinas, S. Paulo, 1996).

        Em concreto, não há nenhuma proposta ética que não esteja, de uma ou outra forma, inserida numa tradição ou que, pelo menos, não procure interlocutores na história. A tradição kantiana - ética do dever e que entende a virtude como a conformidade do querer com o dever - continua uma referência incontornável. A proposta ética da razão comunicacional (Apel-Habermas) e a teoria da justiça de Rawls testemunham a sua influência, embora os seus impasses sejam cada vez mais sublinhados.·  1

      • Luís Magalhães A tradição aristotélica - ética da felicidade, da virtude e da alegria - retomou algum do seu prestígio, mesmo para aqueles que lhe não atribuem qualquer função redentora da situação actual. O papel omnipresente da sua concepção de prudência - virtude da recta decisão humana - é particularmente valorizada. Energia de unificação da teoria e da prática, do subjectivo e do objectivo, do essencial e das circunstâncias, é o contrário da indecisão dos medrosos. O enraizamento da prática da decisão num saber bem informado e consciente dos seus limites também não é o atributo dos chamados tontos com iniciativa. O sentido da boa medida - comum a todas as virtudes - é especialmente importante nesta virtude-charneira da decisão lúcida, do risco calculado (Cf. Aubenque, “La Prudence en Aristote, Paris, 1986).

        Segundo o célebre helenista A.-J. Festugière, nas mais autênticas tradições gregas, o bem agir é a condição necessária da euforia, mas a euforia é, por sua vez, a companheira inseparável da actividade virtuosa. A norma para o grego não é “tu deves”, mas “tu podes”. O importante é saber e querer desenvolver capacidades.

        Em Aristóteles, a função das virtudes consiste em tornar possível a realização da felicidade humana mediante um agir mais fácil e deleitável. Pela aquisição da virtude, o sujeito é predisposto e inclinado a realizar, livremente e com gosto, o bem que lhe convém enquanto pessoa humana. Ficou de Aristóteles o célebre adágio : a virtude torna bom quem a tem e boa a sua obra. É o desejo penetrado pela recta razão do agir, desejo deliberado. Assumir a busca da felicidade e do prazer de viver, de forma cada vez mais humanizada, parece ser o projecto da ética aristotélica. Nela são as virtudes que tornam possíveis e agradáveis os actos humanos e o prazer é fruto da perfeição do acto. A divisa desta antropologia poderia ser : “Diz-me quais são os teus prazeres e eu te direi quem és” (Cf. A. Plé, “Par devoir ou par plaisir ?”, Cerf, 1980, p. 41).

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      • Luís Magalhães Não digo que os prazeres da virtude estejam de volta ou que vão ser a próxima moda. No entanto, o grande sucesso de André Comte-Sponville (Cf. “Pequeno Tratado das Grandes Virtudes”, Presença, 1995) - para quem o ateísmo é um dever e ser virtuoso, desesperadamente virtuoso, é fazer deseperadamente o bem sem esperança de recompensa - não é o único sinal de que algo está a acontecer em vários quadrantes.

        Que essa preocupação agite de novo a teologia! Na Idade Média, Tomás de Aquino tentou fazer perceber o alcance da concepção aristotélica da virtude para o entendimento da preparação e originalidade do cristianismo a partir da cultura do próprio psiquismo humano. Deste e através dele brotava uma nova fonte de espontaneidade, de leveza, de agilidade e alegria ao dispor a razão e a afectividade para o agir cristão, sobretudo para o que nele há de mais exigente e radical (Cf. Otto H. Pesch, “A teologia da virtude e as virtudes teologais”, in “Concilium”, 211, pp. 92-112).

        Quando se encara a ética cristã a partir do dever, da norma, do preceito, ela fica sem graça nenhuma e desgraça a natureza humana feita para o abraço do céu e da terra.

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      • Luís Magalhães ‎2. Convergência numa ética comum : os direitos do homem

        “Haver injustiça é como haver morte. / Eu nunca daria um passo para alterar / Aquilo a que chamam injustiça do mundo. / Aceito a injustiça como aceito uma pedra não ser redonda / E um sobreiro não ter nascido pinheiro ou carvalho.” A ronha destes versos de F. Pessoa, o fingidor, é uma peça essencial para o debate em torno da fundamentação da ética, isto é, da experiência intrínseca - do sentido que insiste e persiste em proposições como esta : “Auschwitz, nunca mais !”

        Os pós-modernos consideram infrutíferas e obsoletas todas as tentativas de fundamentar a ética. Além de ser impossível, foi o empenho da superada modernidade. Os cientistas continuam a pensar que a ética - ao contrário da ciência, que é racional e intersubjectiva - vem sempre marcada de subjectividade. No sentido forte da palavra, também o movimento comunitário americano procura não fundamentar a ética. Visa apenas reconstruir a sua racionalidade, afirmando, face aos liberais, que é impossível levar a cabo essa tarefa sem partir de comunidades concretas em que os indivíduos estão enraizados. O chamado “liberalismo político” considera que a fundamentação não só é impossível como nem sequer é necessária, embora não se prive um tipo de justificação racional dos valores das sociedades de democracia liberal. Os seguidores do filósofo espanhol X. Zubiri pensam que se pode fundar a moral na realidade da pessoa e na universal tendência para a felicidade. A ética dialógica ou discursiva alemã oferece uma minuciosa fundamentação racional da moral nas acções comunicativas e no facto da argumentação. Adela Cortina tentou uma fundamentação racional da moral, articulando de forma complementar as duas últimas tendências. Sustenta que podemos argumentar acerca de tudo e chegar a acordos que nos permitem, juntos, construir o mundo (Cf. “Ética Civil e Religião”, Paulinas, 1995, p. 47).

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      • Luís Magalhães Para esta filosofia, a ética civil - que outro, com alguns matizes, chamam “laica” ou “secular” - é, em princípio, a ética dos cidadãos, ou seja, a moral que os membros de uma sociedade pluralista tem de incarnar para que a convivência pacífica, agradável, seja possível, dentro do respeito e da tolerância para com as diversas concepções do mundo. O seu fundamento e conteúdo essencial são os direitos do Homem : direitos individuais, direitos económicos e direitos sociais, ainda que hierarquizados de forma diferente, segundo a diversidade dos povos. Encontram-se neles as disposições mínimas para viver no horizonte de uma só família humana com passado, presente e futuro. Somos, por isso, corresponsáveis pela memória humana, pela solidariedade mundial, pelas condições de vida em relação às novas gerações. A ética do futuro não pode ser deixada para as calendas gregas. Pelo contrário. Trata-se da ética do aqui e agora, para que mais tarde haja um aqui e agora (Cf. Gerome Bindé, PÚBLICO 20/10/97, p. 18). Se não agirmos a tempo, as gerações futuras não terão sequer tempo de agir, como nos lembra F. Maior.

        Esta responsabilidade deriva da experiência ética fundamental, condensada no princípio mais geral do agir : “Deve-se fazer o bem e evitar o mal.” Independentemente da convicção de que Deus existe ou não e da razão teórica reencontrar nessa experiência todos os seus critérios, é no âmbito dessa experiência que o reconhecimento dos direitos humanos , fruto de várias tradições, surge como uma base sólida, aberta a fundações plurais da democracia. Lucien Sève observa que a universalização ética não é, de modo nenhum, a uniformização das sabedorias concretas étnicas, religiosas ou filosóficas - mas a partilha dos valores últimos e de obrigações em relação à nossa humanidade comum. Pode haver muitas abordagens diferentes dos direitos do homem. O importante é respeitá-los por toda a parte e da mesma maneira. A universalidade não exige mais do que isso (Cf. “Para uma Crítica da Razão Bioética”, Ed. Piaget, 1997, p. 93).

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      • Luís Magalhães Com a palavra Frei Bento Domingues: Pode estranhar-se que em termos de bioética, de ética económica, de internética ou ética “on-line”, de ética do futuro, os produtos dos comités de tais designações sejam tão modestos. Tendo, porém, em conta as descobertas científicas e os avanços tecnológicos mercantilizado, configuradores da nossa civilização feita de substituições cada vez mais rápidas, já não é mau que existam grupos de investigação e diálogo situados no coração das mudanças, para que, de forma contínua, as possam reavaliar do ponto de vista ético.

        Para as religiões - pelo menos para as monoteístas - mais acostumadas a informar do que se deve fazer do que a dialogar sobre o que se deve fazer, esta situação é um desafio evidente e uma grande oportunidade. Num mundo cada vez mais plural, é no aprofundamento da originalidade de cada uma das nossas tradições que podemos sentir a conivência profunda com o que há de mais criativo, vivo e singular na cultura dos outros. Sem confundir religião com ética, existem entre elas profundas afinidades. Para reconfigurar uma ética cívica comum para o nosso tempo, as éticas laicas e as religiosas precisam de se interpelar mutuamente sem moleza, mas cultivando as virtudes da tolerância, do diálogo, da magnanimidade e da modéstia.

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      • Luís Magalhães Bibliografia aconselhada:
        AA. VV., “La pregunta por la etica. Etica religiosa en diálogo con la etica civil”, Salamanca, Universidad Pontifícia, 1993.

        AA. VV., “De la morale laïque”, Le Supplement, n. 164, Avril, 1988.

        AA. VV., “Un supplement d'ame. Textes de 1947 - 1983”, N. Hors série, Janvier, 1998.

        AA. VV., Dossier I - “École et religions dans la société moderne”;

        Dossier II - “Y a-t-til une morale catholique ?”

        Revue d' éthique et de Theólogie morale, n. 181, Juillet, 1982.

        AA. VV., “Aspectos sociais e éticos da Economia. Um Colóquio no Vaticano”, Lisboa, Ed. Comissão Nacional Justiça e Paz, 1994.

        APEL, O., “L' èthique à l'âge de la science. L'a piori de la communauté communicationel”, Lille, Presse universitaires de Lille, 1987.

        BADIOU, Alain, “Saint Paul. La fondation de lúniversalisme”, Paris, PUF, 1997.

        BEAUBEROT, Jean, “Morale laïque contre l'ordre moral”, Paris, Paris , Seuil, 1997.

        CAMPS, Victoria, “La imaginación ética”, Barcelona, Ariel, 1991.

        COMTE-SPONVILE, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes”, Lisboa, Presença, 1995.

        COMTE-SPONVILE, André e FERRY, Luc, “La sagesse des Modernes”, Paris, Robert Laffont, 1998.

        CORTINA, Adela, “Ética civil e Religião”, São Paulo, Paulinas, 1996.

        HABERMAS, “Morale et comunication . Conscience morale et activité communicationnelle”, Paris, Cerf, 1986.

        KÜNG, Hans, “Projecto para uma Ética Mundial”, Lisboa, Instituto Piaget, 1996.

        KÜNG, H. - KUSCHEL, K. - (eds), “Hacia una ética mundial. Declaración del Parlamento de las Religiones del Mundo”, Madrid, Trotta, 1994.

        FERRY, L., “L'homme-Dieu ou le sens de la vie”, Paris, Grasset, 1996.

        GIROUX, Guy, “La pratique sociale de l'éthique ”, Quebeque, Bellarmin, 1997.

        LEVINAS, Emmanuel, “Totalité et infini”, La Haye, Martinus Nijhoff, 1961.

        LIPOVETSKY, “ O Crepúsculo do dever : a ética indolor dos novos democráticos”, Lisboa, Dom Quixote, 1994.

        MACINTYRE, Alasdair, “Tras la virtud”, Barcelona, 1987.

        MARTINI, Carlo Maria Martini, Eco , Umberto, “In cosa crede chi non crede”, 1996, Atalntide Editorale, 1997.

        MILBANK, John, “Teologia e Teoria Social”, São Paulo, E. Loyola, 1995.

        PERES, Mateus Cardoso, “O Sujeito Moral. Ensaio de Síntese Tomista”, Porto, 1992.

        PUEL, Hugues, “Économie au défit de l'éthique”, Paris, Cerf, 1989.

        PUEL, H., “Les paradoxes de l'économie. L'éthique au défit”, Paris, Bayard/Centurion, 1995.

        POULAT, Émile, “Liberté Laïcité”, Paris, Cerf, 1988.

        POULAT, E., “L'ere postchrétienne. Un monde sorti de Dieu”, Paris, Flammarion, 1994.

        Rawls, John, “O Liberalismo Político”, Lisboa, Presença, 1997.

        RICOEUR, Paul, “Avant la loi morale : l'éthique”, In “Encyclopædia universalis”.

        RCOEUR, P., “Soi-même comme un autre”, Paris, Seuil, 1990.

        RICKEN, Friedo, “Ética general”, Barcelona, Herder, 1987.

        SÈVE, Lucien, “Para uma Crítica da Razão Bioética”, Lisboa, Instituto Piaget, 1997.

        SIMON, René, “Éthique de la responsabilité”, Paris, Cerf, 1993.

        TEIXEIRA, Alfredo, “Entre o Crepúsculo e a Aurora”, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas, 1997.

        TUGENDHAT, Ernst, “Lições sobre Ética”, Petrópolis, Vozes, 1997.

        WITTGENSTEIN, Luwig , “Cultura e Valor”, Lisboa, Ed. 70, 1996.

        VATTIMO, Gianni, “Acreditar em acreditar”, Lisboa, Relógio d'Água, 1996.

        VALADIER, Paul, “Inevitável Moral”, Lisboa, I. Piaget, 1991.

        VALADIER, P., “L'anarchie des valeur ”, Paris, Abin Michel, 1997.

        VIDAL, Marciano, “A Ética Civil e a Moral Cristã”, Porto, Perpétuo Socorro, 1998

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  • Quando perdemos a direção Deus nos mostra o caminho, não precisamos nos afligirmos...






    • Gostas disto.

  • Um anjo me falou... Ele veio do paraíso, pousou aqui neste lugar verdejante, cheio de antigas árvores e flores perfumadas... A pouca distância do mar... Aproxime-me dele para saudá-lo, foi quando ele me disse que trazia uma revelação... Falou-me das mudanças que teriam que ocorrer para se chegar ao caminho da felicidade... Com frases convincentes ele me disse que o ‘bombo branco’ se transformaria, em uma nuvem leve e suave, em que lhe seria possível ser vista na imensidão azul do Céu... Eu fiquei tão emocionada que me perdi no silêncio... Ele também me relatou que, além de onde estávamos, havia outro lugar, onde tinha uma imensa e bela árvore... Enfeitada de folhas pequenas e flores em cor-de-rosa e brancas... Afirmou enigmático, que meu ninho se encontrava lá, nesta árvore... Ele disse que o seu destino é voar pelo infinito e que possui valioso interesse neste mundo... Ele disse que aqueles que se acomodam com ideias inferiores, dificilmente chegarão onde estão destinados ou onde desejam... Ele disse que diante da vida é preciso ter tolerância e não se afligir; assim, a vida se tornara mais bela... Em seguida me olhou com tanta doçura... Emitiu raios de luz, como pequenas flechas e de sua boca saiam frases carinhosas e estimulantes... A luz que vinha dele me envolvia e me enchia de paz e alegria... Eu passei a ver tudo diferente: a Compaixão Infinita nos seres, advinda do Amor Incondicional, a Beleza da Vida e a Justiça, que rege os mundos e os seres... Ele me fez entender que, qual pássaro livre, sou a dona do Meu Destino, apesar de todas as opiniões diferentes, mas que não determinam a Minha Vontade (ela é sempre livre e minha)... Ele me fez ouvir a Voz de Deus, sempre presente em mim, através da Consciência... Ele também me fez perceber que, a excelência de minhas atitudes, é o resultado de bons hábitos, adquiridos nos esforços incansáveis, em necessárias repetições...






    • Gostas disto.

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Shalom! Welcome to CAV Reformed Theology

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Uma identificação última com a essência fundamental das igrejas ou espiritualidades não significa, de modo nenhum, que estejamos de acordo com todas e cada uma das coisas que se fazem nelas.

O teólogo K. Rahner escreve: 
"O autêntico dogma nas Igrejas constitui algo que me obriga absolutamente. Como cristão e como teólogo, com certa ansiedade de espírito e coração, devo perguntar-me - com não pouca frequência - qual é o verdadeiro sentido de uma afirmação que o magistério das Igrejas mantêm como dogma, para lhe dar o meu assentimento de modo honesto e tranquilo. 

"Ao longo da minha vida nunca senti que isso fosse impossível. Em relação a esses dogmas, dei-me conta, claramente, que só podem ser bem entendidos quando se torna patente o seu sentido na linha da abertura ao mistério de D-us, sabendo, por outro lado, que foram formulados em condicionamentos históricos determinados. Esses dogmas encontram-se inevitavelmente numa espécie de amálgama que, de facto, não pertence ao conteúdo da declaração dogmática e que pode mesmo levar a que esse conteúdo seja mal interpretado. Isto acontece também porque esses dogmas estão formulados como regulações linguísticas que, para serem fiéis à realidade a que aludem, não deveriam permanecer sempre iguais, nem com as mesmas palavras com que foram formulados. 

"As coisas são diferentes quando se trata deste ou daquele ensino mantido pelo magistério como oficial, apresentado como vinculante, mesmo que não tenha sido 'definido'. Julgo que, por exemplo, nem a argumentação básica nem a autoridade de ensino das Igrejas a que, de facto, se recorre oferecem um fundamento convincente e obrigatório para aceitar a discutida doutrina católica de Paulo VI na 'Humanas Vitae'. O mesmo se diga acerca da declaração feita pela Congregação Católica da Doutrina da Fé que pretende excluir, por princípio, a ordenação de mulheres, como algo a aplicar em todos os tempos e culturas" (cf. "Scriften" XIV, 1980).

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Robespierre Cardoso da Cunha
Simples o dominio que esta por trás dela é de um anjo caído ...HA'Satan


Francisco Sales Gonzaga
só isto e prq eles seguem anjo caido?será que o sujeito ñ esta vendo o anjo caido não? gente acorda!!!!!


Regina Da Silva Farias
ñ é nda por causa de anjo nenhum é por causa de poder só isto e riquezas ela sabe que se começa falar a vdd tera que devolver oque tomou dos inocentes a 2mil anos e tera que pga pelos crimes que cometeu nestes 20 seculos!


Regina Da Silva Farias
ela ainda é muito poderosa esta na epoca do barro mas ainda é muito forte!


Alcides Jose de Castro
Mas como posso ser conhecedor da vdd e ensinar a mentira?pode patecer ingenuo de minha parte mas quantas pessoas nas trevas.e JESUS CRISTO,O NAZARENO sempre diz que a vdd liberta.como posso cultuar imagens de gesso uma vez que D+us busca adoradores que o adorem em Espirito,pela fé.


Francisco Sales Gonzaga
A idolatria e depravação dos homens>A ira de DEUS se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça; romanos cap;1;vers;18porquanto o que de DEUS


Francisco Sales Gonzaga
se pode conhecer é manifesto entre eles,porque DEUS lhe manifestou.vers;19!


Magalhães Luís
Eu ainda não percebi porque razão se afirma que a Igreja Católica leva à idolatria. Como é que uma teologia apoiada em Santos e teólogos de primeira qualidade ainda leva a uma questão do século XVI?! Quando as Igrejas da Reforma que tinham essa disputa já chegou a um entendimento da postura Católica. Para chegar a uma posição consensual nas cerimónias litúrgicas ecuménicas recorre-se a ícones.


Magalhães Luís
Continua-se a pensar a partir da mentalidade sectariana evangelical, unicista, unitariana, judia-muçulmana...


Magalhães Luís
E aos crentes em Yeshua vão estudar mariologia. Passo 1: http://pt.scribd.com/doc/99504667/MARIOLOGIA



X
Alcides Jose de Castro......a igreja católicas criou muitos costumes para se diferenciar entre as religião....para aderir mais adeptos.....criou costumes quem nem existe na Biblia,o de padre não poder casar,isto não existe, é apenas uma forma que igreja católicas achou de não dividir seus bens.....do vaticano não dividir seus bens com estas famílias....mais podemos ver muitos filhos bastardos jogados ao leu.....muitos jovens sendo usados pelos padres....não existe a crisma....entre muitos outros costumes ....o de idolatria....pois o Papa é o maior criador de imagens....mais pela posição social .....e politica ....pela força de poder politico.....ela consegue continuar a enganar......um pastor disse em uma de suas pregações que a África sofre até hoje as consequências das escravidão.....do Egito.....pois lá foi o lugar que Cristo foi crucificado.....e pela nação do Egito ser um povo negro.....entendeu-se que é racismo.....mais na verdade é só as consequências de pecado do passado.....Deus acabou com Sodoma e Gomorra pelo pecado do luxuria.....do imagens ....e idolatria ..e do homossexualismo que existia na época.....e este mesmo pastor disse que Deus ama os homossexuais....mais condena seus pecados.....foi criticado por isso ...e o Papa para defender a família católica disse a mesma frase.....que Deus ama os homossexuais mais condena seus pecados....ama as pessoas mais não seus erros.....e ninguém se importou....nada houve contra ele......tudo que a igreja católica aprova ....fala......por causa da politica...economia......do poder......tudo é aceito......e se de qualquer religião disser.....é condenado......a justiça do homem é cega......a justiça do homem é conveniente......só a Deus....é justa e fiel......por isso nunca vamos enteder ninguém nem o mundo pois os homens são corruptos e todo mundo tem um preço.....e cada um mostra seu valor na hora da verdade.......o mundo jás do maligno......e o que vale....entre muitos é sobreviver......enquanto deveria ser saber viver.....pois sem YHWH não somos nada......ou podemos até ser por um tempo.....mais não podemos ser o tempo todo...assim é a verdade e a mentira......tudo pode durar por um tempo mais nunca o tempo todo.....Deus tira as mascaras.....desnuda os soberbos....rebeldes...desobedientes.....arrogantes......


Magalhães Luís
A questão do Padre ser casado ou não, não tem a haver com argumentos materialistas. Que estão presentes, é claro, ninguém contesta isso. Mas o Padre casa misticamente com Jesus. Que é superior a qualquer casamento humano.


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PAZ DE ESPÍRITO, MELHOR CALMANTE!
Às vezes as tribulações da vida nos deixam abalados e perdemos a paz e o sono. Sentimo-nos acuados e encurralados por sentimentos turbulentos que assombram nossa alma. O melhor remédio para um sono reparador é a paz de espírito, fruto da confiança em Deus. o rei Davi, quando estava passando o momento mais amargo de sua vida, fugindo de seu próprio filho Absalão, que queria tirar-lhe a vida e tomar-lhe o trono, disse: "Deito e logo pego no sono, porque só tu, Senhor, me fazes repousar seguro".


Magalhães Luís
Eu sou um cristão que está casado misticamente com Jesus; não o troco por mulher alguma.


Magalhães Luís
Sou celibatário com toda a liberdade.


Magalhães Luís
Todo o sacerdote apaixonado por Jesus devia ser celibatário.


Magalhães Luís
Estou com São Paulo.


Magalhães Luís
1 Coríntios 7: 32 Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor,

33 mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher,

34 e está dividido. A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.

35 E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma.
João Ferreira de Almeida Atualizada (AA)


Magalhães Luís
"O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
"A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."

X
Se o padre tem a ideia que casa com Jesus Magalhães Luís.....ainda é pecado maior ainda...de ignorância pois todos os padres tem suas amantes.....e o vaticano incoberta oculta tudo isso....sempre que aparece na mídia algo sobre isso de um padre ele fica um tempo fora e depois volta......lá tudo é acobertado....esse negocio de celitabo....é falso.....veja o Francisco renunciou.....ficou um tempo acobertado....e hoje já mora quietinho nos palácios do vaticano.....lá tudo funciona na mesma politica.....tudo se acoberta.....todos os estupros......toda luxuria......todo fruto da carne é acobertado e oculto pelo vaticano.....se você cre que existe mesmo celibato na igreja católica você é muito ingênuo.....


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Pois eu não tenho amante alguma. Só Jesus na minha vida. E comigo tenho muitos santos.


Magalhães Luís
E não vivo na lúxuria.

X
Algum crente.....já foi casado com uma mulher por caridade?


Magalhães Luís
Sim. Por caridade. Existem crentes assim. Para as tirarem da prostituição. Com autorização eclesiástica. Nada às escuras. 


X
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk......quanta hipocrisia Magalhães Luís


Magalhães Luís
Agora essas mulheres estão casadas com pessoas que realmente as amam no aspecto unitivo e procriativo. Cristãos praticantes. E nessas congregações toda a gente participa nesses eventos reconstructivos da nova biografia dessas almas.

X
Você está vendo que você só confirmou tudo o que eu disse Magalhães Luís.....o Vaticano aprova....tudo......e os padres enganam a si mesmos....pois a sociedade já sabe ....sem essa de caridade.


Magalhães Luís
Com certeza, mas não é da ICAR. Não menciono denominações. E foi um pedido de uma outra Igreja a outra Igreja. Que pediu ajuda. Pois não sabiam mais como ajudar. Foi algo interconfessional. Contaram-me. Gente de credibilidade.


X
Você não precisa casar com uma mulher para ajudar ela Magalhães Luís.........Para de se enganar com esses da clerezia.....Fica dizendo essas heresias absurdas de caridade e outros besteirol.


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência.


Magalhães Luís
Sabia disso?! Para não ser apedrejada.


X
Magalhães Luís......me desculpe...mais com a hipocrisia deslavada não dá da para falar.....e voce ainda fica argumentando se achando o bom......me poupe...desta.....todo o padre tem amante sim e é acobertado pelo Vaticano.......ele sabe que não vive o pecado pois casar e ter família não é pecado.....o pecado é a hipocrisia....sua de disser que era só caridade......


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência. Sabia disso?! Para não ser apedrejada. Sabia. Estou apenas a imitar o santo.


Magalhães Luís
E mais: "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."

Magalhães Luís "A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."

X
Magalhães Luís.....ou voce é muito safado.....ou é ignorante.....Jose amava a Maria....já estava para se casar com ela......e por ser um homem temente a Deus....e por um anjo ter falado com ele....e por ele ver que ali se fazia a gloria de Deus.....se fazia cumprir as promessas.....e depois eles tiveram muitos outros filhos.....ele respeitou Maria no tempo que Deus deu a ele....mais a mulher que voce casou não precisava de sua caridade desta forma......me engana que eu gosto.....isso tem outro nome......que vergonha usar as Palavras Bíblicas para justificar esta heresia blasfêmia...hipocrisia....



Magalhães Luís
José amava Maria?! E por um Anjo ter falado com ele?! Isso é em Mateus 1:20. Em "19José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber."


Magalhães Luís
Veja: "José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber.""


Magalhães Luís
Não fala de amor. Fala de fazer tudo direito.


Magalhães Luís
E mais » Escreve São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."


Magalhães Luís
 E centre-se no que diz São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."

X
Magalhães Luís.....as pessoas usam versículos da Biblia...e querem usar em sua vida achando que estão fazendo as mesmas coisas igual da Palavra....se voce se casou com alguém seu celibato se foi no casamento.....hoje voce pode ser uma pessoa resguardada......mais não no celeibato...na pureza.....


Magalhães Luís
O celibato, no meu caso é retomado quando eu quiser. Eu quando fiz o voto de celibato não era perpétuo. Pois era um religioso calvinista, não era um religioso católico. Tinha alguns privilégios especiais. Eu queria crescer no conhecimento do Senhor. Sem distracções.


Magalhães Luís
E durante anos não me distraí do Senhor.


X
Eu já fui da Igreja Católica e tenho muitos da família na igreja católica e sei como funciona estas coisas lá....


Magalhães Luís
Se sei algo hoje devo-o a esse tempo. "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
Eu fui monge a tempo inteiro e sei como funcionam estas coisas lá...


Magalhães Luís
Não ouvi dizer.


Magalhães Luís.....quando voce perde a virgindade.....perdeu amigo....quando perdemos algo....esta perdido principalmente num caso como esse......a pureza.....é assim ou se é ou se não é.....deixa de hipocrisia.....voce já de certeza se deitou ou coabitou com alguém e quer me dizer qaue é puro sexualmente.....me poupe......


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Celibato não é virgindade.


Magalhães Luís
Celibato não tem a ver com ser puro sexualmente. Isso é ser monge budista.


X
HIPOCRISIA....Magalhães Luís..........voce não vive de celibato assim como nenhum padre vive isso é só enganação.....enganam vocês mesmos e tentam enganar os outros.........besteirol.........o celibato é um costume só no papel.....de igreja católica.....mais na pratica não funciona.....de forma nenhuma........HIPOCRESIA>>>>>>>>>>
No dicionário Magalhes esta escrito assim: Celibato estado de uma pessoa que se manteve solteira...celeibatario que ou aquele que nunca se casou.......portanto.......para de HIPOCRESIA.....

Magalhães Luís
Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.


Magalhães Luís
Mas dentro da Igreja Católica um padre pode casar-se. Basta ser padre católico da Igreja Católica de rito oriental.


Magalhães Luís
Só o padre de rito latino é que não pode casar.


Magalhães Luís
No rito ocidental se você quiser casar pode casar-se na Comunhão Anglicana e depois pedir para ser integrado na Igreja Católica.


Magalhães Luís
Por isso qualquer padre pode casar-se. Só tem é que escolher.


Magalhães Luís
Repito. Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.

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Magalhães Luís
Se não quiser invocar a santíssima Trindade na sua vida sacerdotal, tem o rito oriental e a Comunhão Anglicana.

Magalhães Luís........HIPOCRESIA ...e EGOCENTRISMO.......essa é sua religião esse é seu deus.......chega......sem definição..........................................................................................................................e o pior de tudo fica tentando se argumentar...............................................................seja seu sim. sim............seu não não o que vier além disso é maligno....................cada vez se compromete mais...quanto mais fala.....mais azeda tudo....


Magalhães Luís
Não quer entender é consigo. Mas pergunte a um padre se no rito oriental não se pode casar.


Magalhães Luís
Passar bem.

X
Tem muita sujeira em muitas lugares Magalhães Luís.......não em tudo mais em muita coisa em muita religião.....e escondem tudo debaixo do tapete.....conhecedores da Palavra ........é cheio de hipocrisia......enganação......só Deus para por terra toda sujeira......enganação.


Magalhães Luís
Que a afectividade e a sexualidade não são uma fatalidade, imposta pelas leis da natureza e da sociedade, mas são o campo de uma escolha livre, é o próprio Jesus quem o proclama, antes de mais sendo Ele próprio celibatário e proclamando que há aqueles que escolhem a via da continência por amor do Reino dos Céus (cf. Mt 19, 12). Ao proclamar a possibilidade desta escolha livre, o Senhor restitui ao casamento a sua dignidade de escolha livre. Sobretudo a mulher, que tinha a sua dignidade restringida à procriação, sente-se liberta e reconhecida na sua dignidade como pessoa. Não é por acaso que, na Igreja nascente, são as mulheres que escolhem a virgindade como caminho para seguir a Cristo, que suscitam o ideal da virgindade como caminho cristão de amor.


Magalhães Luís
Eu hoje retomo esse caminho. Por isso fico mais livre para estudar e poder depois partilhar.


Magalhães Luís
O celibato não é uma renúncia ao amor; é a escolha de um amor novo e este converge com o amor do Bom Pastor. A própria complementaridade homem-mulher encontra expressão de profundidade e de intimidade mística, onde o melhor de cada um exprime a comunhão dos santos. São Bento e Santa Escolástica, São Francisco e Santa Clara não são os únicos exemplos.

Magalhães Luís.......voce vive na carne......do seu próprio egocentrismo........faz um churrasco da própria carne e não consegue nem sentir dor.......nem ver nada......vive num arco íris......


Magalhães Luís
Eu escolhi este amor novo. Imitador de São Paulo. E das suas palavras: "Sem distracção".


Magalhães Luís
Você parece que quer me incentivar negativamente.


Magalhães Luís
Em vez de me ajudar. Eis um poema que descreve o que queremos ser. O que a nossa alma quer ser. »»»»»»»»»

Seja a alma humana leve, branca e pura como a neve, 
A fim de que a sua lisura seja tudo menos breve. 
Essa pureza química na verdade sã consiste; 
A mentira, triste mímica, lá não cabe, lá não existe. 
E assim, no refrigério dessa alva simplicidade, 
Encontra-se viva e salva a irmã humanidade!...

Miguel Neves