domingo, abril 07, 2013

Diálogos em monólogo com o meu PASTOR - "REVERENDO" -



JESUS E AS RELAÇÕES DO MESMO SEXO




Jesus em Mateus 8:5-13 e Lucas 7: 1-10, encontra-se com o centurião fiel. Do encontro com ele, o Rabbuni inclusivo e compassivo, cura o seu "pais".

"Pais" é uma palavra grega traduzida às vezes como "escravo" "servo". Jesus concorda com o seu pedido de ajuda e afirma que irá à sua casa, mas o centurião diz-lhe o quão indigno é, que não merece ter Jesus debaixo do seu tecto, e que tem fé suficiente para acreditar nas palavras de cura que são proferidas da sua boca, que a cura será alcançada. Jesus louva a fé deste militar de alta patente (oficial, um centurião), e o seu pais é curado. Este conto ilustra o poder e a importância da fé, e de quem a possui. 





O centurião não é um judeu, entretanto ele tem fé em Jesus e foi galardoado. Mas a palavra "pais" não significa "servo". Significa "amante". Em Tucidides, em Plutarco, em inúmeras fontes gregas, e de acordo com o eminente erudito de grego Kenneth Dover, pais significa o parceiro júnior (o mais novo) numa relação do mesmo sexo. Agora, isto não é exactamente um matrimónio de iguais. Uma relaçao "erastes-pais" geralmente consiste na presença de um "homem" mais velho, frequentemente um soldado entre as idades dos 18 e dos 30, e um jovem adolescente, geralmente entre as idades dos 13 até aos 18. Ás vezes este adolescente foi um escravo, como parece ser o caso aqui. 






É inapropriado, na minha visão, o uso da palavra "gay" para descrever esta relação; esta palavra, e as suas muitas conotações, no nosso tempo, não reflectem o espírito da Antiga Grécia e de Roma. Esta não é uma relação que qualquer activista LGBT poderia promover hoje.



Entretanto, não deixa de ser uma relação do mesmo sexo. (Basicamente é também o mesmo do já conhecido "soldado/aquele que carrega as armas do seu superior", dentro do modelo de David e de Yonatan [o nome significa que Yahweh deu ou o presente de D'us.]) Mas voltemos à narrativa. E qual foi a resposta de Jesus? Será que ele cuspiu na face do centurião por ele se ter atrevido a sugerir que curasse o seu soldado amante? Dificilmente. O Senhor reconhece a relação deles e realiza um acto de graça. Agora, será que a palavra "pais" realmente significa somente "servo"? Existem muitas razões para pensarmos o contrário, que não faz muito sentido. Primeiro, nunca esperaríamos que um centurião romano intercedesse, mais, que rogasse (parakaloon), em nome dum mero servo ou escravo. Segundo, enquanto Lucas refere-se ao jovem como "doulos" (escravo), o centurião especificamente chama-o um "pais"; isto fortemente sugere que a distinção é importante. Terceiro, nós sabemos que a relação íntima erastes-pais era uma prática comum entre os soldados romanos, que não tinham autorização para trazerem esposas, e cuja vida foi padronizada no modelo dos soldados-amantes. Se "pais" apenas significa "servo", nada disto faz sentido. Se eu e dezenas de outros escoliastas, eruditos, exegetas estivermos correctos, isto é um acto radical. Jesus estendeu a sua mão não somente ao centurião mas também ao seu parceiro. Em adição ao silêncio de Jesus sobre a homossexualidade em geral (ele nunca menciona intimidade do mesmo sexo, nem uma só vez, apesar da prevalência no seu contexto social), um silêncio ensurdecedor, Ou, melhor, ele não hesitou em sarar o soldado-amante. Tal como não teve problemas em incluir antigas prostitutas no seu círculo próximo. O envolvimento de Jesus com aqueles cuja conduta ofende a moral sexual, ainda hoje é uma afirmação de inclusão radical, e das suas próprias prioridades para a vida espiritual.



Também ajuda a pensar numa distinção útil para aqueles que podem estar a lutar com o casamento do mesmo sexo, como acto religioso, mas que, ao mesmo tempo, querem que os seus membros de família safistas (lébicas) ou gays, amigos e membros da sua comunidade, possam não ser vítimas de descriminação. Jesus não estava a conduzir (a acolher claramente) um casamento do mesmo sexo. Mas ele reconhecia uma relação socialmente aceita entre os goys (gentios).



Da mesma forma, os cristãos e judeus, hoje, que possam não estar preparados para celebrar casamentos do mesmo sexo nas suas igrejas e sinagogas, podem e devem promover ("endorse") o casamento civil em igualdade de direitos, na esfera pública. Num contexto diferente, isto foi o que fez Jesus (Yoshke, Yeshua) há mais de 2.000 anos.



Para mais informações sobre a relação do mesmo sexo entre o centurião e o seu amante, vide: 



Theodore Jennings, The Man Jesus Loved (Cleveland: Pilgrim Press, 2009): 131-44

Rick Brentlinger, Gay Christian 101, 193-221 (and online)

The Jesus in Love blog

Jack Clark Robinson, "Jesus, the Centurion, and his Lover," Gay and Lesbian Review, 70 (2007)

Jeff Miner and John Tyler Connoley, The Children Are Free, 46-51. »» O padre Carreira das Neves, um exegeta católico, afirma: ""O ser homossexual não é pecado nenhum. O ser homossexual é como ser heterossexual, isto depende da ciência. O problema é o pecado. Portanto se, porventura, como exemplo, há um assédio, isso é pecado." »» Os teólogos do Westar Institute escreveram sobre este tema: http://www.westarinstitute.org/Periodicals/4R_Articles/homosexuality.html




Mainline Christian denominations in this country are bitterly divided over the question of homosexuality. For this reason it is important to ask what light, if any, the New Testament sheds on this controversial issue. Most people apparently assume that the New Testament expresses strong opposition t...
20/3


Leia amigo...
E boa viagem...
20/3


Escoliasta (erudito judeu) Raphael D'Araujo: [GREGO] (João) 1:1 EN ARKÉ EN HO LOGOS, KAI HO LOGOS EN PROS TON TEON, KAI TEOS EM HO LOGOS (grego)




[Tradução] No princípio era (Existia) a PALAVRA (Logos), e a PALAVRA estava bem próxima de D-us, e D-us (O PAI) era a PALAVRA.



Invenção de moda: JOÃO 1:1: A Palavra estava no princípio (Bereshit) com D'us, a Palavra estava próxima de D'us, a Palavra era um Elohim (a Palavra era Divina).
21/3


Abraço Pastor!
Quinta-feira às 13:31


Se encontrarmos a hora do Seu enterro, então poderemos saber a hora do dia da ressurreição. Se, por exemplo, o enterro fosse ao nascer do sol, então, para que o corpo ficasse três dias e três noites na tumba, a ressurreição igualmente teria que ocorrer ao nascer do sol, três dias depois. Se o enterro fosse ao meio dia, a ressurreição seria ao meio dia. Se o enterro acontecesse ao pôr do sol, a ressurreição teria que ser ao pôr do sol, três dias depois.


O dia da crucificação era chamado “dia da preparação”, ou o dia antes do “Sábado” (Mt 27:62; Mc 15:42; Lc 23:54). Este dia terminava ao pôr do sol, de acordo com o cálculo bíblico (Lv 23:32).

Jesus “clamou com grande voz”, logo após à “hora nona”, que corresponde às três horas da tarde (Mt 27:46-50; Mc 15:34-37; Lc 23:44-46).

Entretanto, Jesus foi enterrado antes do final desse mesmo dia – antes do pôr do sol (Mt 27:57-60; Lc 23:52-54, João 19:42).

João adiciona, “ali pois (por causa da preparação dos judeus) … puseram a Jesus”. De acordo com as leis observadas pelos judeus, todos os corpos mortos deveriam ser enterrados antes do começo do Sábado ou de um dia de festa solene. Por isso Jesus foi enterrado antes do pôr do sol do mesmo dia que morreu. Ele morreu logo depois das três horas da tarde.

Portanto – note cuidadosamente – o enterro do corpo de Cristo foi no final da tarde, entre 15 horas e o pôr do sol, como provam essas escrituras.

E desde que a ressurreição tinha que ocorrer à mesma hora do dia, três dias depois, a ressurreição de Cristo, portanto, ocorreu não ao nascer do sol, porém no final da tarde, próximo ao pôr do sol. Tão surpreendente quanto pareça, no entanto, essa é a pura verdade da Bíblia!
Ontem às 19:49


A Ressurreição não aconteceu num domingo 




Um comentarista da alta crítica concluiu sobre o tempo de Jesus na supultura: ”Sabemos, é claro, que Jesus realmente só ficou na tumba metade do tempo que Ele esperava ficar!” Outros expositores, muitos deles católicos, impõem-se à nossa credulidade, a ponto de quererem que acreditemos que “na língua grega, na qual o Segundo [Novo] Testamento foi escrito, a expressão ‘três dias e três noites’ indica três períodos, seja de dia ou de noite”.

Jesus, dizem eles, foi colocado na sepultura pouco antes do pôr do sol de sexta-feira e ressuscitou ao amanhecer de domingo – duas noites e um dia.



A definição bíblica

Apesar disto, a definição bíblica da duração de “noites e dias” é simples.

Estes mesmos críticos especialistas admitem que no hebraico, idioma em que o livro de Jonas foi escrito, a expressão “três dias e três noites” significa um período de 72 horas – três dias de doze horas e três noites de doze horas.

Note, pois, em Jonas 1:17: ”E esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe”. Isso, os críticos admitem, foi um período de 72 horas. E Jesus afirmou categoricamente que como Jonas ficara três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim também Ele ficaria o mesmo espaço de tempo dentro da sepultura.

Jonas esteve 72 horas na “sepultura”. Depois, ele foi ressuscitado por Deus, milagrosamente, ao ser vomitado na praia – tornando-se o “salvador” do povo de Nínive, quando lhes proclamou a advertência divina. Assim também, Jesus ficaria 72 horas na sepultura, para dali ser ressuscitado por Deus e se tornar o Salvador do mundo.
Será que Jesus sabia quantas horas há em um “dia” e em uma “noite”? Jesus respondeu. “Não há doze horas no dia?… se [alguém] andar de noite, tropeça” (João 11:9-10).
Note a definição bíblica da expressão “o terceiro dia”. O exame de texto após texto nos demonstra que Jesus ressuscitou ao terceiro dia. Note como a Bíblia define o tempo necessário para completar “o terceiro dia”.
Em Gênesis 1:4: ”E fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde [trevas] e a manhã [luz] o dia primeiro … e foi a tarde [trevas] e a manhã [luz o dia segundo ..., e foi a tarde [agora três períodos de trevas chamados "noite" – três noites] e a manhã [agora três períodos de luz chamados "dia – três dias] o dia terceiro” (Gn 1:4-13).
Aqui encontramos a única definição bíblica que explica e calcula o espaço de tempo incluído na expressão “o dia terceiro”. Isso inclui três períodos de escuridão chamados “noite” e três períodos de luz chamados “dia” – três dias e três noites. Jesus disse que cada um continha 12 horas – um total de 72 horas.
Isso tem que ser conclusivo! Qualquer criança de sete anos de idade poderia calculá-lo facilmente.
Qual é o erro?
O que está errado com essas palavras simples e claras de Jesus? Como então, esses teólogos “prudentes e sábios” sabem que Jesus foi crucificado na “Sexta-feira Santa” e ressuscitou no “Domingo de Páscoa”?!
A resposta simplesmente é: Eles não sabem – porque não é verdade! E meramente tradição, uma tradição que nos foi ensinada desde a infância e que descuidadamente temos aceito! Jesus nos advertiu, em Marcos 7:13, a não invalidar, assim, a Palavra de Deus pela nossa tradição.
Já examinamos duas testemunhas bíblicas, em Mateus e Jonas, ambas estabelecendo a duração da presença do corpo de Jesus na tumba, como sendo três dias e três noites, que a Bíblia claramente define como 72 horas. Agora vamos examinar mais quatro testemunhas bíblicas que provam a mesma coisa.
Note Marcos 8:31: ”E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito, e fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mas que DEPOIS DE TRÊS DIAS ressuscitaria.”
(Qualquer criança do segundo ano primário sabe calcular isso.) Se Jesus tivesse morrido na sexta-feira, e ressuscitado um dia depois, a ressurreição teria ocorrido no sábado à tarde. Se acontecesse depois de dois dias, teria caído no domingo à tarde, e se ocorresse DEPOIS DE TRÊS DIAS, a ressurreição teria caído na tarde de segunda-feira!
Examine o texto cuidadosamente! Mesmo que use qualquer método aritmético, de modo nenhum você encontrará um valor diferente de 72 horas (três dias e três noites) numa ressurreição que ocorreu três dias DEPOIS da crucificação.
Se Jesus apenas tivesse ficado na sepultura, do pôr do sol de sexta-feira até o nascer do sol de domingo, a conclusão teria sido que também esse texto deveria ser rasgado e tirado da sua Bíblia; de outra forma teríamos que admitir que Jesus era um impostor e, assim, rejeitá-LO!
Se Ele ressuscitasse DEPOIS de três dias, como diz o texto acima, isso teria significado mais do que 72 horas, porém nunca um segundo a menos.
Note agora Marcos 9:31: ”O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens e matá-lo-ão; e, morto ele ressuscitará ao terceiro dia“. A duração de tempo aqui expressa, isto é, ao terceiro dia durante o terceiro dia – tem que ser entre 48 e 72 horas. Não poderia ser um segundo a mais do que 72 horas, para que Jesus ressuscitasse ainda ao terceiro dia. E não poderia ser do pôr do sol de sexta-feira até o nascer do sol de domingo, porque então seriam 36 horas, levando-nos apenas ao meio do segundo dia, após a morte.
Em Mateus 27:63, refere-se que Jesus havia dito: ”Depois de três dias ressuscitarei”. O que significa que não poderia ser calculado menos de 72 horas completas.
E em João 2:19-21, “Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e EM três dias o levantarei … Mas ele falava do templo do seu corpo”. Para ser levantado EM três dias, depois de ser destruído, ou crucificado e enterrado, não poderia ser mais do que 72 horas.
Se tivermos que aceitar todos os testemunhos bíblicos, teremos que concluir que Jesus esteve exatamente três dias e três noites – três dias inteiros de 24 horas cada um – 72 horas na sepultura, ou então, a única prova sobrenatural que Ele deu falhou.
A hora da ressurreição
Agora note cuidadosamente o seguinte: Para permanecer três dias e três noites – 72 horas – na sepultura, nosso Senhor tinha que ressuscitar na mesma hora do dia em que o Seu corpo foi colocado na tumba.
Atentemos para esse fato importante!
Se encontrarmos a hora do Seu enterro, então poderemos saber a hora do dia da ressurreição. Se, por exemplo, o enterro fosse ao nascer do sol, então, para que o corpo ficasse três dias e três noites na tumba, a ressurreição igualmente teria que ocorrer ao nascer do sol, três dias depois. Se o enterro fosse ao meio dia, a ressurreição seria ao meio dia. Se o enterro acontecesse ao pôr do sol, a ressurreição teria que ser ao pôr do sol, três dias depois.
O dia da crucificação era chamado “dia da preparação”, ou o dia antes do “Sábado” (Mt 27:62; Mc 15:42; Lc 23:54). Esse dia terminava ao pôr do sol, de acordo com o cálculo bíblico (Lv 23:32).
Jesus “clamou com grande voz”, logo após à “hora nona”, que corresponde às três horas da tarde (Mt 27:46-50; Mc 15:34-37; Lc 23:44-46).
Entretanto, Jesus foi enterrado antes do final desse mesmo dia – antes do pôr do sol (Mt 27:57-60; Lc 23:52-54, João 19:42).
João adiciona, “ali pois (por causa da preparação dos judeus) … puseram a Jesus”. De acordo com as leis observadas pelos judeus, todos os corpos mortos deveriam ser enterrados antes do começo do Sábado ou de um dia de festa solene. Por isso Jesus foi enterrado antes do pôr do sol do mesmo dia que morreu. Ele morreu logo depois das três horas da tarde.
Portanto – note cuidadosamente – o enterro do corpo de Cristo foi no final da tarde, entre 15 horas e o pôr do sol, como provam essas escrituras.
E desde que a ressurreição tinha que ocorrer à mesma hora do dia, três dias depois, a ressurreição de Cristo, portanto, ocorreu não ao nascer do sol, porém no final da tarde, próximo ao pôr do sol. Tão surpreendente quanto pareça, no entanto, essa é a pura verdade da Bíblia!
Se Jesus tivesse saído da tumba a qualquer outra hora, Ele não poderia ter permanecido três dias e três noites nela. E se isso tivesse realmente acontecido, só poderíamos concluir que Ele deixara de provar, pelo único sinal prometido, que Ele era verdadeiramente o Messias, o Filho do Deus-vivo. Ou ressuscitou ao fim do dia, próximo ao pôr do sol, ou, então, Ele não era o Cristo! Com a promessa desse sinal, Jesus colocou em jogo a Sua reputação.
Portanto, mais uma tradição, há longo tempo venerada, cai por terra.
Que dia seguia à crucificação?
Agora, porém, surge uma objeção que poderá ser feita por alguém, e que, entretanto, é o mesmo ponto que comprova essa verdade.
Talvez você tenha notado que as Escrituras dizem que o dia depois da crucificação era um Sábado. Em conseqüência, por séculos, as pessoas têm concluído, cegamente, que a crucificação aconteceu na sexta-feira.
Já mostramos, porém, pelos quatro evangelhos, que o dia da crucificação era chamado “dia da preparação”. O dia da preparação para o Sábado. Mas para que Sábado?
O Evangelho de João nos dá a resposta definitiva. ”E era a preparação da páscoa … (pois era grande o dia de sábado)” (João 19:14, 31).
O que quer dizer “grande o dia de sábado”, ou, como a Edição Revista e Atualizada no Brasil apresenta: ”grande o dia daquele sábado”?
Pergunte a qualquer judeu! Ele lhe dirá que é um dos dias santos anuais, ou seja, um dia de festa – sete dias que os israelitas observavam todos os anos – todos eles chamados Sábados! Os Sábados anuais, tais quais os feriados romanos de hoje, caem em certos dias do ano, porém em dias da semana diferentes para cada ano. Esses Sábados podem cair na segunda-feira, na quinta-feira, ou no domingo.
Se você estudar os textos seguintes, verá que os dias santos anuais eram todos chamados Sábados: Levítico 16:31; 23:24, 26-32, 39.
Note Mateus 26:2: ”Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado”. E se você continuar lendo esse capítulo verá que Jesus foi crucificado no dia da Páscoa israelita.
E o que era a Páscoa israelita? No capítulo doze de Êxodo encontramos a história da Páscoa original. Os filhos de Israel mataram os cordeiros, e puseram o sangue sobre a verga da porta e nas duas ombreiras de suas casas. E onde estivesse o sangue, o anjo da morte passava por cima daquelas casas, salvando-os da morte. Depois da Páscoa havia uma santa convocação, ou Sábado anual.
Observe as datas: ”Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês é A PÁSCOA do Senhor. E aos quinze dias do mesmo mês haverá FESTA” (Nm 28:16-17).
O cordeiro pascal, sacrificado todos os anos no dia 14 do primeiro mês, o mês chamado “Abibe”, tipificava o Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). Cristo é a nossa Páscoa, sacrificada por nós (1 Co 5:7).
Jesus foi morto no mesmo dia em que se sacrificava o cordeiro pascal. Ele foi sacrificado no dia 14 do mês de Abibe, o primeiro mês do ano hebraico. E esse “dia de Páscoa”, que a Bíblia designa como “dia da preparação” para a festa, era o dia antes do Sábado anual, ou o grande dia de Sábado que era no dia 15 do mês de Abibe. Esse Sábado anual pode ocorrer em qualquer dia da semana. Frequentemente ocorre, e é observado ainda hoje, na quinta-feira. Por exemplo, esse “grande dia de Sábado” caiu, entre outras datas, na quinta-feira nos anos 1972, 1975, 1979, 1982.
E o calendário hebraico mostra que no ano em que Jesus foi crucificado, o dia 14 de Abibe, dia da Páscoa, era uma quarta-feira. E o Sábado anual caía na quinta-feira. Esse era o Sábado que se aproximava quando José de Arimatéia se apressou a enterrar o corpo de Jesus, no final da tarde daquela quarta-feira. Havia dois Sábados separados naquela mesma semana!
Que dia foi a ressurreição?
E agora, que dia da semana foi o dia da ressurreição?
As primeiras examinadoras, Maria Madalena e suas companheiras, vieram ao sepulcro no primeiro dia da semana (domingo), bem cedo, enquanto ainda estava escuro, e o sol estava a ponto de surgir, ao amanhecer (Mc 16:2; Lc 24:1; João 20:1).
E agora, aqui mostramos os textos bíblicos que muita gente supõe serem a confirmação de que a ressurreição aconteceu ao nascer do sol da manhã de domingo. Porém os textos não dizem isso!
Quando as mulheres chegaram lá, a sepultura já estava aberta! Naquela hora da manhã de domingo, enquanto ainda escuro, Jesus já não estava mais lá! Note como o anjo diz: “Já ressuscitou, não está aqui”! (Veja Mc 16:6; Lc 24:6; Mt 28:5-6.)
Jesus já tinha ressuscitado quando, ainda escuro, o sol começava despontar, na manhã de domingo! Naturalmente que sim! Ele se levantara da tumba, no final da tarde anterior, próximo ao pôr do sol.
Assim, desde que sabemos que Jesus foi enterrado no final da tarde de quarta-feira, e que a ressurreição ocorreu na mesma hora do dia, três dias depois, concluímos que a ressurreição de Jesus ocorreu no final da tarde de sábado.
O Sábado de descanso terminou ao pôr do sol. A ressurreição aconteceu no final desse dia de Sábado, antes do começo do primeiro dia da semana. Portanto, concluímos que não foi uma ressurreição no domingo, mas uma ressurreição no Sábado!
Será que Cristo cumpriu o Seu sinal?
Tudo isso está baseado na suposição de que Jesus cumpriu com Seu único sinal: o de permanecer três dias e três noites na sepultura.
Todas as nossas evidências são baseadas na afirmação de Jesus antes da crucificação. Porém, alguns dos críticos especialistas e doutores em divindade nos dizem que Jesus cometeu um erro – que Ele permaneceu na tumba a metade do tempo que disse. Vejamos agora provas que mostrarão se Ele permaneceu, ou não, o tempo exato na sepultura, como afirmou.
Note que em Mateus 28:6, o anjo do Senhor deu esse testemunho, que agora apresentamos como evidência:
“Ele não está aqui, porque já ressuscitou como havia dito“. E isso não teria acontecido a menos que tivesse ressuscitado na mesmíssima hora que profetizara! Assim temos a prova do anjo do Senhor, registrada na Palavra Sagrada de Deus, confirmando que Jesus cumpriu o Seu sinal. Ele esteve três dias e três noites “no seio da terra” – levantando-se na tarde de Sábado, não no domingo de manhã.
Uma outra prova de que Jesus esteve na sepultura o tempo integral como havia dito é encontrada em 1 Coríntios 15:3-4:
“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras“.
Sua morte e enterro foram conforme as Escrituras – não em oposição a elas.
O terceiro dia, contado a partir da quarta-feira, na qual ocorreu o Seu enterro, era o Sábado; os três dias de permanência no túmulo terminavam realmente no sábado à tarde, pouco antes do pôr do sol, e não no domingo de manhã.
Que dia foi a crucificação?
Jesus foi crucificado na quarta-feira, no meio da semana. Ele morreu pouco depois das três horas daquela mesma tarde; foi enterrado antes do pôr do sol, na tarde desse mesmo dia. Agora conte três dias e três noites.
Seu corpo esteve na sepultura durante as noites de quarta, quinta e sexta-feira – três noites. Também permaneceu lá durante a parte clara dos dias de quinta, sexta e sábado. Três dias. Foi ressuscitado no sábado – no Sábado semanal, ao fim da tarde, pouco antes do pôr do sol, na mesma hora do dia em que foi enterrado!
É significante notar que segundo a profecia de Daniel sobre as “setenta semanas” (Dn 9:24-27), Jesus estava para ser cortado “na metade da semana”. Enquanto que nessa profecia um dia equivale a um ano, a semana converteu-se literalmente em sete anos, Cristo sendo “cortado” depois de três anos e meio de ministério. Também é significante que Ele foi “cortado”, literalmente, no meio da semana.
Honestas objeções examinadas
Alguém certamente observará Marcos 16:9, pensando que esse texto diz que a ressurreição aconteceu no domingo. Mas com uma cuidadosa análise, compreender-se-á que não foi assim.
O idioma grego, no qual foi escrito o Novo Testamento, não usa os sinais de pontuação da maneira que nós costumamos usar. Por conseguinte, o texto grego carece de vírgula. Os tradutores, nas edições em português, seguiram o mesmo padrão da maioria das edições em inglês, adotando uma pontuação errônea que leva o leitor a pensar que Jesus ressuscitou no domingo de manhã.
Depois da palavra “ressuscitado” deve-se colocar uma vírgula, separando as expressões para indicar que o que aconteceu no primeiro dia da semana, pela manhã, foi a aparição de Jesus depois de ter ressuscitado, sem mencionar quando ocorreu a ressurreição.
Traduzida, de modo correto, ler-se-ia tal passagem da seguinte maneira:
“E Jesus, tendo ressuscitado, na manhã do primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria Madalena …”
Se permitirmos que a Bíblia se interprete a si mesma, podemos chegar ao verdadeiro sentido desse versículo. Portanto, agora, podemos entender claramente que cedo, ao amanhecer do primeiro dia da semana, na hora em que Jesus apareceu a Maria Madalena, a ressurreição já havia ocorrido. Isto é, ocorreu no final da tarde do dia anterior. Por isso é natural que se dissesse que Jesus no domingo de manhã já havia ressuscitado. aEsse texto não nega, de maneira alguma, os outros que demonstram a ressurreição ter acontecido assim.
Uma outra passagem que pode causar confusão é Lucas 24:21:
“… mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram”. ”Essas coisas” incluem todos os acontecimentos pertinentes à ressurreição, tais como: a prisão de Jesus, a entrega para ser julgado, o ato da crucificação, e, finalmente, a colocação do selo e da guarda na tumba, no dia seguinte, ou seja, quinta-feira. Estude os versículos 18 até 20 que dizem “essas coisas” e também Mateus 27:62-66. ”Essas coisas” também não foram completadas até que a guarda foi estabelecida, na quinta-feira.
Se o texto diz que domingo era o terceiro dia desde que essas coisas foram feitas, domingo, sem dúvida, foi o terceiro dia, desde quinta-feira, mas não foi o terceiro dia desde sexta-feira. Assim, esse texto não poderia ser usado como prova da crucificação na sexta-feira.
Há ainda uma prova final e conclusiva dessa verdade.
Um texto vital que prova, sem equívoco algum, que houve dois Sábados naquela semana, encontra-se obscurecido por quase todas as traduções da Bíblia. Parece que a tradução em inglês, de Ferrar Fenton, é uma das poucas que apresentam esse ponto corretamente.
Veja Mateus 28:1. Nas versões comuns lê-se: ”E, no fim do sábado”, ou mais corretamente, “depois do sábado”. Note que é usada a palavra Sábado, no singular. Porém no original grego a palavra está no plural. Fenton traduz corretamente quando diz: ”Depois dos SÁBADOS”, embora ele não traduza o resto do verso tão bem. Numa nota abaixo ele diz: ”A palavra grega original está no plural: ‘Sabados’.”
De acordo com Marcos 16:1, Maria Madalena e suas companheiras não compraram os aromas para ungir o corpo de Jesus até que o Sábado tivesse passado. Elas não poderiam prepará-los até então – mesmo assim, depois de preparar os aromas elas descansaram no dia de Sábado de acordo com o mandamento (Lc 23:56).
Estude esses dois textos cuidadosamente!
Só existe uma explicação possível: Depois do Grande Dia de Sábado, anual, o festival dos Dias dos Pães Asmos – que caiu na quinta-feira – as mulheres, na sexta-feira, compraram e prepararam os aromas, e depois, descansaram no Sábado semanal, o sétimo dia da semana, de acordo com o mandamento (Ex 20:8-11).
A comparação desses dois textos prova que houve DOIS Sábados naquela semana, com um dia entre eles. De outra forma esses textos se contradizem.
Temos visto neste livreto, como um dia, tão venerado pelos que se dizem cristãos, não tem base bíblica.
Além do Domingo de Páscoa ou Ressurreição, precisamos examinar, à luz da verdade bíblica, outros dias que comumente se celebram em nosso mundo cristão. Um desses é o Natal.
Convidamos ao prezado leitor a fazer pesquisa sobre outros dias venerados pela sociedade ocidental como a Páscoa Florida e o Natal. No devido tempo teremos artigos sobre esses assuntos. A origem desses dias o surpreenderá. Já é tempo de sabermos em que baseamos a nossa crença religiosa, e descobrirmos se devemos ou não observar esses dias.
ANEXOS
O ÚNICO SINAL
Jesus entregou aos fariseus o ÚNICO SINAL, que seria dado a eles, de que era o filho de Deus: ”Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas; pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra” (Mt 12:39-40).
Isso significa que estaria 72 horas no túmulo, tal como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe (Jonas 1:17). Jesus disse claramente que seria morto, “e que depois de três dias ressuscitaria” (Mc 8:31). O gráfico abaixo mostra a seqüência correta de três dias e três noites:
Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Sábado Domingo
Crucificado às
9:00 e morre às 15:00.Enterrado
ao pôr-do-sol. Começam as 72 horas.Dia Santo e de repouso, Primeiro Dia dos Pães Asmos. (João 19:31)Mulheres compram
e preparam as especiarias
(Mc 16:1; Lc 23:56)Descansaram no sábado (Lc 23:56) Ao anoitecer
quando se completam as 72 horas Jesus ressuscita.Mulheres chegam com as especiarias antes da madrugada, Jesus não está, Já havia ressuscitado.
DIAGRAMA ERRADO
SEXTA SÁBADO DOMINGO
Noite Dia Noite Dia Noite Dia
Fim do Dia
SEPULTAMENTO RESSURREIÇÃO Primeira Noite Primeiro Dia Segunda Noite
O diagrama interpreta a teoria incorreta da morte de Jesus na sexta-feira. Se isto houvesse acontecido, Ele teria passado na sepultura somente a noite de sexta-feira para sábado e a de sábado para domingo, até a hora incerta o que daria apenas UMA noite e parte de outra. Teria passado apenas o sábado na sepultura, pois fora sepultado ao pôr-do-sol de sexta-feira; e, nenhuma parte do dia de domingo. Logo passaria Ele apenas, duas noites e um dia, não se cumprindo, portanto, a profecia de Cristo.
DIAGRAMA CORRETO DO DIA DA MORTE DE CRISTO
DOMINGO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO
N D N D N D N D N D N D N D
DIA DO SEPUL-TAMENTO 1º dia 2° dia 3º dia RESSURREIÇÃO
Legenda: D=dia N=noite 1a. Noite 2a. Noite 3a.Noite
Esse diagrama interpreta a realidade. A parte escura do diagrama representa as noites e a clara, os dias. Uma vez que Jesus morreu na quarta-feira e fora sepultado ao pôr-do-sol, temos de contar daí para diante três dias e as três noites, conforme mostra o diagrama.



Yeshua foi enterrado no final da tarde de quarta-feira e a ressurreição ocorreu na mesma hora do dia, três dias depois, logo concluímos que a ressurreição de Jesus ocorreu no final da tarde de Shabbos, próximo ao pôr do sol.



Antes da construção do Templo em Jerusalém, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo fermento de suas casas e comiam com pães asmos e ervas amargas (Núm 9.11). O chefe da casa recitava a história de como seus ancestrais experimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação da escravidão sob Faraó. Assim, de geração em geração, o povo israelita relembrava a redenção divina e seu livramento do Egito (Êx 12.26). – Algumas outras afeições suplementaram a solenidade da Páscoa; de acordo com fontes judaicas tradicionais, empregavam «quatro» cálices de vinho misturado com água que a Lei não fala; cantavam os Salmos 113 a 118 (Isaías 30.29). Punham a mesa um prato de frutas desfeitas em vinagre, formando uma pasta, como recordação da argamassa que eles empregavam nos trabalhos do cativeiro egípcio.
há 36 minutos


Depois da construção do Templo, Yahweh ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Deut 16.1-6). Faziam-se grandes preparativos em Jerusalém na época da Festa da Páscoa, visto que celebrar a Páscoa era um registro da Lei para todo varão israelita e não-israelita que estivesse circuncidado (Núm 9.9-14). Isto significava que muitas pessoas viajavam à Jerusalém com muitos dias de antecedência. Chegavam antes da Páscoa, a fim se purificarem cerimonialmente (João 11.55). Diz-se que com cerca de um mês de antecedência se enviava homens para reparar as pontes e colocar as estradas em boas condições para a jornada dos peregrinos a Jerusalém. Visto que o contato com um cadáver tornava a pessoa cerimonialmente impura, tomavam-se precauções especiais para proteger o viajante. Por ser costumeiro enterrar pessoa em campos abertos caso morressem ali, então os sepulcros eram caiados alguns dias de antecedência para serem claramente distinguíveis à distância (Mat 23.27). – Para os que vinham a Jerusalém a fim de celebrar a Páscoa, ofereciam-se acomodações nas casas. Em um lar oriental, podia-se dormir em todos os cômodos, e várias pessoas podiam ser alojadas em um só aposento. O teto plano da casa também podia ser usado. A maioria das casas dos judeus tinha salas no 1o andar, cujo acesso era permitido por meio de uma escada exterior. O comparecimento dos peregrinos era obrigatório somente à Ceia Pascal (Deut 16.7). Josefo informa-nos que até três milhões de pessoas podiam estar presentes em Jerusalém na Festa da Páscoa.
há 35 minutos


Antes da construção do Templo em Jerusalém, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo fermento de suas casas e comiam com pães asmos e ervas amargas (Núm 9.11). O chefe da casa recitava a história de como seus ancestrais experimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação da escravidão sob Faraó. Assim, de geração em geração, o povo israelita relembrava a redenção divina e seu livramento do Egito (Êx 12.26). – Algumas outras afeições suplementaram a solenidade da Páscoa; de acordo com fontes judaicas tradicionais, empregavam «quatro» cálices de vinho misturado com água que a Lei não fala; cantavam os Salmos 113 a 118 (Isaías 30.29). Punham a mesa um prato de frutas desfeitas em vinagre, formando uma pasta, como recordação da argamassa que eles empregavam nos trabalhos do cativeiro egípcio.
há 36 minutos


Depois da construção do Templo, Yahweh ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Deut 16.1-6). Faziam-se grandes preparativos em Jerusalém na época da Festa da Páscoa, visto que celebrar a Páscoa era um registro da Lei para todo varão israelita e não-israelita que estivesse circuncidado (Núm 9.9-14). Isto significava que muitas pessoas viajavam à Jerusalém com muitos dias de antecedência. Chegavam antes da Páscoa, a fim se purificarem cerimonialmente (João 11.55). Diz-se que com cerca de um mês de antecedência se enviava homens para reparar as pontes e colocar as estradas em boas condições para a jornada dos peregrinos a Jerusalém. Visto que o contato com um cadáver tornava a pessoa cerimonialmente impura, tomavam-se precauções especiais para proteger o viajante. Por ser costumeiro enterrar pessoa em campos abertos caso morressem ali, então os sepulcros eram caiados alguns dias de antecedência para serem claramente distinguíveis à distância (Mat 23.27). – Para os que vinham a Jerusalém a fim de celebrar a Páscoa, ofereciam-se acomodações nas casas. Em um lar oriental, podia-se dormir em todos os cômodos, e várias pessoas podiam ser alojadas em um só aposento. O teto plano da casa também podia ser usado. A maioria das casas dos judeus tinha salas no 1o andar, cujo acesso era permitido por meio de uma escada exterior. O comparecimento dos peregrinos era obrigatório somente à Ceia Pascal (Deut 16.7). Josefo informa-nos que até três milhões de pessoas podiam estar presentes em Jerusalém na Festa da Páscoa.
há 35 minutos


Nota: O grupo dos Salmos 113-118, Hallel (louvor). passou a ser conhecido como o Hallel Egípcio, devido à sua associação com o livramento de Israel da servidão egípcia. Esses Salmos eram usados por ocasião das três principais festividades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos), e por ocasião da dedicação do Templo. Por ocasião da Páscoa, eram entoados os Salmos 113 e 114, antes da refeição pascal, e os Salmos 115 a 118, após a mesma, conforme foi observado por Jesus e Seus discípulos, na última Ceia (Mat 26.30).
há 34 minutos


»»»»»»»»»»» Para os goyim»»






Os versículos 43 a 50, do cap. 12 de Êxodo, descrevem a ordenança de Yahweh, para a celebração da Páscoa, aos «não-israelitas», para os anos vindouros. Todos varões israelitas tinham que estar circuncidados, para que tivessem o direito de participarem das bênçãos do concerto, de Yahweh e Abraão (Gên 17.11). Aquele que não fosse circuncidado era expulso do convívio do seu povo (Gên 17.14).

Os não-israelitas (isto é, os escravos não judeus, os estrangeiros), não eram obrigados a participarem da Páscoa. Porém, se algum estrangeiro, que residisse entre os israelitas, quisesse celebrar a Páscoa de Yahweh, contudo, deveria ser circuncidado todo macho. A mesma lei era válida para todo escravo estrangeiro comprado por dinheiro. Depois de circuncidados, tinham o direito de aproximar-se de Yahweh, como os israelitas (vss. 44,48). «Mas nenhum incircunciso comerá dela [da páscoa]» (vs.48b). Assim, como a Páscoa, a Santa Ceia, não tem sentido para aqueles que são estranhos às promessas de Yahweh. Mas quando em comunhão com Ele, tais pessoas, sejam elas do baixo nível, humanamente falando, têm igual direito de se aproximar de Yahweh.



Relembrando; a Páscoa judaica era celebrada todos os anos em 14 de Nisã (março/abril), na Lua Cheia, sendo que o primeiro dia de cada mês Lunar do calendário Judaico começava com a Lua Nova, conforme determinado por observação visual. Vede A ordem divina para imolar os cordeiros pascais, era na tarde (entre as duas tardes) do dia «quatorze do primeiro mês», isto é, 14 de Abibe/Nisã (Êx 12.6; Lv 23.5; Nm 9.3-5; Dt 16.6). É necessário não esquecer que os judeus contam o dia de pôr-do-sol a pôr-do-sol, cerca das 18h às 18h. Assim, o dia 14 de Nisã começava ao pôr-do-sol (18h) do dia «treze». Há divergências de interpretação quanto à hora exata em que eram imolados os cordeiros pascais. As dificuldades de interpretação estão na expressão «crepúsculo da tarde», literalmente «entre as duas tardes». Para o conhecimento do amado leitor, iremos citar duas destas interpretações:

Primeira interpretação; alguns interpretam a frase «entre as duas tardes» como uma indicação do período entre o pôr-do-sol e a escuridão da noite, por volta das 18h às 19h20. Estes que assim interpretam são alguns estudiosos modernos, tendo também entre eles judeus caraítas e os samaritanos. Diz-nos a Bíblia: «O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras e o guardarei até o décimo quarto dia do mês [Abibe], e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará entre as duas tardes» (Êx 12.5,6). De acordo com a ordem recebida de Jeová, os filhos de Israel, deveriam imolar o cordeiro pascal na tarde dia 14 de Abibe. Comparando a Bíblia com a interpretação em foco: - Segundo esta interpretação, o cordeiro era abatido no começo do dia (a partir das 18h, começa um novo dia judaico), e não próximo a fim do dia, como afirma a Bíblia. Portanto, esta é uma interpretação não é real, pois, os que sustentam esta idéia, estão supondo que o cordeiro pascal era imolado no início do dia 14 de Nisã, ou ainda no início do dia 15, contrariando a prescrição de Yahweh. Sendo assim, não podemos aceitar esta interpretação, pois, a última Páscoa celebrada por Jesus e Seus discípulos, foi no início do dia 14 de Nisã, isto é, a Ceia pascal é que foi comida no dia 14 (à noite), enquanto, que o cordeiro foi imolado na «tarde» do dia 13. Vede ☞ a época da instituição da Santa Ceia.

Segunda Interpretação; Por outro lado, os fariseus e rabinistas consideravam que a «primeira tarde» ocorria quando o sol começava a declinar, a saber, «das 15h às 17h», e o pôr-do-sol era a «segunda tarde», a saber, às 18h; de modo que «entre as duas tardes» era das 15h às 18h. Baseado neste conceito, afirmam os rabinos, que o cordeiro era imolado no fim do dia 14, e não no começo e, portanto, que a Ceia pascal era realmente comida no início do dia 15, ou seja, após o pôr-do-sol do dia 14 (a partir das 18h). Pois a Ceia pascal era somente comida à noite, se é Ceia, então tem que ser comida à noite. Este tipo de interpretação está em harmonia com a ordem Divina, sobre o abate do cordeiro (Êx 12.6). Fato que confirma a interpretação enfocada é a páscoa ocorrida na noite do Êxodo de Israel do Egito. Diz-nos a Bíblia: «E aconteceu, à meia-noite, que Jeová feriu todos os primogênitos da terra do Egito. Esta noite se guardará a Jeová porque nela os tirou da terra do Egito; esta é a noite de Jeová; que devem guardar todos os filhos de Israel nas suas gerações» (Êx 12.29a, 42 – itálico nosso). As expressões em itálicos acima, são acontecimentos ocorridos numa mesma noite, como; a Ceia pascal, a morte dos primogênitos e o êxodo do Egito, isto é, tudo isto ocorreu no período noturno do dia 15 de Abibe ou Nisã (ver Êx 12.8,10-12; Núm 33.3; Deut 16.1). Isto comprova que, no Egito, os cordeiros pascais foram imolados entre «as duas tardes» do dia 14, conforme a determinação de Yahweh, e que a Ceia pascal foi realmente comida no dia 15, visto que o dia 14 terminava no pôr-do-sol (18h). A idéia que os cordeiros pascais eram imolados das 18h às 19h20 (conforme a 1ª interpretação), fica inacreditável e inaceitável em relação à Páscoa realizada no Egito, ferindo assim, a ordem de Yahweh.

Na verdade, era necessário um bom espaço de tempo, desde o abate do cordeiro até o momento em que estivesse preparado para a refeição. Era preciso muito cuidado na preparação do cordeiro pascal, visto que, depois de abatido o animal, em seguida a sua pela era tirada (esfolado), suas partes internas eram tiradas, após serem limpas, eram recolocadas no lugar, daí era assado inteiro, bem passado, nada podia estar cru (Êx 12.9,46). Portanto, o processo de preparação do cordeiro era consideravelmente longo. Presumimos confiantemente, que o tempo legal para o abate do cordeiro (mais esse processo todo que acabamos de ver) era a partir das «15h», isto é, das «15h às 18h» do dia 14 do mês de Nisã. Tempo suficiente, para que o animal fosse preparado, e estivesse pronto para ser comido (Ceia) a partir das 18h, ou seja, no início do dia 15. Por exemplo; Jesus expirou na cruz na «hora nona» judaica, isto é, aproximadamente às 15h em nosso horário (Mar 15.34), na mesma hora em que eram abatidos os cordeiros pascais.

A Bíblia nos fornece relatos diretos de Páscoas que foram celebradas durante a história de Israel.
«No Antigo Testamento»
1) Páscoa celebrada no Egito (Êxodo 12).
2) Celebrada no deserto do Sinai, segundo ano da saída dos filhos de Israel do Egito (Núm 9.1-14).
3) Celebrada quando chegaram à Terra Prometida, em Gilgal (Josué 5.10).
4) Celebrada no ano primeiro do reinado do rei Ezequias, de Judá (2 Crônicas 30).
5) Celebrada nos dias de Josias, rei de Judá (2 Crôn 35.1-19).
6) Celebrada depois do retorno do exílio babilônico (Esdras 6.19-22).
Além dessas celebrações citadas, faz-se menção das Páscoas realizadas nos dias do profeta Samuel e nos dias dos reis, veja em 2 Crônicas 35.18.
«No Novo Testamento»
1) A Páscoa celebrada no início do ministério público de Jesus Cristo (João 2.13-25).
2) Registrada em João 5.1, uma festa dos judeus, possivelmente a Páscoa.
3) Registrada em João 6.4, também possivelmente a Páscoa.
4) A Última Páscoa que Jesus participou com os apóstolos, na noite em que foi traído e preso (Mat 26.20,21; Marc 14.17,18; Luc 22.14,15,18).
Só se menciona uma celebração da Páscoa durante a peregrinação dos filhos de Israel no deserto, por 40 anos. Aquela que foi celebrada no deserto do Sinai, no segundo ano da partida dos filhos de Israel do Egito (Núm 9.1-14)
A guarda da Páscoa durante a peregrinação no deserto foi limitada por duas razões:
Primeiro: As instruções originais do Senhor Jeová, eram que a Páscoa tinha de ser observada quando chegassem à Terra da Promessa (Êx 12.25; 13.5).
Segundo: Todos os nascidos no deserto não foram circuncidados, ao passo que todos os participantes varões, da Páscoa, tinham que estar circuncidados (Êx 12.45-49; Js 5.5).



Destaco, pastor Vítor, que existem divergências de interpretação quanto à hora exata em que eram imolados os cordeiros pascais. As dificuldades de interpretação estão na expressão «crepúsculo da tarde», literalmente «entre as duas tardes».

Lembro: Yeshua foi colocado no santo lenho (madeiro) na quarta-feira, no meio da semana. Ele morreu pouco depois das três horas daquela mesma tarde; foi enterrado antes do pôr do sol, na tarde desse mesmo dia. Melhor: Yeshua foi enterrado no final da tarde (+ ou - perto das 18:00 hrs) de quarta-feira e a ressurreição ocorreu na mesma hora do dia, três dias depois, logo concluímos que a ressurreição de Jesus ocorreu no final da tarde (+ ou - perto das 18:00 hrs) de Shabbos, próximo ao pôr do sol.


http://www.doutrinasbiblicas.com/pascoajudaica_t/pascoajudaica.htm
Atentemos para este fato importante! Se encontrarmos a hora do Seu enterro, então poderemos saber a hora do dia da ressurreição. Se, por exemplo, o enterro fosse ao nascer do sol, então, para que o corpo ficasse três dias e três noites na tumba, a ressurreição igualmente teria que ocorrer ao nascer do sol, três dias depois. Se o enterro fosse ao meio dia, a ressurreição seria ao meio dia. Se o enterro acontecesse ao pôr do sol, a ressurreição teria que ser ao pôr do sol, três dias depois.



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Uma identificação última com a essência fundamental das igrejas ou espiritualidades não significa, de modo nenhum, que estejamos de acordo com todas e cada uma das coisas que se fazem nelas.

O teólogo K. Rahner escreve: 
"O autêntico dogma nas Igrejas constitui algo que me obriga absolutamente. Como cristão e como teólogo, com certa ansiedade de espírito e coração, devo perguntar-me - com não pouca frequência - qual é o verdadeiro sentido de uma afirmação que o magistério das Igrejas mantêm como dogma, para lhe dar o meu assentimento de modo honesto e tranquilo. 

"Ao longo da minha vida nunca senti que isso fosse impossível. Em relação a esses dogmas, dei-me conta, claramente, que só podem ser bem entendidos quando se torna patente o seu sentido na linha da abertura ao mistério de D-us, sabendo, por outro lado, que foram formulados em condicionamentos históricos determinados. Esses dogmas encontram-se inevitavelmente numa espécie de amálgama que, de facto, não pertence ao conteúdo da declaração dogmática e que pode mesmo levar a que esse conteúdo seja mal interpretado. Isto acontece também porque esses dogmas estão formulados como regulações linguísticas que, para serem fiéis à realidade a que aludem, não deveriam permanecer sempre iguais, nem com as mesmas palavras com que foram formulados. 

"As coisas são diferentes quando se trata deste ou daquele ensino mantido pelo magistério como oficial, apresentado como vinculante, mesmo que não tenha sido 'definido'. Julgo que, por exemplo, nem a argumentação básica nem a autoridade de ensino das Igrejas a que, de facto, se recorre oferecem um fundamento convincente e obrigatório para aceitar a discutida doutrina católica de Paulo VI na 'Humanas Vitae'. O mesmo se diga acerca da declaração feita pela Congregação Católica da Doutrina da Fé que pretende excluir, por princípio, a ordenação de mulheres, como algo a aplicar em todos os tempos e culturas" (cf. "Scriften" XIV, 1980).

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Robespierre Cardoso da Cunha
Simples o dominio que esta por trás dela é de um anjo caído ...HA'Satan


Francisco Sales Gonzaga
só isto e prq eles seguem anjo caido?será que o sujeito ñ esta vendo o anjo caido não? gente acorda!!!!!


Regina Da Silva Farias
ñ é nda por causa de anjo nenhum é por causa de poder só isto e riquezas ela sabe que se começa falar a vdd tera que devolver oque tomou dos inocentes a 2mil anos e tera que pga pelos crimes que cometeu nestes 20 seculos!


Regina Da Silva Farias
ela ainda é muito poderosa esta na epoca do barro mas ainda é muito forte!


Alcides Jose de Castro
Mas como posso ser conhecedor da vdd e ensinar a mentira?pode patecer ingenuo de minha parte mas quantas pessoas nas trevas.e JESUS CRISTO,O NAZARENO sempre diz que a vdd liberta.como posso cultuar imagens de gesso uma vez que D+us busca adoradores que o adorem em Espirito,pela fé.


Francisco Sales Gonzaga
A idolatria e depravação dos homens>A ira de DEUS se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça; romanos cap;1;vers;18porquanto o que de DEUS


Francisco Sales Gonzaga
se pode conhecer é manifesto entre eles,porque DEUS lhe manifestou.vers;19!


Magalhães Luís
Eu ainda não percebi porque razão se afirma que a Igreja Católica leva à idolatria. Como é que uma teologia apoiada em Santos e teólogos de primeira qualidade ainda leva a uma questão do século XVI?! Quando as Igrejas da Reforma que tinham essa disputa já chegou a um entendimento da postura Católica. Para chegar a uma posição consensual nas cerimónias litúrgicas ecuménicas recorre-se a ícones.


Magalhães Luís
Continua-se a pensar a partir da mentalidade sectariana evangelical, unicista, unitariana, judia-muçulmana...


Magalhães Luís
E aos crentes em Yeshua vão estudar mariologia. Passo 1: http://pt.scribd.com/doc/99504667/MARIOLOGIA



X
Alcides Jose de Castro......a igreja católicas criou muitos costumes para se diferenciar entre as religião....para aderir mais adeptos.....criou costumes quem nem existe na Biblia,o de padre não poder casar,isto não existe, é apenas uma forma que igreja católicas achou de não dividir seus bens.....do vaticano não dividir seus bens com estas famílias....mais podemos ver muitos filhos bastardos jogados ao leu.....muitos jovens sendo usados pelos padres....não existe a crisma....entre muitos outros costumes ....o de idolatria....pois o Papa é o maior criador de imagens....mais pela posição social .....e politica ....pela força de poder politico.....ela consegue continuar a enganar......um pastor disse em uma de suas pregações que a África sofre até hoje as consequências das escravidão.....do Egito.....pois lá foi o lugar que Cristo foi crucificado.....e pela nação do Egito ser um povo negro.....entendeu-se que é racismo.....mais na verdade é só as consequências de pecado do passado.....Deus acabou com Sodoma e Gomorra pelo pecado do luxuria.....do imagens ....e idolatria ..e do homossexualismo que existia na época.....e este mesmo pastor disse que Deus ama os homossexuais....mais condena seus pecados.....foi criticado por isso ...e o Papa para defender a família católica disse a mesma frase.....que Deus ama os homossexuais mais condena seus pecados....ama as pessoas mais não seus erros.....e ninguém se importou....nada houve contra ele......tudo que a igreja católica aprova ....fala......por causa da politica...economia......do poder......tudo é aceito......e se de qualquer religião disser.....é condenado......a justiça do homem é cega......a justiça do homem é conveniente......só a Deus....é justa e fiel......por isso nunca vamos enteder ninguém nem o mundo pois os homens são corruptos e todo mundo tem um preço.....e cada um mostra seu valor na hora da verdade.......o mundo jás do maligno......e o que vale....entre muitos é sobreviver......enquanto deveria ser saber viver.....pois sem YHWH não somos nada......ou podemos até ser por um tempo.....mais não podemos ser o tempo todo...assim é a verdade e a mentira......tudo pode durar por um tempo mais nunca o tempo todo.....Deus tira as mascaras.....desnuda os soberbos....rebeldes...desobedientes.....arrogantes......


Magalhães Luís
A questão do Padre ser casado ou não, não tem a haver com argumentos materialistas. Que estão presentes, é claro, ninguém contesta isso. Mas o Padre casa misticamente com Jesus. Que é superior a qualquer casamento humano.


X
PAZ DE ESPÍRITO, MELHOR CALMANTE!
Às vezes as tribulações da vida nos deixam abalados e perdemos a paz e o sono. Sentimo-nos acuados e encurralados por sentimentos turbulentos que assombram nossa alma. O melhor remédio para um sono reparador é a paz de espírito, fruto da confiança em Deus. o rei Davi, quando estava passando o momento mais amargo de sua vida, fugindo de seu próprio filho Absalão, que queria tirar-lhe a vida e tomar-lhe o trono, disse: "Deito e logo pego no sono, porque só tu, Senhor, me fazes repousar seguro".


Magalhães Luís
Eu sou um cristão que está casado misticamente com Jesus; não o troco por mulher alguma.


Magalhães Luís
Sou celibatário com toda a liberdade.


Magalhães Luís
Todo o sacerdote apaixonado por Jesus devia ser celibatário.


Magalhães Luís
Estou com São Paulo.


Magalhães Luís
1 Coríntios 7: 32 Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor,

33 mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher,

34 e está dividido. A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.

35 E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma.
João Ferreira de Almeida Atualizada (AA)


Magalhães Luís
"O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
"A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."

X
Se o padre tem a ideia que casa com Jesus Magalhães Luís.....ainda é pecado maior ainda...de ignorância pois todos os padres tem suas amantes.....e o vaticano incoberta oculta tudo isso....sempre que aparece na mídia algo sobre isso de um padre ele fica um tempo fora e depois volta......lá tudo é acobertado....esse negocio de celitabo....é falso.....veja o Francisco renunciou.....ficou um tempo acobertado....e hoje já mora quietinho nos palácios do vaticano.....lá tudo funciona na mesma politica.....tudo se acoberta.....todos os estupros......toda luxuria......todo fruto da carne é acobertado e oculto pelo vaticano.....se você cre que existe mesmo celibato na igreja católica você é muito ingênuo.....


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Pois eu não tenho amante alguma. Só Jesus na minha vida. E comigo tenho muitos santos.


Magalhães Luís
E não vivo na lúxuria.

X
Algum crente.....já foi casado com uma mulher por caridade?


Magalhães Luís
Sim. Por caridade. Existem crentes assim. Para as tirarem da prostituição. Com autorização eclesiástica. Nada às escuras. 


X
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk......quanta hipocrisia Magalhães Luís


Magalhães Luís
Agora essas mulheres estão casadas com pessoas que realmente as amam no aspecto unitivo e procriativo. Cristãos praticantes. E nessas congregações toda a gente participa nesses eventos reconstructivos da nova biografia dessas almas.

X
Você está vendo que você só confirmou tudo o que eu disse Magalhães Luís.....o Vaticano aprova....tudo......e os padres enganam a si mesmos....pois a sociedade já sabe ....sem essa de caridade.


Magalhães Luís
Com certeza, mas não é da ICAR. Não menciono denominações. E foi um pedido de uma outra Igreja a outra Igreja. Que pediu ajuda. Pois não sabiam mais como ajudar. Foi algo interconfessional. Contaram-me. Gente de credibilidade.


X
Você não precisa casar com uma mulher para ajudar ela Magalhães Luís.........Para de se enganar com esses da clerezia.....Fica dizendo essas heresias absurdas de caridade e outros besteirol.


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência.


Magalhães Luís
Sabia disso?! Para não ser apedrejada.


X
Magalhães Luís......me desculpe...mais com a hipocrisia deslavada não dá da para falar.....e voce ainda fica argumentando se achando o bom......me poupe...desta.....todo o padre tem amante sim e é acobertado pelo Vaticano.......ele sabe que não vive o pecado pois casar e ter família não é pecado.....o pecado é a hipocrisia....sua de disser que era só caridade......


Magalhães Luís
José casou com Maria, a nossa Mãe, por caridade e obediência. Sabia disso?! Para não ser apedrejada. Sabia. Estou apenas a imitar o santo.


Magalhães Luís
E mais: "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."

Magalhães Luís "A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido."


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Sem distracção alguma.


Magalhães Luís
Destaco: "A fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."

X
Magalhães Luís.....ou voce é muito safado.....ou é ignorante.....Jose amava a Maria....já estava para se casar com ela......e por ser um homem temente a Deus....e por um anjo ter falado com ele....e por ele ver que ali se fazia a gloria de Deus.....se fazia cumprir as promessas.....e depois eles tiveram muitos outros filhos.....ele respeitou Maria no tempo que Deus deu a ele....mais a mulher que voce casou não precisava de sua caridade desta forma......me engana que eu gosto.....isso tem outro nome......que vergonha usar as Palavras Bíblicas para justificar esta heresia blasfêmia...hipocrisia....



Magalhães Luís
José amava Maria?! E por um Anjo ter falado com ele?! Isso é em Mateus 1:20. Em "19José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber."


Magalhães Luís
Veja: "José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era direito. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber.""


Magalhães Luís
Não fala de amor. Fala de fazer tudo direito.


Magalhães Luís
E mais » Escreve São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distracção alguma."


Magalhães Luís
 E centre-se no que diz São Paulo: "E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."

X
Magalhães Luís.....as pessoas usam versículos da Biblia...e querem usar em sua vida achando que estão fazendo as mesmas coisas igual da Palavra....se voce se casou com alguém seu celibato se foi no casamento.....hoje voce pode ser uma pessoa resguardada......mais não no celeibato...na pureza.....


Magalhães Luís
O celibato, no meu caso é retomado quando eu quiser. Eu quando fiz o voto de celibato não era perpétuo. Pois era um religioso calvinista, não era um religioso católico. Tinha alguns privilégios especiais. Eu queria crescer no conhecimento do Senhor. Sem distracções.


Magalhães Luís
E durante anos não me distraí do Senhor.


X
Eu já fui da Igreja Católica e tenho muitos da família na igreja católica e sei como funciona estas coisas lá....


Magalhães Luís
Se sei algo hoje devo-o a esse tempo. "O homem não casado e o virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santos, tanto no corpo como no espírito; o casado, porém, cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à esposa."


Magalhães Luís
Eu fui monge a tempo inteiro e sei como funcionam estas coisas lá...


Magalhães Luís
Não ouvi dizer.


Magalhães Luís.....quando voce perde a virgindade.....perdeu amigo....quando perdemos algo....esta perdido principalmente num caso como esse......a pureza.....é assim ou se é ou se não é.....deixa de hipocrisia.....voce já de certeza se deitou ou coabitou com alguém e quer me dizer qaue é puro sexualmente.....me poupe......


Magalhães Luís
"E digo isto para proveito vosso; não para vos enredar, mas para o que é decente, e a fim de poderdes dedicar-vos ao Senhor sem distração alguma."


Magalhães Luís
Celibato não é virgindade.


Magalhães Luís
Celibato não tem a ver com ser puro sexualmente. Isso é ser monge budista.


X
HIPOCRISIA....Magalhães Luís..........voce não vive de celibato assim como nenhum padre vive isso é só enganação.....enganam vocês mesmos e tentam enganar os outros.........besteirol.........o celibato é um costume só no papel.....de igreja católica.....mais na pratica não funciona.....de forma nenhuma........HIPOCRESIA>>>>>>>>>>
No dicionário Magalhes esta escrito assim: Celibato estado de uma pessoa que se manteve solteira...celeibatario que ou aquele que nunca se casou.......portanto.......para de HIPOCRESIA.....

Magalhães Luís
Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.


Magalhães Luís
Mas dentro da Igreja Católica um padre pode casar-se. Basta ser padre católico da Igreja Católica de rito oriental.


Magalhães Luís
Só o padre de rito latino é que não pode casar.


Magalhães Luís
No rito ocidental se você quiser casar pode casar-se na Comunhão Anglicana e depois pedir para ser integrado na Igreja Católica.


Magalhães Luís
Por isso qualquer padre pode casar-se. Só tem é que escolher.


Magalhães Luís
Repito. Os três conselhos evangélicos (de «virgindade-pobreza-obediência») constituem teologicamente um unicum. Os três conselhos não são separáveis: na sua unidade eles evocam a fé na Santíssima Trindade (escolhe-se ser pobre perante o Pai rico de todos os dons; obedientes como o Filho; virgens pelo amor unificador e fecundo do Espírito Santo), eles unem intimamente o cristão ao mistério do Filho encarnado que viveu pobre, casto e obediente; exprimem com radicalidade o dinamismo das três virtudes teologais; conduzem ao redescobrir da estrutura originária do ser humano e an­tecipam o mundo novo. Não se pode «professar» a virgindade, sem professar também a pobreza e a obe­diência.

X
Magalhães Luís
Se não quiser invocar a santíssima Trindade na sua vida sacerdotal, tem o rito oriental e a Comunhão Anglicana.

Magalhães Luís........HIPOCRESIA ...e EGOCENTRISMO.......essa é sua religião esse é seu deus.......chega......sem definição..........................................................................................................................e o pior de tudo fica tentando se argumentar...............................................................seja seu sim. sim............seu não não o que vier além disso é maligno....................cada vez se compromete mais...quanto mais fala.....mais azeda tudo....


Magalhães Luís
Não quer entender é consigo. Mas pergunte a um padre se no rito oriental não se pode casar.


Magalhães Luís
Passar bem.

X
Tem muita sujeira em muitas lugares Magalhães Luís.......não em tudo mais em muita coisa em muita religião.....e escondem tudo debaixo do tapete.....conhecedores da Palavra ........é cheio de hipocrisia......enganação......só Deus para por terra toda sujeira......enganação.


Magalhães Luís
Que a afectividade e a sexualidade não são uma fatalidade, imposta pelas leis da natureza e da sociedade, mas são o campo de uma escolha livre, é o próprio Jesus quem o proclama, antes de mais sendo Ele próprio celibatário e proclamando que há aqueles que escolhem a via da continência por amor do Reino dos Céus (cf. Mt 19, 12). Ao proclamar a possibilidade desta escolha livre, o Senhor restitui ao casamento a sua dignidade de escolha livre. Sobretudo a mulher, que tinha a sua dignidade restringida à procriação, sente-se liberta e reconhecida na sua dignidade como pessoa. Não é por acaso que, na Igreja nascente, são as mulheres que escolhem a virgindade como caminho para seguir a Cristo, que suscitam o ideal da virgindade como caminho cristão de amor.


Magalhães Luís
Eu hoje retomo esse caminho. Por isso fico mais livre para estudar e poder depois partilhar.


Magalhães Luís
O celibato não é uma renúncia ao amor; é a escolha de um amor novo e este converge com o amor do Bom Pastor. A própria complementaridade homem-mulher encontra expressão de profundidade e de intimidade mística, onde o melhor de cada um exprime a comunhão dos santos. São Bento e Santa Escolástica, São Francisco e Santa Clara não são os únicos exemplos.

Magalhães Luís.......voce vive na carne......do seu próprio egocentrismo........faz um churrasco da própria carne e não consegue nem sentir dor.......nem ver nada......vive num arco íris......


Magalhães Luís
Eu escolhi este amor novo. Imitador de São Paulo. E das suas palavras: "Sem distracção".


Magalhães Luís
Você parece que quer me incentivar negativamente.


Magalhães Luís
Em vez de me ajudar. Eis um poema que descreve o que queremos ser. O que a nossa alma quer ser. »»»»»»»»»

Seja a alma humana leve, branca e pura como a neve, 
A fim de que a sua lisura seja tudo menos breve. 
Essa pureza química na verdade sã consiste; 
A mentira, triste mímica, lá não cabe, lá não existe. 
E assim, no refrigério dessa alva simplicidade, 
Encontra-se viva e salva a irmã humanidade!...

Miguel Neves