segunda-feira, março 11, 2013

OS TEÓLOGOS E EXEGETAS TÊM A PALAVRA - CARREIRA DAS NEVES - VIDEOS [HEMEROTECA DE EXEGESE]


 
FREI HERMANO DA CÂMARA

  1. Miniatura22:50
  2. 22:28





Manuel Magalhães partilhou uma ligação.


Ronaldo Ewing
Quanta besteirada, é como atirar n'água, o cara torna-se risível, ao tentar dar lógica ao irracional, ele não pode nem provar a existência de yeshu! Ridículo!


Carloss Alberto DE Oliveira Alberto Olivira
quem nao sabe o que fala, deveria ficar calado, sr ronaldo.


Ronaldo Ewing
Meu caro, já sei que você faz Avodá Zará, mas diga-me, gostaria de debater seriamente comigo, mas seriamente tá? E seriamente, quer com provas e fundamentos!


Manuel Magalhães
À atenção de judeus e cristãos » Correligionários, se me permitem a intromissão, o grande problema que eu vejo aqui é estarmos perante narrativas bíblicas e narrativas de índole históricas a serem encaradas não como o que são (um tipo de midrashim-narrativas-estórias) mas com uma óptica bem absurda e fundamentalista. Elas não sucessos, eventos, totalmente embebidos de historicidade. Veja-se p.ex. a fixação em Mateus 2:23 e a constante presença aqui da TORAH do Talião (o ditador Hitler numa interpretação de "astúcia" hegeliana).
Hoje quero ser absolutamente "académico". Chega de procurar dados obsessivos. Convido-os a acessar um link de tipo universitário, foi e é uma aula-seminário com muitos vídeos. Onde o tema "midrash" é a chave de interpretação hernenêutica. http://cavrt.blogspot.pt/2013/03/carreira-das-neves-videos.html

Durante dezoito séculos, ninguém se preocupou sequer em averiguar se Jesus teria realmente existido, escreve Frédéric Lenoir. "Não se punha o problema da crítica literária e histórica", diz o biblista-exegeta português Joaquim Carreira das Neves.

O panorama muda a partir do século XVIII. O Iluminismo e o progresso científico começam a ser também aplicados à investigação bíblica. Graças a este processo, sabemos hoje muito mais sobre Jesus do que há 200 anos - mesmo mais do que há duas décadas. Crítica literária, descobertas arqueológicas, antropologia cultural, economia das sociedades mediterrânicas são temas e métodos dissecados por investigadores e teólogos.
David Friedrich Strauss, Hermann Samuel Reimarus, Ernest Renan, Joseph Lagrange são nomes incontornáveis na "primeira investigação". O protestante Rudolf Bultmann é o inspirador da "nova" (ou segunda) investigação acerca do Jesus histórico. Em alguns casos - Bultmann é o extremo - vai-se ao ponto de defender que o Jesus da História nunca poderá ser conhecido, pois os relatos dos evangelhos são reflexo do Cristo da fé das primeiras comunidades cristãs e já não da personagem histórica.
Só desde há duas décadas a terceira vaga de investigação começou a trazer ao de cima aspectos até aqui ignorados acerca de Jesus. E o primeiro deles foi reconhecer que ele era, afinal, um judeu do seu tempo. Outra diferença importante em relação às duas primeiras fases de investigação: considera-se que o Jesus da fé é a continuação natural do Jesus da História.
O problema das fontes é, aqui, fundamental. Hoje, os exegetas pensam que os quatro evangelhos são as fontes mais importantes, mesmo para o conhecimento do Jesus histórico. Mas em alguns casos, pode haver perspectivas demasiado historicistas, diz Carreira das Neves, que critica o livro de Joseph Ratzinger/Bento XVI por essa abordagem.
Antes dos evangelhos de Mateus e Marcos (este último o primeiro a ser escrito, por volta do ano 60), terá havido um manuscrito entretanto desaparecido, citado nos dois textos evangélicos, que a exegese designa como fonte "Q". O biblista catalão Armand Puig escreve que "o texto do Novo Testamento, que possuímos graças aos estudos de paleografia e de crítica textual, é digno de confiança".
Durante décadas, aliás, consideraram-se os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas como os mais históricos. O de João seria um texto elaborado fundamentalmente a partir da fé dos primeiros cristãos. As descobertas arqueológicas dos últimos anos, em Israel, têm confirmado, no entanto, vários elementos que apenas o texto de João refere. Um deles é a piscina de Siloé, perto de Jeruusalém, onde Jesus cura um cego de nascença.


Manuel Magalhães
Mais: o imenso material com cópias dos textos do Novo Testamento é "muito superior a qualquer outro texto da antiguidade grega ou latina". E também não existe nenhuma cópia de obras da antiguidade tão próxima do original como os textos bíblicos do cristianismo. Puig compara: "A distância temporal entre a data de elaboração do Evangelho segundo João (anos 95-100 d.C) e o primeiro testemunho deste texto evangélico (125 d.C.) é extraordinariamente pequena", se cotejada com a mais antiga cópia da Poética de Aristóteles - data do século X, 1400 anos depois de ter sido escrita.
Não são só os evangelhos e outras fontes cristãs dos dois primeiros séculos (incluindo os textos apócrifos, não reconhecidos pelas primeiras comunidades como autênticos) que servem de fonte para conhecer o Jesus histórico. Há também textos não cristãos: Flávio Josefo e outros documentos judaicos, Tácito, Suetónio e Plínio entre os autores romanos, e ainda fontes helenísticas e islâmicas. Todos convergem para uma conclusão: a existência histórica de Jesus "não oferece qualquer tipo de dúvida" e negá-la seria um "exercício de irresponsabilidade", escreve Puig.
Mas quem é, afinal, esta personagem?
2. Um judeu marginal
Judeu marginal? É certo que Jesus incomodou sobretudo alguns líderes religiosos do seu tempo. Neste caso, a expressão que John P. Meier utiliza como título da sua obra de referência aponta para outros aspectos: Jesus foi insignificante para historiadores judeus e pagãos da época; a sua morte foi a mesma da destinada aos escravos e rebeldes, aos "malditos de Deus"; ele próprio tornou-se marginal, ao escolher uma vida de pregador itinerante; ensinamentos como a rejeição do divórcio e do jejum voluntário, e práticas como a opção pelo celibato "não estavam de acordo" com ideias e práticas dos judeus do seu tempo.
Em muitos autores da primeira investigação, Jesus é desligado do seu contexto histórico-religioso. O seu judaísmo não é reconhecido. Na terceira investigação, essa é uma diferença fundamental, diz à Pública Armand Puig, que há duas semanas esteve em Lisboa.
"Na arqueologia que se está a fazer na Galileia e na análise de textos como os de Flávio Josefo temos muita informação da vida sobre o contexto judaico em que Jesus viveu", afirma Puig. E os frutos desses trabalhos arqueológicos começam a notar-se na exegese, acrescenta.


Manuel Magalhães
O judaísmo da época de Jesus é "muito mais complexo e plural do que se pensava há poucos anos", diz por seu turno o biblista basco José Antonio Pagola. Hoje, "destaca-se muito a dimensão judia de Jesus dentro do marco sócio-político e económico da Galileia dos anos 30". De tal forma que, mesmo entre os judeus, há cada vez mais investigadores contemporâneos fundamentais para a compreensão e estudo do Jesus histórico. David Flusser, Jacob Neusner ou Geza Vermes são apenas alguns dos nomes mais destacados neste panorama.
Nos diversos estudos, afirma-se com mais insistência a convicção de que Jesus estava próximo dos fariseus - pelo menos, tinha vários amigos entre eles. Estranho? As referências pejorativas dos evangelhos aos fariseus explicam-se porque, quando esses textos são escritos, o judaísmo que sobressaía depois da destruição do Templo de Jerusalém pelos romanos, no ano 70, era o da corrente farisaica.
Fora isso, Jesus ia à sinagoga no SHABBAT e professava a TORAH de Moisés (as práticas judaicas da época). Era um judeu. Mas quer em relação ao SHABBAT, quer acerca da TORAH, Jesus afastar-se-á de concepções dominantes no judaísmo (nos judaísmos, para se ser mais rigoroso) do tempo. E essas serão também razões que ajudarão à sentença que o levará à morte.


Manuel Magalhães
3. Um nascimento singular
À semelhança de outros pormenores da sua vida, "as circunstâncias exactas do nascimento de Jesus permanecem misteriosas e desconhecidas", observa Jacques Duquesne. Uma coisa é certa: Yeshua pode ter nascido num qualquer dos 365 dias do ano (provavelmente, não nos dias frios, já que, se havia pastores, estes estariam nos montes só no tempo mais quente). A data de 25 de Dezembro foi adoptada pelos cristãos em Roma, para dizer que Jesus era o novo sol que merecia ser festejado em lugar do solstício de Inverno.
A partir daqui, há divergências entre os especialistas. O lugar do nascimento pode ter sido Nazaré da Galileia (onde foi criado) ou Belém da Judeia. Carreira das Neves pensa que as narrativas da infância de Jesus contidas nos evangelhos de Mateus e Lucas são narrativas "midrashicas" - ou seja, catequéticas, "criadas literariamente" para explicar determinada mensagem. "Não se pode comprovar historicamente o nascimento virginal" - que leva à discussão sobre se Jesus tinha ou não irmãos -, por exemplo. Esses temas devem ser deixados à liberdade de investigação dos exegetas, defende o biblista português.
Armand Puig acredita pelo contrário que, mesmo sem se poder conciliar o que dizem Mateus e Lucas (os únicos com narrativas sobre a infância de Jesus), "há algumas informações plausíveis" em ambos. Os magos teriam sido conduzidos por uma estrela? Certo é que os astrónomos chineses e coreanos da época registaram "algo no céu que foi descrevendo um arco". Passou-se isto entre os anos 6 e 5 a.C. - ou seja, coincidindo com o período em que, hoje, se situa o nascimento de Jesus: entre 6 e 3 antes da nossa era.
Quer a linguagem seja simbólica quer seja real, os relatos do nascimento querem falar de um Deus pobre, que se revela primeiro aos mais desprezados (os pastores) e que nasce para todos os povos (a presença dos sábios-astrólogos).


Manuel Magalhães
CAV Reformed Theology: CARREIRA DAS NEVES - VIDEOS [HEMEROTECA DE EXEGESE]
cavrt.blogspot.com


Manuel Magalhães
4. Um homem ou Deus?
Messias ou Filho do Homem?
Jesus raramente se nomeia. Quase sempre pergunta aos outros como é chamado. O episódio mais interessante é quando interroga os companheiros: "Quem dizem os homens que eu sou?" A resposta é variada: João Baptista, Elias, um dos profetas... "E vós, quem dizeis que eu sou?" Pedro toma a palavra para responder: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo." E Jesus diz-lhes para não contarem a ninguém.
"Jesus nunca disse que era o Messias, mas entrou em Jerusalém como se fosse", diz Armand Puig. No primeiro volume (único até agora publicado) da sua obra Jesus de Nazaré, o actual Papa fala dos títulos que Jesus se atribuía a si mesmo: o Filho do Homem, o Filho e Eu sou.
O título de Cristo (Messias), que interpreta uma das convicções dos cristãos em relação a Jesus "depressa desaparece como título isolado, unindo-se com o nome de Jesus: Jesus Cristo", escreve Ratzinger.
Quando Jesus morre, Marcos coloca na boca de um centurião romano a afirmação: "Verdadeiramente, este homem era filho de Deus" - uma definição reservada ao imperador. Com isso, o evangelista quer alargar a afirmação de fé na divindade de Jesus não só aos judeus, mas a todos os povos.
5. Um profeta
Jesus já foi mestre espiritual, rabino, revolucionário social - entre muitos outros modelos. Mas a definição de profeta era comum, no modo como os contemporâneos se lhe referiam, nota Albert Nolan. Profeta como alguém capaz de ler os sinais do tempo - no caso de Jesus, uma marca integrante da sua espiritualidade.
José Antonio Pagola diz que se destaca a "dimensão profética de Jesus, a sua crítica social e religiosa à sociedade do seu tempo, a sua actividade terapêutica, a sua comensalidade com pecadores e pessoas indesejáveis, a sua defesa dos últimos, o seu acolhimento às mulheres".


Manuel Magalhães
A dimensão de Jesus como terapeuta nem sempre foi bem vista por alguns exegetas. John Meier dedica aos milagres de Jesus o mais extenso volume da sua obra. "Pintar o Jesus histórico sem dar o devido peso à sua fama como realizador de milagres" não é uma descrição exacta deste "judeu estranho e complexo, mas sim um Jesus domesticado", escreve.
No centro da mensagem e da vida de Jesus, está a ideia de "Reino de Deus", comum a todos os evangelhos. Jesus nunca explica directamente o que entende pela expressão, pois quando a utiliza é para dizer, por parábolas, "o reino de Deus é semelhante a...".
Pagola define-a deste modo: "É o projecto de Deus de construir um mundo mais humano, mais justo e mais ditoso para todos, começando pelos últimos."
6. Um condenado
Aclamado por uma pequena multidão à sua chegada a Jerusalém, Jesus será pouco depois condenado à morte. Alguns líderes religiosos decidem entregá-lo às autoridades romanas. De acordo com os evangelhos, há duas causas principais para a condenação.
Na versão de João, depois de Jesus ressuscitar o amigo Lázaro, que morrera três dias antes, alguns judeus foram ter com as autoridades "e contaram-lhes o que Jesus tinha feito". Razão suficiente para decidir a morte.
Nos três evangelhos sinópticos - Mateus, Marcos e Lucas - a causa imediata para a condenação é a entrada violenta e purificadora de Jesus em pleno Templo de Jerusalém: "Entrando no templo começou a expulsar os vendedores. E dizia-lhes: 'Está escrito: A minha casa será casa de oração; mas vós fizestes dela um covil de ladrões'." O ensino de Jesus no templo que deixava o povo "suspenso dos seus lábios" levou os líderes religiosos da época a procurar a sua morte, conta o texto de Lucas.
Estes são os dias decisivos. Quando Jesus celebra a Páscoa judaica com os mais próximos, anuncia-lhes que irá morrer e um deles irá traí-lo. Depois da refeição, saem para o Monte das Oliveiras, onde Jesus se sente invadido por uma "tristeza de morte".
Uma conspiração política e jurídica, analisada por Joachim Gnilka. Preso e levado perante o procurador romano, Pôncio Pilatos, Jesus acaba condenado à morte, satisfazendo os desejos dos líderes de alguns grupos religiosos - nomeadamente os saduceus, como recorda Michel Quesnel. "Sumos-sacerdotes e governador agiram em total cumplicidade", um autêntico "conluio", diz este biblista.


A dimensão de Jesus como terapeuta nem sempre foi bem vista por alguns exegetas. John Meier dedica aos milagres de Jesus o mais extenso volume da sua obra. "Pintar o Jesus histórico sem dar o devido peso à sua fama como realizador de milagres" não é uma descrição exacta deste "judeu estranho e complexo, mas sim um Jesus domesticado", escreve.
No centro da mensagem e da vida de Jesus, está a ideia de "Reino de Deus", comum a todos os evangelhos. Jesus nunca explica directamente o que entende pela expressão, pois quando a utiliza é para dizer, por parábolas, "o reino de Deus é semelhante a...".
Pagola define-a deste modo: "É o projecto de Deus de construir um mundo mais humano, mais justo e mais ditoso para todos, começando pelos últimos."
6. Um condenado
Aclamado por uma pequena multidão à sua chegada a Jerusalém, Jesus será pouco depois condenado à morte. Alguns líderes religiosos decidem entregá-lo às autoridades romanas. De acordo com os evangelhos, há duas causas principais para a condenação.
Na versão de João, depois de Jesus ressuscitar o amigo Lázaro, que morrera três dias antes, alguns judeus foram ter com as autoridades "e contaram-lhes o que Jesus tinha feito". Razão suficiente para decidir a morte.
Nos três evangelhos sinópticos - Mateus, Marcos e Lucas - a causa imediata para a condenação é a entrada violenta e purificadora de Jesus em pleno Templo de Jerusalém: "Entrando no templo começou a expulsar os vendedores. E dizia-lhes: 'Está escrito: A minha casa será casa de oração; mas vós fizestes dela um covil de ladrões'." O ensino de Jesus no templo que deixava o povo "suspenso dos seus lábios" levou os líderes religiosos da época a procurar a sua morte, conta o texto de Lucas.
Estes são os dias decisivos. Quando Jesus celebra a Páscoa judaica com os mais próximos, anuncia-lhes que irá morrer e um deles irá traí-lo. Depois da refeição, saem para o Monte das Oliveiras, onde Jesus se sente invadido por uma "tristeza de morte".
Uma conspiração política e jurídica, analisada por Joachim Gnilka. Preso e levado perante o procurador romano, Pôncio Pilatos, Jesus acaba condenado à morte, satisfazendo os desejos dos líderes de alguns grupos religiosos - nomeadamente os saduceus, como recorda Michel Quesnel. "Sumos-sacerdotes e governador agiram em total cumplicidade", um autêntico "conluio", diz este biblista.


Manuel Magalhães
Sabemos alguma coisa, afinal?
"Há muitos aspectos sobre o Jesus histórico que permanecerão um mistério", escreve Ed Parish Sanders. Jesus teve irmãos? Como e quando nasceu? Que consciência tinha acerca da missão que assumira (ou, para os crentes, que tinha enquanto Deus)? Ressuscitou ele na manhã de Páscoa?
Ainda Sanders: "Nada é mais misterioso do que a história da sua ressurreição, que tenta retratar uma experiência que os próprios autores não conseguiram compreender. Mas (...) sabemos muito sobre Jesus. Sabemos que iniciou a vida pública sob João Baptista, que teve discípulos, que esperava o Reino, que foi da Galileia para Jerusalém, fez algo hostil ao Templo, foi julgado e crucificado. (...) Sabemos quem ele era, o que fez, o que ensinou e porque morreu; e, talvez o mais importante, sabemos como inspirou os seus seguidores, que, por vezes, não o entenderam, mas que lhe foram tão fiéis que mudaram a história."

Bibliografia utilizada:
Albert Nolan, Jesus Hoje, Paulinas; Armand Puig, Jesus - Uma Biografia, Paulus ; E.P. Sanders, A Verdadeira História de Jesus, Notícias/Casa das Letras; Ernest Renan, A Vida de Jesus, Livros de Vida; Frédéric Lenoir, Cristo Filósofo, Caleidoscópio; Giovanni Papini, História de Cristo, Livros do Brasil; Henri Tincq, Os Génios do Cristianismo, Público/Gradiva; Jacques Duquesne, Jesus, Círculo de Leitores/Temas e Debates;
Joachim Gnilka, Jesus de Nazaré, Presença; Joaquim Carreira das Neves, Jesus Cristo - História e Mistério, Ed. Franciscana; John P. Meier, Um Judeu Marginal - Repensando o Jesus Histórico, Imago (Brasil), distr. Dinalivro;
José Antonio Pagola, Jesus --Uma Abordagem Histórica, Gráfica de Coimbra; José Tolentino Mendonça, A Construção de Jesus, Assírio & Alvim; (idem), A Leitura Infinita, Assírio & Alvim; Joseph Marie Lagrange, Vida de Jesucristo Segun el Evangelio, Edibesa (Madrid) ; Joseph Ratzinger, Jesus de Nazaré, Esfera dos Livros; Michel Quesnel, Jesus o Homem e o Filho de Deus, Gradiva; (vários autores) Colecção Vidas de Jesus, Edibesa (Madrid)
osé António Pagola publicou em 2007 Jesus - Uma Abordagem Histórica. Houve quem, na Igreja Católica espanhola, o lesse como um tratado de cristologia e não como uma obra de historiografia: a Comissão Episcopal da Doutrina da Fé española criticou algunas passagens do livro. Com 72 anos, o biblista basco dirige o Instituto de Teologia e Pastoral da diocese de San Sebastian. Em Espanha, o livro tem já nove edições. Nesta entrevista, Pagola sintetiza alguns dos aspectos da investigação mais recente sobre Jesus.


Manuel Magalhães
Os evangelhos são as principais fontes históricas para chegar a Jesus?
Ainda que seja necessário investigar Jesus a partir de todas as fontes literárias disponíveis (textos de Qumran, literatura rabínica, evangelhos apócrifos...), não há dúvida de que os evangelhos sinópticos são a fonte mais fiável e mais rica para conhecer Jesus. Tem razão James Dunn quando afirma que, para conhecer Jesus, temos de nos esforçar por captar da forma mais clara possível o "impacto" que deixou nos seus seguidores mais próximos.

Um dos temas divergentes entre exegetas é o das narrativas de infância. Em que ficamos? São narrativas simbólicas ou devemos lê-las como relatos verdadeiros?
Um estudo crítico rigoroso dos chamados "evangelhos da infância" mostra que, mais que relatos de carácter biográfico, são composições cristãs elaboradas à luz da fé em Cristo ressuscitado. Aproximam-se muito de um género literário chamado midrash hagádico, que descreve o nascimento e a infância de Jesus à luz de factos, personagens ou textos do Antigo Testamento. Não foram redigidos para informar sobre os factos ocorridos (provavelmente sabia-se pouco), mas para proclamar a boa notícia de que Jesus é o messias esperado em Israel e o filho de Deus nascido para salvar a humanidade. Esta é a posição dos melhores especialistas.

As curas que Jesus fez são milagres ou sinais?
Mesmo que seja difícil de precisar o grau de historicidade de cada relato, não há dúvida de que Jesus realizou curas de diferentes tipos de doentes, que foram consideradas pelos seus contemporâneos como milagrosas. Jesus apresentou as suas curas e exorcismos como sinais da chegada salvadora de Deus aos mais atingidos pelo sofrimento e pela desgraça. No entanto, Jesus resistiu sempre a realizar os sinais espectaculares que, provavelmente, lhe pediam alguns sectores críticos.

Jesus nunca falou muito de si mesmo...
A sua mensagem centra-se no que Ele chama "reino de Deus". As suas palavras inconfundíveis e as suas belas parábolas convidam a "entrar" na dinâmica do reino de Deus. Jesus apresentava-se como o proclamador e portador do reino de Deus. Provavelmente, não empregou nenhum termo para se definir a si mesmo, se exceptuarmos o de "Filho do Homem".
Jesus convida a segui-lo, convida a entrar no reino de Deus... mas não oferece uma doutrina articulada, uma "cristologia" sobre a sua pessoa. A cristologia que encontramos formulada no quarto evangelho provém das comunidades crentes, que perscrutam legitimamente o mistério de Jesus Cristo, a partir da sua vida extraordinária e à luz da sua ressurreição.

Que mensagem queria Jesus transmitir? Só a de um profeta?
Jesus não se apresenta como um profeta mais. É o profeta do reino de Deus. Há alguns traços na sua vida que convidam a diferenciá-lo nitidamente dos profetas de Israel: a proclamação de que o reino de Deus está já a chegar com ele e nele, nas suas palavras e nas suas acções curadoras; a sua autoridade sobre a lei de Moisés; a sua invocação a Deus como abbá [paizinho]; o seu oferecimento do perdão e da amizade de Deus aos pecadores; a sua chamada radical a segui-lo até à morte...
Jesus chamava a Deus, Pai; e ele, afinal, era homem ou Deus?
Com métodos exclusivamente históricos não é possível penetrar na consciência de Jesus para responder a essa pergunta. A afirmação da condição divina de Jesus, a sua consciência filial de Filho de Deus, a relação peculiar que Jesus, Filho de Deus encarnado, vive com seu pai... são temas que ficam de fora do campo da investigação histórica. Eu creio que Jesus é o Filho de Deus feito homem para a nossa salvação, mas a minha fé não depende das investigações dos historiadores.


Manuel Magalhães
Sabe-se porque Jesus morreu?
Foi preso pelas autoridades religiosas do Templo na sequência de um gesto profético de Jesus contra o sistema do Templo. A aristocracia sacerdotal do Templo convenceu-se da perigosidade que Jesus significava e entregou-o ao procurador romano Pôncio Pilatos, que foi quem ditou a sentença de morte. No momento da sua detenção, foi abandonado pelos seus discípulos mais próximos.

O cristianismo funda-se na ressurreição de Jesus. Ele ressuscitou?
Em sentido estrito, um estudo histórico sobre Jesus há-de acabar quando acaba a sua história na execução no Gólgota, no ano 30. A ressurreição do crucificado já não pertence propriamente à História terrena de Jesus, pois, segundo os seus seguidores, não é um retorno de Jesus a esta nossa vida no mundo, mas a sua passagem à vida de Deus.


Manuel Magalhães
MAIS DADOS: http://cavrt.blogspot.pt/2013/03/carreira-das-neves-videos.html [O exegeta Carreira das Neves pensa que as narrativas da infância de Jesus contidas nos evangelhos de Mateus e Lucas são narrativas "midrashicas" - ou seja, catequéticas, "criadas literariamente" para explicar determinada mensagem. "Não se pode comprovar historicamente o nascimento virginal" - que leva à discussão sobre se Jesus tinha ou não irmãos -, por exemplo. Esses temas devem ser deixados à liberdade de investigação dos exegetas, defende o biblista português. ]
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Extra: https://groups.google.com/forum/?hl=es&fromgroups#!msg/tradicional/xPMHXoCeQ-0/TMo57rBC7dAJ
Sete coisas novas sobre o homem que abalou o mundo - Google Groups
groups.google.com

O "autor-ficcionista" de Mateus 1,18-2,23 dá mostras de uma grande liberdade nas suas citações do TANAK. Fusiona textos sem a preocupação de os distinguir segundo as suas origens; importa-se com o anúncio profético, mas não com a identidade do profeta. Quando existem várias compreensões do texto, Mateus adopta a que mais se coaduna com o seu propósito. Acontece-lhe retocar o texto no sentido do anúncio que nele quer ler. Não é impossível que, no caso de Mt 2,23, invoque um texto inexistente. Mateus goza de uma liberdade criadora. De facto, a sua interpretação jesulógica do TANAK deu origem a um texto novo, o Evangelho segundo São Mateus. »» CHEGA-SE À CONCLUSÃO FIRME QUE É TODO UM MIDRASH, UMA REFLEXÃO-ROMANCE. É UM DIÁLOGO COM O LEITOR QUE O LEVA A ESPERAR A SOLUÇÃO NO FUTURO. A ARTICULAR UMA ÉTICA, A MARCAR A SUA INDIVIDUALIDADE, A CHEGAR SEM MEDO AO POVO. UM DIA TEREMOS ALGUÉM ERUDITO (UM ESCOLIASTA PLURAL, UM BRAINSTORMING DE TIPO COLECTIVO) A PERCEBER A INTELIGENTE LINGUAGEM CIFRADA E APARENTEMENTE INGÉNUA. Dizia um espanhol de boa cepa, que foi o meu professor de exegese, a brincar: "Siempre pasa esto, hombre: ._. (cuando se unen Plutón y Saturno en el signo de Virgo)"...


Manuel Magalhães
D'us nas fronteiras deste mundo,
D'us que cruzamos como as sombras,
dá-nos um corpo de desejo
e um ouvido de começo,
fica connosco D'us que passas
e nossas mãos te larguem,
D'us confundido com a sede,
e as palavras que dizemos,
vem alterar o nosso corpo,
vem confundir a nossa fome,
D'us da palavra,
flor do vento,
manhã que vem em Jesus [...].

José Augusto Mourão (1947-2011)

»»»»» A Ressurreição não pertence à história empírica de Jesus. Não há testemunhas que tivessem presenciado a ressurreição no momento em que Jesus ressuscitou. O relato aconteceu mais tarde quando as mulheres e os apóstolos dão conta das experiências que tiveram com Jesus Ressuscitado. A ressurreição não é, como alguns pensam, a reanimação de um cadáver, ou seja, voltar à vida que se tinha antes de morrer. Citando uma vez mais o Padre Carreira das Neves: “nas narrativas da ressurreição há um ponto fundamental . Ele é o mesmo do madeiro. Não é apenas um espírito e muito menos um fantasma. É Jesus em corpo e alma. Como é o seu corpo? Ninguém sabe… ninguém o fotografou. “
A verdadeira identidade de Jesus é a que ficou expressa nas obras que fez e na mensagem que nos deixou. Os evangelhos dizem-nos que curou coxos, cegos, surdos e leprosos. Esteve ao lado dos pobres, marginalizados e excluídos da sociedade. Pregou o amor e o perdão. Nos evangelhos aparece apenas uma situação em que Jesus assume uma atitude mais dura: trata-se da expulsão dos vendilhões do Templo. »» Veja-se/admire-se a acção construtiva de "SHALOM" do grande judeu brasileiro Gilberto Venturas.
"Hoje tive o grande prazer de conhecer pessoalmente o Rabino Lord Jonathan Sacks, Grão rabino da Grã Bretanha e ouvi-lo palestrando para um público de 1.500 pessoas, na sinagoga Beit Yaacov. Parabéns para os organizadores do evento e para o rabino, que é um exemplo de ser humano ímpar e orgulho para todo o povo judeu e para toda a humanidade, pois além de apoiar o dialogo inter-religioso, luta lado a a lado com lideres muçulmanos contra o anti-semitismo e a islamofobia, além de defender a dignidade da diversidade das culturas e da consciência humana! Thank you Sir Sacks!" E diz mais este pacificador: "A saudação Shalom, à palavra Shalem alude. Esta última significando pleno e a primeira PLENITUDE!
Por isso falei que paz, neste contexto apenas bom seria, pois plenitude é mais, implicando em plena harmonia!"


Manuel Magalhães
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»»»» Os evangelistas não foram testemunhas oculares dos acontecimentos que narram. Basearam-se na tradição oral e em pequenas frases escritas que circulavam (perícopas). Os evangelistas considerados canónicos pelas Igrejas não o foram por mera arbitrariedade ou por conveniência. A escolha foi feita com base nos seguintes critérios:
a-ligação directa com o grupo dos apóstolos e maior proximidade dos acontecimentos históricos (trata-se do chamado critério apostólico que inclui abundantemente factos de teor utópico/estratégico/anti semita [o episódio joanino da "Mulher Adúltera", adicionado a posteriori; ou a atitude pró Magistério dos fariseus por parte de Jesus, vide o verbete "cátedra de Moisés": http://www.youtube.com/embed/tddCNY6U77Y?feature=player_detailpage] mas também aporta dados consistentes);
b-inclusão de palavras e factos históricos-estóricos da vida de Jesus e não apenas um só conteúdo "mítico-legenda" (critério literário)
c-utilização nas pregações e na liturgia da Igreja universal (critério litúrgico)
The Hebrew Yeshua vs. the Greek Jesus
youtube.com




PADRE MÁRIO DA LIXA:


«Quando a fé move montanhas»
O teólogo Padre Mário de Oliveira é uma consciência vigilante, vivendo não só à maneira de Espinosa do “amor intellectualis Dei”, mas também de uma fé que santifica porque nos faz mais solidários e fraternos (a dificuldade da mensagem de Jesus está aqui e não em rezar terços, ou venerar santinhos).



Acabo de reler um livro do teólogo Padre Mário de Oliveira. Este intitula-se Quando a fé move montanhas. O seu autor é um homem de fé, mas de uma fé que se confunde com um realismo insubornável diante do “mundo da vida”, diante das injustiças em que o nosso mundo é fértil, designadamente aquelas que são “programadas” pelo Ter e pelo Poder. Mário de Oliveira é uma consciência vigilante, vivendo não só à maneira de Espinosa do “amor intellectualis Dei”, mas também de uma fé que santifica porque nos faz mais solidários e fraternos (a dificuldade da mensagem de Jesus está aqui e não em rezar terços, ou venerar santinhos). Para ele, a fé não nos leva a acreditar em dogmas (autênticos disparates) da Imaculada Conceição, da infalibilidade pontifícia, do pecado original e nos quase-dogmas (disformes e grotescos) do milagre de Fátima e do celibato sacerdotal. A fé, para o Padre Mário de Oliveira, é uma versão do cristianismo primeiro, quando o cristianismo era a “religião dos escravos, protesto, mesmo se impotente, contra a ordem estabelecida, esperança no advento do Reino”. A fé, no Padre Mário de Oliveira, é transcendência, mas que não seja alienação, isto é, liberta de qualquer conotação com a ideologia do fundamentalismo neo-liberal ou de qualquer outro pensamento único. A transcendência, em Mário de Oliveira, é a negação de toda e qualquer espécie de determinismo. Em sintonia, aliás, com a interrogação de Jesus: “Homens de pouca fé, por que duvidais?”.



Ao lê-lo (e nem sei bem porquê) muitas vezes sou tentado a compará-lo com o Roger Garaudy que, na década de 70, na companhia de Teilhard de Chardin, me surgia com uma extraordinária energia de irradiação espiritual. A quente luminosidade das suas imagens, o ardor da sua emoção e a helénica serenidade da sua filosofia fizeram de Garaudy um autor que não mais esquecerei – como não esqueço o entendimento atilado e cáustico, bem ao jeito daquele filósofo francês, do Padre Mário de Oliveira. Por isso, o livro Quando a fé move montanhas deverá transformar-se num vade mecum para os que pretendem repensar o cristianismo, visando apresentá-lo de acordo com as mais sérias aspirações das mulheres e dos homens do nosso tempo. Como pode defender-se, hoje, o pecado original? O Padre Mário de Oliveira põe a nu, neste livro, o absurdo de um Deus, infinitamente justo, nos acusar de um mal que nunca praticámos: “Acontece, porém, que hoje sabemos que o pecado original nunca existiu, nem sequer houve um casal inicial do qual todos os seres humanos provêm (...). É verdade que tudo isso vem na Bíblia, no livro do Génesis, mas sabemos hoje que é um mito das origens, uma forma poética, simbólica de relatar o começo da Humanidade (...). Por isso, tudo o que a catequese oficial da Igreja continua a ensinar a este propósito é aldrabice. E o chamado dogma da Imaculada Conceição de Maria faz parte dessa aldrabice. A verdade à luz da Teologia cristã e do Evangelho de Jesus é que todos fomos concebidos em graça, em amor, em relação com Deus e estamos chamados a abrir-nos progressivamente uns aos outros, umas às outras, num amor cada vez maior e mais desinteressado” (p.17).


De facto, o pecado original; a virgindade de Maria, antes e depois do parto – são dogmas em que o achincalhe à inteligência sobe aos tons mais homéricos. Demais, propagados por padres que são mais do mesmo, ou seja, incapazes de criticar, com honestidade e coragem, as determinações que chegam de Roma e que reduzem o cristianismo ao nível infantil de uma filosofia pré-crítica. Roger Garaudy, no seu Marxisme du XXème Siècle, refere que o cristianismo criou uma dimensão nova do ser humano: a de pessoa humana, a de um ser que tem como atributo essencial a transcendência. Ora, “o encontro com a transcendência, ou antes, a irrupção da transcendência, não é uma experiência privilegiada e nada tem de teológico ou religioso, não é uma interrupção da ordem natural, por uma intervenção sobrenatural, mas é a experiência mais quotidiana, a experiência especificamente humana: a da criação” (pp. 113-114). A transcendência é a dimensão profética da vida e tem como radical fundante a liberdade. Mas como é possível a profecia, na Igreja Romana, se os profetas, como o Padre Mário de Oliveira, se vêem rodeados pela intolerância e a incompreensão da classe dominante da Igreja, dita Católica? E se nesta mesma Igreja, dita católica, há uma obediência cega à autoridade?

O Papa Joseph Ratzinger afirma que “o essencial da fé é que nela não me deparo com algo inventado; na fé, o que vem ao meu encontro supera em muito tudo quanto nós, os homens, somos capazes de pensar” (Joseph Ratzinger, Deus e o Mundo, Tenacitas, Coimbra, 2005, p. 31). Só que na fé oficial da Igreja Católica são em demasia as invenções, como aquelas que acima já citámos e outras, como a Ressurreição que se confunde com a reanimação do cadáver de Jesus crucificado, quando “o relato evangélico (assim no-lo ensina o Padre Mário, no livro Quando a fé move montanhas) de São João que fala disso é teológico e tem outra leitura/interpretação. Quando falo de Mistério, não me refiro a uma realidade incompreensível, mas a uma Realidade-escondida-que-se-nos-revela-e-nos-transforma, à medida que se nos revela”(p. 148). Daí que o Padre Mário se considere ateu: “ Também eu sou ateu, mas (...) sou ateu apenas de todos os deuses que se alimentam de gente. Por isso, posso dizer que sou ateu porque creio em Deus, no Deus de Jesus de Nazaré, o Crucificado/Ressuscitado” (p. 49). Se não laboro em erro grave, julgo que o Padre Mário poderia fazer suas estas palavras de Roger Garaudy, em Parole d’Homme: “De que fé se trata? Fé em Deus? Fé no homem? É um falso problema: uma fé em Deus que não implicasse a fé no homem seria uma evasão e um ópio; uma fé no homem que não se abrisse ao que no homem supere o homem, mutilaria o homem da sua dimensão especificamente humana: a transcendência” (p. 225).

A crença no Deus que Jesus nos ensinou é também uma crença no Homem, porque (volto ao Padre Mário), “enquanto ressuscitado, Jesus é o ser humano com o Espírito Santo dentro” (p. 61). Não surpreende, por isso, que o autor deste livro viva “em estado quase contínuo de escuta do Deus vivo, o qual se nos revela e nos fala, nos acontecimentos de que são feitas todas as nossas vidas e todas as vidas de todas as pessoas e de todos os povos do mundo” (p. 69). Não é fácil reduzir a meia dúzia de linhas uma crítica a qualquer um dos livros do Padre Mário de Oliveira, mas considero uma decisão ética ler cada um deles, com atenção e respeito. Porque se trata de um teólogo informado e de um homem culto e de alguém que é capaz de dar a própria vida pelos valores em que acredita (como já o provou à saciedade). Se aqui é possível uma nótula de carácter pessoal, deixem-me que confesse que aprendi com o Padre Mário a perceber que não há separação entre o sagrado e o profano, porque (sem qualquer assomo de panteísmo) Deus está em tudo! E acabo de aprender, após a leitura deste livro, que a ressurreição de Cristo é ruptura e superação de um egoísmo acanhado, insignificante e anúncio de que, na nossa vida, tudo é possível, ou seja, o possível faz parte do real.

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Uma identificação última com a essência fundamental das igrejas ou espiritualidades não significa, de modo nenhum, que estejamos de acordo com todas e cada uma das coisas que se fazem nelas.

O teólogo K. Rahner escreve: 
"O autêntico dogma nas Igrejas constitui algo que me obriga absolutamente. Como cristão e como teólogo, com certa ansiedade de espírito e coração, devo perguntar-me - com não pouca frequência - qual é o verdadeiro sentido de uma afirmação que o magistério das Igrejas mantêm como dogma, para lhe dar o meu assentimento de modo honesto e tranquilo. 

"Ao longo da minha vida nunca senti que isso fosse impossível. Em relação a esses dogmas, dei-me conta, claramente, que só podem ser bem entendidos quando se torna patente o seu sentido na linha da abertura ao mistério de D-us, sabendo, por outro lado, que foram formulados em condicionamentos históricos determinados. Esses dogmas encontram-se inevitavelmente numa espécie de amálgama que, de facto, não pertence ao conteúdo da declaração dogmática e que pode mesmo levar a que esse conteúdo seja mal interpretado. Isto acontece também porque esses dogmas estão formulados como regulações linguísticas que, para serem fiéis à realidade a que aludem, não deveriam permanecer sempre iguais, nem com as mesmas palavras com que foram formulados. 

"As coisas são diferentes quando se trata deste ou daquele ensino mantido pelo magistério como oficial, apresentado como vinculante, mesmo que não tenha sido 'definido'. Julgo que, por exemplo, nem a argumentação básica nem a autoridade de ensino das Igrejas a que, de facto, se recorre oferecem um fundamento convincente e obrigatório para aceitar a discutida doutrina católica de Paulo VI na 'Humanas Vitae'. O mesmo se diga acerca da declaração feita pela Congregação Católica da Doutrina da Fé que pretende excluir, por princípio, a ordenação de mulheres, como algo a aplicar em todos os tempos e culturas" (cf. "Scriften" XIV, 1980).

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Robespierre Cardoso da Cunha
Simples o dominio que esta por trás dela é de um anjo caído ...HA'Satan


Francisco Sales Gonzaga
só isto e prq eles seguem anjo caido?será que o sujeito ñ esta vendo o anjo caido não? gente acorda!!!!!


Regina Da Silva Farias
ñ é nda por causa de anjo nenhum é por causa de poder só isto e riquezas ela sabe que se começa falar a vdd tera que devolver oque tomou dos inocentes a 2mil anos e tera que pga pelos crimes que cometeu nestes 20 seculos!


Regina Da Silva Farias
ela ainda é muito poderosa esta na epoca do barro mas ainda é muito forte!


Alcides Jose de Castro
Mas como posso ser conhecedor da vdd e ensinar a mentira?pode patecer ingenuo de minha parte mas quantas pessoas nas trevas.e JESUS CRISTO,O NAZARENO sempre diz que a vdd liberta.como posso cultuar imagens de gesso uma vez que D+us busca adoradores que o adorem em Espirito,pela fé.


Francisco Sales Gonzaga
A idolatria e depravação dos homens>A ira de DEUS se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça; romanos cap;1;vers;18porquanto o que de DEUS


Francisco Sales Gonzaga
se pode conhecer é manifesto entre eles,porque DEUS lhe manifestou.vers;19!


Magalhães Luís
Eu ainda não percebi porque razão se afirma que a Igreja Católica leva à idolatria. Como é que uma teologia apoiada em Santos e teólogos de primeira qualidade ainda leva a uma questão do século XVI?! Quando as Igrejas da Reforma que tinham essa disputa já chegou a um entendimento da postura Católica. Para chegar a uma posição consensual nas cerimónias litúrgicas ecuménicas recorre-se a ícones.


Magalhães Luís
Continua-se a pensar a partir da mentalidade sectariana evangelical, unicista, unitariana, judia-muçulmana...


Magalhães Luís
E aos crentes em Yeshua vão estudar mariologia. Passo 1: http://pt.scribd.com/doc/99504667/MARIOLOGIA



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Alcides Jose de Castro......a igreja católicas criou muitos costumes para se diferenciar entre as religião....para aderir mais adeptos.....criou costumes quem nem existe na Biblia,o de padre não poder casar,isto não existe, é apenas uma forma que igreja católicas achou de não dividir seus bens.....do vaticano não dividir seus bens com estas famílias....mais podemos ver muitos filhos bastardos jogados ao leu.....muitos jovens sendo usados pelos padres....não existe a crisma....entre muitos outros costumes ....o de idolatria....pois o Papa é o maior criador de imagens....mais pela posição social .....e politica ....pela força de poder politico.....ela consegue continuar a enganar......um pastor disse em uma de suas pregações que a África sofre até hoje as consequências das escravidão.....do Egito.....pois lá foi o lugar que Cristo foi crucificado.....e pela nação do Egito ser um povo negro.....entendeu-se que é racismo.....mais na verdade é só as consequências de pecado do passado.....Deus acabou com Sodoma e Gomorra pelo pecado do luxuria.....do imagens ....e idolatria ..e do homossexualismo que existia na época.....e este mesmo pastor disse que Deus ama os homossexuais....mais condena seus pecados.....foi criticado por isso ...e o Papa para defender a família católica disse a mesma frase.....que Deus ama os homossexuais mais condena seus pecados....ama as pessoas mais não seus erros.....e ninguém se importou....nada houve contra ele......tudo que a igreja católica aprova ....fala......por causa da politica...economia......do poder......tudo é aceito......e se de qualquer religião disser.....é condenado......a justiça do homem é cega......a justiça do homem é conveniente......só a Deus....é justa e fiel......por isso nunca vamos enteder ninguém nem o mundo pois os homens são corruptos e todo mundo tem um preço.....e cada um mostra seu valor na hora da verdade.......o mundo jás do maligno......e o que vale....entre muitos é sobreviver......enquanto deveria ser saber viver.....pois sem YHWH não somos nada......ou podemos até ser por um tempo.....mais não podemos ser o tempo todo...assim é a verdade e a mentira......tudo pode durar por um tempo mais nunca o tempo todo.....Deus tira as mascaras.....desnuda os soberbos....rebeldes...desobedientes.....arrogantes......


Magalhães Luís
A questão do Padre ser casado ou não, não tem a haver com argumentos materialistas. Que estão presentes, é claro, ninguém contesta isso. Mas o Padre casa misticamente com Jesus. Que é superior a qualquer casamento humano.


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PAZ DE ESPÍRITO, MELHOR CALMANTE!
Às vezes as tribulações da vida nos deixam abalados e perdemos a paz e o sono. Sentimo-nos acuados e encurralados por sentimentos turbulentos que assombram nossa alma. O melhor remédio para um sono reparador é a paz de espírito, fruto da confiança em Deus. o rei Davi, quando estava passando o momento mais amargo de sua vida, fugindo de seu próprio filho Absalão, que queria tirar-lhe a vida e tomar-lhe o trono, disse: "Deito e logo pego no sono, porque só tu, Senhor, me fazes repousar seguro".


Magalhães Luís
Eu sou um cristão que está casado misticamente com Jesus; não o troco por mulher alguma.


Magalhães Luís
Sou celibatário com toda a liberdade.


Magalhães Luís
Todo o sacerdote apaixonado por Jesus devia ser celibatário.


Magalhães Luís
Estou com São Paulo.


Magalhães Luís
1 Coríntios 7: 32 Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor,

33 mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher,

34 e está dividido. A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.

35 E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma.
João Ferreira de Almeida Atualizada (AA)


Magalhães Luís
"O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
"A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."

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Se o padre tem a ideia que casa com Jesus Magalhães Luís.....ainda é pecado maior ainda...de ignorância pois todos os padres tem suas amantes.....e o vaticano incoberta oculta tudo isso....sempre que aparece na mídia algo sobre isso de um padre ele fica um tempo fora e depois volta......lá tudo é acobertado....esse negocio de celitabo....é falso.....veja o Francisco renunciou.....ficou um tempo acobertado....e hoje já mora quietinho nos palácios do vaticano.....lá tudo funciona na mesma politica.....tudo se acoberta.....todos os estupros......toda luxuria......todo fruto da carne é acobertado e oculto pelo vaticano.....se você cre que existe mesmo celibato na igreja católica você é muito ingênuo.....


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Pois eu não tenho amante alguma. Só Jesus na minha vida. E comigo tenho muitos santos.


Magalhães Luís
E não vivo na lúxuria.

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Algum crente.....já foi casado com uma mulher por caridade?


Magalhães Luís
Sim. Por caridade. Existem crentes assim. Para as tirarem da prostituição. Com autorização eclesiástica. Nada às escuras. 


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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk......quanta hipocrisia Magalhães Luís


Magalhães Luís
Agora essas mulheres estão casadas com pessoas que realmente as amam no aspecto unitivo e procriativo. Cristãos praticantes. E nessas congregações toda a gente participa nesses eventos reconstructivos da nova biografia dessas almas.

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Você está vendo que você só confirmou tudo o que eu disse Magalhães Luís.....o Vaticano aprova....tudo......e os padres enganam a si mesmos....pois a sociedade já sabe ....sem essa de caridade.


Magalhães Luís
Com certeza, mas não é da ICAR. Não menciono denominações. E foi um pedido de uma outra Igreja a outra Igreja. Que pediu ajuda. Pois não sabiam mais como ajudar. Foi algo interconfessional. Contaram-me. Gente de credibilidade.


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Você não precisa casar com uma mulher para ajudar ela Magalhães Luís.........Para de se enganar com esses da clerezia.....Fica dizendo essas heresias absurdas de caridade e outros besteirol.


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência.


Magalhães Luís
Sabia disso?! Para não ser apedrejada.


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Magalhães Luís......me desculpe...mais com a hipocrisia deslavada não dá da para falar.....e voce ainda fica argumentando se achando o bom......me poupe...desta.....todo o padre tem amante sim e é acobertado pelo Vaticano.......ele sabe que não vive o pecado pois casar e ter família não é pecado.....o pecado é a hipocrisia....sua de disser que era só caridade......


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência. Sabia disso?! Para não ser apedrejada. Sabia. Estou apenas a imitar o santo.


Magalhães Luís
E mais: "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."

Magalhães Luís "A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."

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Magalhães Luís.....ou voce é muito safado.....ou é ignorante.....Jose amava a Maria....já estava para se casar com ela......e por ser um homem temente a Deus....e por um anjo ter falado com ele....e por ele ver que ali se fazia a gloria de Deus.....se fazia cumprir as promessas.....e depois eles tiveram muitos outros filhos.....ele respeitou Maria no tempo que Deus deu a ele....mais a mulher que voce casou não precisava de sua caridade desta forma......me engana que eu gosto.....isso tem outro nome......que vergonha usar as Palavras Bíblicas para justificar esta heresia blasfêmia...hipocrisia....



Magalhães Luís
José amava Maria?! E por um Anjo ter falado com ele?! Isso é em Mateus 1:20. Em "19José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber."


Magalhães Luís
Veja: "José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber.""


Magalhães Luís
Não fala de amor. Fala de fazer tudo direito.


Magalhães Luís
E mais » Escreve São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."


Magalhães Luís
 E centre-se no que diz São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."

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Magalhães Luís.....as pessoas usam versículos da Biblia...e querem usar em sua vida achando que estão fazendo as mesmas coisas igual da Palavra....se voce se casou com alguém seu celibato se foi no casamento.....hoje voce pode ser uma pessoa resguardada......mais não no celeibato...na pureza.....


Magalhães Luís
O celibato, no meu caso é retomado quando eu quiser. Eu quando fiz o voto de celibato não era perpétuo. Pois era um religioso calvinista, não era um religioso católico. Tinha alguns privilégios especiais. Eu queria crescer no conhecimento do Senhor. Sem distracções.


Magalhães Luís
E durante anos não me distraí do Senhor.


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Eu já fui da Igreja Católica e tenho muitos da família na igreja católica e sei como funciona estas coisas lá....


Magalhães Luís
Se sei algo hoje devo-o a esse tempo. "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
Eu fui monge a tempo inteiro e sei como funcionam estas coisas lá...


Magalhães Luís
Não ouvi dizer.


Magalhães Luís.....quando voce perde a virgindade.....perdeu amigo....quando perdemos algo....esta perdido principalmente num caso como esse......a pureza.....é assim ou se é ou se não é.....deixa de hipocrisia.....voce já de certeza se deitou ou coabitou com alguém e quer me dizer qaue é puro sexualmente.....me poupe......


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Celibato não é virgindade.


Magalhães Luís
Celibato não tem a ver com ser puro sexualmente. Isso é ser monge budista.


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HIPOCRISIA....Magalhães Luís..........voce não vive de celibato assim como nenhum padre vive isso é só enganação.....enganam vocês mesmos e tentam enganar os outros.........besteirol.........o celibato é um costume só no papel.....de igreja católica.....mais na pratica não funciona.....de forma nenhuma........HIPOCRESIA>>>>>>>>>>
No dicionário Magalhes esta escrito assim: Celibato estado de uma pessoa que se manteve solteira...celeibatario que ou aquele que nunca se casou.......portanto.......para de HIPOCRESIA.....

Magalhães Luís
Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.


Magalhães Luís
Mas dentro da Igreja Católica um padre pode casar-se. Basta ser padre católico da Igreja Católica de rito oriental.


Magalhães Luís
Só o padre de rito latino é que não pode casar.


Magalhães Luís
No rito ocidental se você quiser casar pode casar-se na Comunhão Anglicana e depois pedir para ser integrado na Igreja Católica.


Magalhães Luís
Por isso qualquer padre pode casar-se. Só tem é que escolher.


Magalhães Luís
Repito. Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.

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Magalhães Luís
Se não quiser invocar a santíssima Trindade na sua vida sacerdotal, tem o rito oriental e a Comunhão Anglicana.

Magalhães Luís........HIPOCRESIA ...e EGOCENTRISMO.......essa é sua religião esse é seu deus.......chega......sem definição..........................................................................................................................e o pior de tudo fica tentando se argumentar...............................................................seja seu sim. sim............seu não não o que vier além disso é maligno....................cada vez se compromete mais...quanto mais fala.....mais azeda tudo....


Magalhães Luís
Não quer entender é consigo. Mas pergunte a um padre se no rito oriental não se pode casar.


Magalhães Luís
Passar bem.

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Tem muita sujeira em muitas lugares Magalhães Luís.......não em tudo mais em muita coisa em muita religião.....e escondem tudo debaixo do tapete.....conhecedores da Palavra ........é cheio de hipocrisia......enganação......só Deus para por terra toda sujeira......enganação.


Magalhães Luís
Que a afectividade e a sexualidade não são uma fatalidade, imposta pelas leis da natureza e da sociedade, mas são o campo de uma escolha livre, é o próprio Jesus quem o proclama, antes de mais sendo Ele próprio celibatário e proclamando que há aqueles que escolhem a via da continência por amor do Reino dos Céus (cf. Mt 19, 12). Ao proclamar a possibilidade desta escolha livre, o Senhor restitui ao casamento a sua dignidade de escolha livre. Sobretudo a mulher, que tinha a sua dignidade restringida à procriação, sente-se liberta e reconhecida na sua dignidade como pessoa. Não é por acaso que, na Igreja nascente, são as mulheres que escolhem a virgindade como caminho para seguir a Cristo, que suscitam o ideal da virgindade como caminho cristão de amor.


Magalhães Luís
Eu hoje retomo esse caminho. Por isso fico mais livre para estudar e poder depois partilhar.


Magalhães Luís
O celibato não é uma renúncia ao amor; é a escolha de um amor novo e este converge com o amor do Bom Pastor. A própria complementaridade homem-mulher encontra expressão de profundidade e de intimidade mística, onde o melhor de cada um exprime a comunhão dos santos. São Bento e Santa Escolástica, São Francisco e Santa Clara não são os únicos exemplos.

Magalhães Luís.......voce vive na carne......do seu próprio egocentrismo........faz um churrasco da própria carne e não consegue nem sentir dor.......nem ver nada......vive num arco íris......


Magalhães Luís
Eu escolhi este amor novo. Imitador de São Paulo. E das suas palavras: "Sem distracção".


Magalhães Luís
Você parece que quer me incentivar negativamente.


Magalhães Luís
Em vez de me ajudar. Eis um poema que descreve o que queremos ser. O que a nossa alma quer ser. »»»»»»»»»

Seja a alma humana leve, branca e pura como a neve, 
A fim de que a sua lisura seja tudo menos breve. 
Essa pureza química na verdade sã consiste; 
A mentira, triste mímica, lá não cabe, lá não existe. 
E assim, no refrigério dessa alva simplicidade, 
Encontra-se viva e salva a irmã humanidade!...

Miguel Neves